Adolf Hitler – UFOs

VIRIL ARMSTRONG

ex-agente da CIA (Leia com atenção, pesquise , e tire suas próprias conclusões)

Leia mais no tópico Operação Argus

O que segue adiante ocorreu há cerca de 56 anos atrás e ainda é história “não – documentada “.

Certa ocasião, em janeiro de 1997, em conversa com James Hurtak, o mesmo contou-me que a Comunidade Internacional de Inteligência afirmava que Hitler havia sido levado do planeta por um UFO. Jim perguntou-me se eu sabia de algo a respeito e respondi-lhe que não. Imediatamente comecei a pensar no assunto. Voltemos no tempo, para as últimas horas da II Grande Guerra Mundial e a rendição de Hitler e do Terceiro Reich. É sabido que Hitler e Eva Braun não morreram juntos no bunker em Berlim, como afirmado pelas Forças Aliadas. Isto finalmente foi provado pelas radiografias das arcadas dentarias dos cadáveres. Esta mentira, no entanto, teve seus méritos psicológicos, já que a população mundial precisava ser convencida de que o monstro estava morto. A história que não foi contada sobre o que se seguiu após a rendição da Alemanha é vista como uma aventura de Jame Bond; e ela precisa ser corretamente registrada para que não se perca no esquecimento. Antes de entrarmos nos surpreendentes fatos sobre Hitler, o Terceiro Reich e o pós- II Guerra Mundial, é necessário fazer uma pausa para analisar esse homem Adolfo Hiltler. Certa ocasião em uma de minhas palestras em Frankfurt, na Alemanha, em 1991, diante de uma platéia de 1600 pessoas. Era a primeira conferência importante que dava neste país e, por um instante, pensei em ser a última, pois atrevi-me a sacudir as bases sociais da Alemanha e, consequentemente, do mundo. Nos meus comentários iniciais, disse que Adolf Hitler fora um instrumento divino.

O impacto causado por essa declaração foi horroroso e por um momento pensei que fossem me expulsar do recinto ou quem sabe me linchar, pois o choque e a indignação da platéia foram tremendos. Após essa abrupta declaração de abertura, fiquei em silêncio observando a raiva e a indignação da platéia (em grande parte mulheres) e observando ter atingido um ponto muito delicado, enquanto erguia a mão pedindo silêncio. Após a platéia ter ficado em silêncio, com segurança e convicção eu disse : Agora, por favor, ouçam-me e façam seu julgamento depois. Prossegui dizendo que de acordo com a professia e o calendário e a professia Maia (indígena) , Hitler era o último Senhor das Trevas .Cada Senhor das Trevas reinava 52 anos e eles eram nove. (Nove vezes 52 anos é igual a 468 anos).

O reinado de Hitler começou em 1935 e terminou em 1987.Observem que os Senhores das Trevas também são divinos e têm tarefas específicas, embora ela seja às vezes terríveis e desprezíveis; porém o objetivo deles é trazer uma experiência de aprendizado para as massas. Hitler encaixa-se neste papel divino de maneira requintada; seu papel era ensinar ao mundo que as guerras jamais deveriam acontecer novamente. Voltemos ao Hitler e a saga do pós-guerra, mas antes, discutiremos alguns problemas que o comando aliado enfrentou.

 Hitler insistentemente gabava-se de ter uma arma secreta e que com ela venceria  a guerra. As forças aliadas não levaram sua ameaça a sério, já que erroneamente  pensavam que ele referia-se ao foguete V-2 , que estavam usando para  bombardear as ilhas Britanicas. Certamente os foguetes de longo alcance  causaram várias mortes e ferimentos, mas eles também eram extremamente  imprecisos, poucas vezes atingindo o alvo designado. Contudo, esta imprecisão,  combinada com sua capacidade de destruição, era uma arma psicológica  extremamente eficaz. Somente depois de algum tempo a Inteligência norte-  americana descobriu que o motivo de orgulho de Hitler não era infundado pois,  realmente, ele estava construindo e testando um novo tipo de aeronave que  revolucionaria a aerodinâmica. Esta aeronave decolava e aterrissava na vertical,  eliminando a necessidade de usar campo de pouso. Ela fazia imediatamente  curvas de 90 graus, em alta velocidade, e era duas ou três vezes mais rápida que o avião mais veloz dos aliados, cuja velocidade máxima estava na ordem de 500 nós ou 660 milhas por hora.

Além disso, a rede de espionagem levou a crer que ele construiria um segundo avião mais avançado que o primeiro. Esperava-se que ele atingisse uma velocidade maior de 3.000 milhas/hora e que carregasse uma arma a laser que penetraria em até 4 polegadas em qualquer coisa que fosse blindada. Isso tornaria qualquer tipo de arma dos aliados , inclusive navios e veículos blindados (tanques) , totalmente vulneráveis. Também descobriram que Hitler estava projetando um terceiro avião muito mais poderoso que os dois anteriores. Ele seria capaz de atingir mais de 8.000 milhas/hora e, como os outros, realizaria pousos e decolagens verticais. Uma rápida análise desta informação levou à conclusão que Hitler venceria a guerra em, mais ou menos, dois meses, se não fosse impedido a todo custo. Infelizmente, o que aconteceu foi a total destruição da Alemanha pelos bombardeios aéreos que objetivavam destruir todos os recursos de que Hitler dispunha, isto é, ruas, estradas, pontes, armazéns, campos de petróleo, fábricas, etc. Este foi um ato desesperado para impedir que o Terceiro Reich e Hitler vencessem a guerra. Embora tudo tivesse sido feito para salvar a humanidade de um terrível futuro. Sobre a rendição do Terceiro Reich, Hitler e seu grupo de especialistas, composto da “SS“ – “SCHWARZE SONE“ (SOL NEGRO) e outros, realizaram uma imediata retirada estratégica e os preparativos para continuidade do Terceiro Reich em outra época e lugar. Isto acabou acontecendo na terra da Rainha Maud , na Antártica.

Os veículos usados para a fuga eram os fantásticos submarinos onde os UFOs desmontados foram guardados, e que são às vezes chamados de Haunebu nº 1, nº 2 e nº 3 . O terceiro estava em fase de projeto.Os submarinos, com seu corpo de elite, passaram seis meses no mar, tendo como meta chegar à Argentina e à Antártica . As forças aliadas sabiam da fuga e partiram em sua busca para destruí-los, mas encontraram os submarinos apenas uma vez. Neste encontro o avião das forças aliadas foi destruído. Daí por diante, os submarinos passavam um tempo considerável na superfície, habilmente disfarçados de navios. Contudo, temendo ser destruídos ou capturados, os submarinos tiveram de passar a maior parte do tempo submersos. Esta experiência limite só pode ser vista como uma odisséia marítima. Finalmente os submarinos chegaram na Argentina, onde foram recebidos com todas as honras. Foi quando Hitler e Eva desembarcaram e passaram o resto de suas vidas em Buenos Aires.

Embora a Inteligência Internacional os tivesse localizado, achou melhor que eles tivessem em paz e no anonimato em vez de reacender a ira e o rancor da população mundial, especialmente na Europa e na América. Apesar de ser um agente da Inteligência, tendo trabalhado nove anos na CIA e feito parte dez anos do corpo de elite dos Boinas Verdes (Green Berets) ou Special Forces, eu não tinha provas concretas desse fato até conhecer uma mulher em chicago, Illinois, nos EUA, quando fiz uma conferência e realizei um Workshop . Na platéia havia uma jovem que, enquanto eu contava a história de Hitler e Eva, insistentemente levantava a mão, demonstrando, muita urgência em falar comigo. Ela me disse que era importantíssimo conversarmos em particular. Mais tarde, em particular ela me chamar-se Julie Monteverio, que tinha morado na Argentina e que era filha de um ex- chefe do Serviço Secreto que cuidava de toda a segurança interna da Argentina. Disse-me que ela e seu pai, um dia, almoçavam em dos restaurantes ao ar livre e que ele, repentinamente, disse-lhe : ”Julie, você está vendo aquele homem ali, lendo o jornal?” Ela respondeu : “Sim, papa”, e que ele disse que este homem era muito importante, que seu nome era ADOLF HITLER e que a mulher sentada ao seu lado era EVA BRAUN, sua esposa.

Recebi portanto a confirmação de que realmente Hitler e Eva estavam vivos e morando na Argentina.. Nesta época ele estava com 80 anos. Supõe-se que ele tenha vivido até os 98 anos de idade. Isto nos leva de volta a referência feito pelo Professor Hurtak, de que Hitler havia sido levado do planeta por um UFO . Sem dúvida, esta história é verdadeira e tenho certeza de que seu corpo foi sepultado com o de Eva Braun, com todas as honrarias, no novo Terceiro Reich que, devido à transformação espiritual que sofreu pelos filhos dos antigos membros do Terceiro Reich, agora é chamado de Quarto Reich. Esta é uma interessante faceta da evolução do Terceiro Reich na Antártica. Apesar dos membros mais antigos terem sido certamente mais hostis e que objetivassem dominar o mundo, progressiva e inexplicavelmente, seu ponto de vista sobre o seu papel no mundo começou a mudar, tornando-se mais benevolente. Sem sombra de dúvida , suas habilidades eram impressionantes e eles eram a terceira mais poderosa força que pairava sobre o horizonte do mundo.. É questionável se os corações e mentes da aristocracia alemã do Terceiro Reich se abrandaram.

Provavelmente quando eles morriam e eram substituídos por seus descendentes, estivesse determinado que esta extraordinária força seria usada para o bem da humanidade, ao invés de destruir e dominar. Foi excelente para o mundo que esse novo escalão e seus líderes tenham escolhido ser altruístas, protetores do nosso planeta e sua sobrevivência; caso contrário poderíamos muito bem deparar-nos com a extinção nas mãos das facções adversárias, como os EUA com seu conhecimento extraterrestre e sua tecnologia, diante os inimigos do Quarto Reich. Não duvide, nem por um instante, que a impressionante capacidade do novo, ou Quarto Reich existe.

 Um exemplo disto é um incidente que ocorreu logo após o  fim da II  Guerra Mundial. Os poderosos do mundo  sabiam que os  remanescentes do Terceiro Reich haviam  se refugiado na  Antártica, representando uma certa  ameaça para a Paz e  estabilidade mundial. Conscientes  disso, os EUA foram designados  pelos poderes  internacionais para erradicar essa terrível ameaça. A  América assumiu essa responsabilidade e convocou o  aposentado  Comandante Richard Byrd para comandar o plano da Força Expedicionária , para erradicar o Terceiro Reich, derrotando assim essa ameaça em potencial. (O Comandante Byrd era a opção mais lógica, devido á sua larga experiência no Pólo Norte, cuja formação geológica e o meio ambiente são similares aos da Antártica).

Os poderosos deram ao Comandante Byrd totais e inquestionáveis poderes e recursos, e o período de oito meses para terminar o serviço . Infelizmente, mas agora agradeço a Deus, ele não obteve sucesso. Ao invés de trabalhar oitomeses, foi derrotado pela tecnologia avançada e aterradora, o que resultou na retirada de suas tropas em somente duas semanas (essa batalha ficou conhecida como aGuerra dos Pinguins” ). A tecnologia superior do Quarto Reich era tão avançada que as tropas de Byrd foram totalmente inúteis e ineficazes. Para exemplificar, recursos psicotrônicos eram usados contra as tropas que avançavam, tornando-as incapazes, ou se elas persistiam apesar da dor, o cérebro dos soldados eram totalmente destruído. Um avião deu de cara com uma barreira eletromagnética. Com o impacto, os aviões e a tripulação foram completamente destruídos. (Esses relatórios depois vazaram.). Isto foi em 1947.

Estamos em 2000 , já se passaram 53 anos, resta-nos imaginar que poderio tecnológico eles possuem hoje. Também podemos agradecer a Deus por eles terem se tornado benevolentes, caso contrário poderíamos estar diante de grandes problemas que atingiriam o planeta e as pessoas. A civilização Haunebu hoje em dia está em toda a Terra e muitos avistamentos de UFOs são de suas naves. Sua missão é a de proteger nosso planeta da ameaça e da invasão alienígena e eles estão ativamente envolvidos em batalhas aéreas acima do planeta e com os ET’s, que muitos deles estão longe de serem amistosos ou nossos aliados. Em certas ocasiões contei com a presença de pessoas do povo Haunebu em minhas conferências na Europa, principalmente na Áustria.

Infelizmente eles não são diferentes das outras pessoas. São iguais a qualquer pessoa. A única suspeita que tive de que eles estavam presentes foi que partiram antes que terminasse minha palestra e disseram à minha anfitriã , depois que se identificarem, para que ela me dissesse que eles estiveram presentes. Certa vez, minha anfitriã foi abordada por uma mulher que disse que ela havia sido um piloto HAUNEBU que havia se ferido numa batalha com os ET’s acima da, então, União Soviética. E novamente ela disse : Conte a Virgil que estivemos aqui“.

Essa sabedoria me impressiona profundamente e eu ficaria muito feliz se tivesse a oportunidade de conhecê-los pessoalmente. Espero por esse dia. A Alemanha é um ‘país singular, pequeno, mas que busca seus objetivos com determinação. Este pequeno país sempre foi uma nação maravilhosa, que extraordinariamente criou seu destino para que o mundo o lamentasse. Por que e de onde vêm sua grande força, determinação e dedicação que a fazem ser uma das maiores potências do mundo? Por que sua mentalidade e, às vezes, suas convicções são tão diferentes do resto do mundo ? Historicamente, por que a Alemanha produziu sempre mais médicos, filósofos, cientistas, poetas e músicos internacionalmente reconhecidos do que qualquer outra nação ? Levei muitos anos, enquanto trabalhava lá, para juntar as peças do quebra cabeça. No que diz respeito a essa diferença, uma das primeiras coisas que observei foi que eles têm um pássaro igual ao tordo americano. A estrutura física, o canto do pássaro e seu comportamento são idênticos aos do tordo americano; porém, ele é totalmente negro, o que definitivamente demonstra que ele é um mutante ou híbrido. Outra diferença é o gênero gramatical que dão para o Sol e a Lua. Em todos os idiomas o Sol é masculino e a Lua é feminina . Na Alemanha não é assim, pois a Lua é masculina e o Sol é feminino. Durante os dez anos em que trabalhei na Alemanha, observei estes fenômenos e questionava os motivos. Finalmente a resposta veio.

A resposta é que existe uma falha ou ruptura no sistema da grade eletromagnética que envolve o planeta (e é bem provável que todo o sistema solar) . Este buraco, causado pela ruptura, está exatamente sobre a Alemanha e em nenhum outro lugar do mundo.

O que isso significa? Significa que a Alemanha, devido a esta diferença recebe uma energia especial e consciente, extraterrestre , que favorece somente a Alemanha. É esta força invisivel, que durante décadas foi responsável pela grandeza da mente e coração do povo alemão, produzido líderes mundiais em matemática, ciência, literatura, filosofia, etc.

Até o Terceiro Reich e Hitler são produto dessa energia invisível, por;em onipotente. De onde vem essa energia, que passa pela ruptura ? Teoricamente, ela tem origem em uma constelação de natureza extraterrestre, chamada Taurus, cuja estrela mais brilhante chama-se ALDEBARAM – (solicitamos ao leitor que leia em nossa HP, o tópico ALPHA I, cidade espiritual localizada no norte da Europa onde é mantido o intercâmbio com LUNK E FLENAI , habitantes de ALDEBRAM e, também recordemos dos tópicos onde cita-se a Transcomunicação Instrumental, onde novamente falamos em Constelação de Touro e ALDEBARAM, observemos que nessa região, Alemanha e Áustria, tivemos o início das comunicações com as outras dimensões vias TCI .)

Seguramente esta energia exerce sua influência até hoje, embora também haja a invasão benéfica de outras influências extraterrestres, como a e Sírius e de Andrômeda. Voltemos rapidamente para a II Guerra Mundial e para um pouco antes. Duas forças, esotéricas por natureza, que exerceram influência direta e poderosa sobre o Terceiro Reich e Hitler foram as Sociedades VRIL e THULE . Cada uma delas exerceu grande influência sobre Hitler e o Reich. Elas também, juntamente com Aldebaram , exerceram grande influência no desenvolvimento da tecnologia e nos projetos dos Discos Voadores de Hitler.

Nota do Pesquisador : Peço mais uma vez aos amigos que leiam atentamente o que estará sendo informado abaixo, pois, às informações são de grande importância pois trata-se do Livro ; “FRANCISCO DE ASSIS“ . Este livro foi escrito baseado nas mensagens do espírito Miramez, através do médiumJoão Nunes Maia“ . Iremos transcrever apenas parte da informação para que o leitor possa ligar os fatos narrados acima e complementados com o LINK do amigo:

José Garrido – de Portugal, onde o mesmo desenvolveu excelente trabalho a respeito do assunto, no TópicoEspecial Antarctida “. http://ovnis.esoterica.pt/princip/antarctida.htm e http://ovnis.esoterica.pt/princip/antarctida.htm

NO PLANO ASTRAL e NO PLANO FÍSICO OS FATOS SUCEDERAM-SE ASSIM…

 Depois das Cruzadas, explodiu a Inquisição, plano dos  mesmos  espíritos já melhorados. Se alguém se sente mal  quando passa a  saber de alguns acontecimentos  ocorridos nas masmorras das casas  inquisitoriais, sofreria  mais se soubesse alguns detalhes dos  acontecimentos  das CRUZADAS , oito investidas de puro ódio e na  vingança. Sob o pretexto de preservar o túmulo do Cristo,  invadiam e  conquistavam, provocando carnificinas. Sob a  justificativa de que  Deus ordenava e de que o Cristo  surgia os incentivando às lutas de  conquistas, os fanáticos  egressos da grande CIDADE NEGRA ( lembrem-se da  “SSSchwarze Sonne – Sol Negro) reuniam-se em  exércitos. É certo que nem todos aderiram quando se encontraram na carne (reencarnaram) mas, em compensação, dos que não estavam presos – almas já melhoradas em comparação com os Cruzados do Astral Inferiormuitos a eles se uniram por junção magnética, por hipnotização, ou por afinidade com os sentimentos inferiores do Alto Comando das Trevas (Hitler).

Hitler, um dos últimos príncipes que ajudaram a governar a grande cidade nos céus do Equador (Cidade Negra dos exilados , essa cidade espiritual, tinha exatamente o projeto de engenharia – planta, no formato exato da Cruz Suástica usada por Hitler aqui na Terra) foi um das FERAS enjauladas por mil anos (descrito no apocalipse de S.João) que, ao assumir o controle do Estado Germânico (Alemanha) tinha uma tarefa odienda com a sua consciência e os seus comandados preguiçosos, reencarnados como judeus, objetivando ELIMINAR toda a raça. Entretanto, pôde sómente atingir àqueles que, na contabilidade divina tinham registradas dívidas remontadas .

Ele, PREPOTENTE em demasia e os outros, auto-hipnotizados, dizendo-se seres superiores, ainda desconheciam que eram a ESCÓRIA do mundo que os milênios e a dor irjam transmutar em pedras preciosas – todo joio torna-se trigo, pela força do progresso. Os comandados do FUHRER eram em torno de quinhentos milhões que se dividiam entre os dois planos da existência, lutando e ouvindo a antiga voz do PASTOR NEGRO, e obedecendo à risca o comando sem darem valor à própria vida. E ele , como símbolo, traz a GRANDE CRUZ aberta nas hastes, PLANTA DA CIDADE DAS SOMBRAS, chamada “A CRUZADA“ – cuja quarta parte comandara com rigidez e orgulho, nunca saindo do poder durante todo o tempo, a não ser para voltar à Terra, com a grande pretensão de dominá-la, de colocar os pés no globo e dizer : ESSA É A MINHA CASA…, ou então, transformá-la em pó. E se envaidece com a CRUZ SUÄSTICA. Ao olhá-la, pareciam aumentar-lhes o poder e a coragem. Falanges e mais falanges de espíritos estavam sob suas ordens , pois logo se afinizaram, com o seu modo de ser. Desta forma teve o início a GUERRA de 1939 a 1945, com suas calamitosas consequências…

A seguir texto de: The Omega File (by Branton) brevemente traduzido para o português http://www.eagle-net.org/omega/omega2.htm

Evidências Documentos e Fotos

Título: As primeiras experiências com aeronaves discóides.

– Pesquisador Ruy Martins – Portugal (divulgação autorizada pelo autor)

As primeiras referências à existência de discos voadores alemães surgiram a partir da década de cinquenta em várias revistas oeste-alemãs, como a Der Spiegel e a Luftfahrt International. Em 1959, o livro do antigo major da Wehrmacht, Rudolph LusarGerman Secret Weapons of the Second World War” (Londres, Neville Spearman ltd., 1959) ao lado de armas cuja existência não pode ser questionada apresentava todo um capítulo com o nome “Discos Voadores“.

Pactos entre ET’s e Governos da Terra (por Ernesto Bono)

Três Perguntas Básicas da Ufologia Moderna

1. Há acordos entre ETs e autoridades terrestres?

2. Até que ponto os governos da terra escondem os segredos da ufologia?

3. A problemática ufológica estaria inserida numa grande conspiração universal?

Existe algum acordo entre autoridades terrestres e ET’s?

Amigos, eis uma resposta puramente intuitiva ou até mesmo instintiva. Sim há. E se esses acordos foram feitos, são totalmente irregulares e inconstitucionais para qualquer país dito democrático. Ou seja, foram feitos em segredo por personagens importantes de determinados governos, digamos, russo, inglês ou o norteamericano, juntamente com certos tipos de ET’s, os grey ou alfa-cinzentos, também conhecidos como reticulianos, rigelianos ou até mesmo reptilianos. Daí porque tais acordos precisam ser mantidos em segredo pelo governo secreto, invisível e pelos governos humanos interessados por avanços tecnológicos, em troca de algo, é claro. Outro fato que está começando a ficar gritante e que fundamentaria a colocação ou pergunta acima, é que quando Hitler assumiu democraticamente o poder na Alemanha em 1933, por lá também começaram a aparecer indivíduos peculiares, estranhos objetos ou aparelhos, estranhas presenças psíquica ou físicas, ou senão estranhas revelações feitas por tipos incomuns e provindas não se sabe bem de onde.

Já em 1935 esses aparelho bem diferentes começaram a assumir o aspecto de objetos voadores circulares. Tudo leva a crer que os discos voadores dessa época foram aparentemente construídos pelo gênio alemão ou senão foram inspirados por seres de outras latitudes, situações, dimensões ou até mesmo, como diria a astronomia, de outras estrelas, galáxias, como Aldebaran. Atualmente as evidências e provas a respeito desses fatos que aconteceram na Alemanha do Terceiro Reich não são poucas. É só se informar por meio da Internet (há um livro interessante no site http://br.geocities.com/o_d_lavine/) ou através de uma literatura especializada que está crescendo cada vez mais. Por causa da plausível aproximação de certos hitleristas com hipotéticos seres extra-situacionais ou até mesmo com extraterrestres, certos governos do mundo ocidental possivelmente foram obrigados a aceitar a presença de tipos estranhos (EBE’s) e fazer acordos secretos com eles ou com outros tipos de extras, de ET’s, já na década de 1930.

Até que ponto os governos da terra escondem as verdades ufológicas?

Sim, esses governos têm que esconder as verdades ufológicas até o extremo possível e por um duplo motivo:

Primeiro, eles também estão comprometidos, e têm o rabo preso, por causa dos acordos secretos que tiveram que fazer, os quais são totalmente plausíveis e por que não dizer completamente reais e fatuais.

 Em segundo lugar, os aparentes vencedores da Segunda  Guerra Mundial jamais quiseram admitir que uma Alemanha  hitlerista tivesse alcançado um grande avanço na construção de  discos voadores tipo Vrill, Haenebu I, Haenebu II, Haenebu III,  VII, Andromeda etc ou por iniciativa própria ou por ajuda  alienígena. Os aliados tampouco se conformaram com o fato de  que todos esses discos, logo após o pretenso fim da Segunda  Guerra Mundial, simplesmente se sumiram, ou senão foram se  esconder ou no Pólo Norte, conforme sugere e relata indiretamente o comandante e ufólogo Wendelle Stevens. Ou senão se esconderam num local secreto do território argentino (Serra de Mendonza, Córdoba), ou do planalto brasileiro (nos restos escondidos da civilização de Akakor). Ou ainda, podem muito bem ter acabado nos Andes (en la Ciudad de los Césares) e principalmente podem ter se refugiado no Pólo Sul, ter entrado na Terra Oca (que existe) e terem se juntando aos sobreviventes ou remanescentes de outras antigas civilizações terrestres, porém escondidas e secretas, tipo Hiperbórea.

Discos Voadores Terrestres e o fim da Segunda Guerra Mundial:

Ainda dentro da resposta à segunda pergunta, hoje todos sabem que mais de 120 extraordinários submarinos alemães, os mais avançados e modernos possíveis da época, um pouco antes de aparentemente terminar a Segunda Guerra Mundial simplesmente desapareceram do mapa. Tais submarinos podiam carregar muita gente ou grande tripulação além de outros aparelhos mais e discos voadores desmontados. Tais notáveis submarinos ou U-23 serviram inclusive como cargueiros, e transportavam material bélico e de primeira importância da Alemanha para o Japão e vice-versa, entre 1943-1945.

Tal debandada de submarino com discos (ou Haenebus, Vrill) desmontados fundamenta o fato de os pretensos vencedores, em suas invasões das bases secretas dos germânicos, situadas no próprio território alemão, ou senão na Checoslováquia ou na Noruega, jamais terem encontrado restos de discos voadores nazistas, malgrado tenham se deparado com milhares de maquetes, plantas, desenhos, modelos, estudos, gráficos de discos. Nesse ponto, o serviço de inteligência alemão só permitiu que americanos, ingleses e russos pretensamente vencedores conhecessem como eles, alemães, construíam as convencionais bombas voadoras ou V1 e V2. Nem o tão louvado Hermann Von Braun, construtor das bombas voadoras alemãs e dos primeiros foguetes americanos, conhecia nada a respeito dos discos  voadores ou Haenebus alemães. Antes eu disse que havia uma dupla razão para os governos da Terra esconderem as verdades ufológicas. A primeira já foi mais ou menos esboçada. Ou seja, de que os alemães pretensamente derrotados em 1945, desde 1935, ou um pouco mais tarde, já construíam discos voadores terrestres, e senão terrestres pelo menos inspirados por seres estranhos tipo habitantes de Aldebarán, ou humanos especiais da Hiperbórea, e que ainda hoje seriam os habitantes da Terra Oca, cujas entradas bem disfarçadas se encontram nos polos, como a própria NASA e autoridades sabem.

E dizer que os americanos tentaram desesperadamente lá entrar sem nunca ter conseguido. Os alemães foram derrotados sim, em seu próprio território, mas é de se crer que continuaram lutando de um modo completamente diferente nos céus da Terra, derrubando, quem sabe, discos voadores de ET’s nefastos, aliados a um Governo Invisível, ou senão até mesmo derrubando caças ou aviões de guerra norte-americano, ingleses, soviéticos etc. E quantos aviões os antigos aliados não perderam de 1945 até nosso tempo ou ano 2000? E como a Segunda Guerra Mundial podia não ter terminado, e certos alemães continuarem lutando com discos voadores e tudo o mais, então este era e é o mais terrível secreto que os governos dos EUA, URSS,  Inglaterra, Canadá, França, Israel tinham que esconder custe o que custar.

A Guerra dos Pingüins ou a Conquista Fracassada:

Sempre dentro da resposta à segunda pergunta, por acaso, alguém sabe que os almirantes Bird e Hoover, em 1947, com uma frota constituída por não sei quantos navios de guerra, porta-aviões, aviões especiais, veículos armados e mais 4.000 homens, tentaram invadir a Antártida e ir até o ponto onde os alemães presumivelmente haviam se escondido, num território que eles chamaram Nova Suabia?.

E  vocês não sabiam que os americanos, ingleses, australianos foram derrotados e expulsos de lá, depois de perderem não seis quantos aviões, homens e veículos? O almirante Bird, desconsolado, em 1947, declarou para o jornal El Mercuryo, de Santiago do Chile, que o grande perigo da terceira guerra mundial poderia se concretizaria a partir dos polos, por causa de estranhos veículos voadores ou discos que por lá apareciam e circulavam pelos céus da Antártida e do Pólo Norte. E não sabiam também que o Ano Geofísico Internacional de 1951/52, com a exploração da Antártida foi um embuste total, que ficou coroado com a explosão de três bombas atômicas americanas por sobre a hipotética entrada da Terra Oca, bombas essas que, previamente neutralizadas, foram explodir depois nas alturas, em 1958, e resultaram no buraco da camada de ozônio?.

 Hoje é possível suspeitar com fortes evidências de que o tal disco  alienígena que caiu em Rooswell e que veio a público (e logo foi  abafado) foi derrubado por um ou mais discos voadores terrestres  (hiperbóreos-alemães, e por que não?). Isso porque, segundo o  ponto de vista dos hiperbóreos, alemães e ET’s de Aldebarán, tal  Ovni era tripulado por ET’s grey ou cinzentos, inimigos da  humanidade, como de fato parecem ser. E a propósito, alguém que  me responda: Por que até hoje, os antigos aliados não concederam  um tratado de paz à Alemanha atual? E por que, de modo bem  secreto, continuam tratando esse país como se ainda estivesse em  guerra. Por que a República Federal Alemã, hoje unificada, e totalmente submissa aos seus vencedores, tem horror da palavra Deutschland ou Grande Alemanha?

É claro que não é a Alemanha da Europa atual a que continua em guerra, mas sim uma extensão desse país, algo estranho e secreto que talvez tenha conseguido sobreviver ao término do segundo conflito mundial. E por incrível que pareça, esse algo secreto tinha um território próprio no Pólo Sul, chamado Nova Suábia, conquistado por uma expedição científica alemã em 1938. Depois da derrota dos almirantes Birds e Hoover, a Nova Suábia foi profundamente investigada nessa safadeza pretensamente científica chamada Ano Geofísico Internacional. Não deu em nada, salvo no buraco da camada de ozônio, atribuído a sprays.

ET’s de Um Lado e do Outro:

Reforçando um pouco mais, a segunda razão do que estou expondo, é que, quando certos seres de outras latitudes, dimensões, situações resolveram se aproximar dos alemães e quem sabe, com eles se aliarem, para estes fabricarem seus discos, Haenebus, elementos do Governo Invisível invocaram seus iguais, ET’s de outras latitudes, dimensões (cinzentos não terrestres e que agora já não mais podiam se disfarçar de anjos e santos), e já na década de 1930-40 exigiram de alguns figurões do Governo dos EUA que hospedassem tais seres não humanos em seus próprios territórios, a fim de que, lá pelas tantas, estas coisas ou grey fizessem frente aos avanços tecnológicos e ufológicos dos alemães e também à misteriosa ciência daqueles seres bem humanos, nórdicos, tipo procianianos, que estavam apoiando o gênio alemão.

Tais ET’s de outras dimensões tipo alfa-cinzentos, reptiliano, ao que tudo indica e ao virem para o nosso meio, acabaram sendo escondidos e hospedados em bases subterrâneas secretas dos desertos dos EUA, principalmente junto a tribos indígenas dos EUA, e isso tudo à revelia do Senado e Congresso norte-americano. E quem sabe até mesmo à revelia do Presidente Roosevelt, apesar de eu achar que este último sabia das coisas, malgrado suas pretensões de ingenuidade e inocência. É neste ponto que eu encontro uma razão mais forte, e não somente artística, de um gênio tipo Orson Wells, em 1938, apresentar de um modo magnífico e até excessivamente real a Guerra dos Mundos de H.G.Wells, numa transmissão radio-teatral.

Acredito que por meio da transmissão desse radio-teatro, certos figurões dos EUA e do Governo Invisível testaram o povo norte-americano, para ver até que ponto estava pronto para receber a visita de ET’s e com eles conviver já em 1938. O resultado foi negativo, catastrófico, pois pessoas se mataram ou morreram. Inclusive depois tal pretenso pânico provocado transformou-se num motivo capital para não permitir que o povo em geral conhecesse os segredos da ufologia, supostamente provinda de outros mundos, com seus respectivos tripulantes, como alegava hipocritamente o presidente Eisenhower, pois ele conheceu os cinzentos.

O Governo Invisível, que sempre mandou no mundo inteiro, além de obrigar os EUA, já na década de 30, que escondesse e hospedasse determinados seres, também induziu seus fiéis vassalos da (Inglaterra, Estados Unidos, União Soviética, França etc.) que fizesse um tratado ou um acordo secreto com tais hóspedes. Quando após o segundo conflito mundial, esses acordos secretos perigaram vir à tona, como aconteceu em 1947, por causa dos acidentes de Spitzberger, (1945Socorro, Rooswell, Madalena, Aztec etc (1947) e outros mais, o presidente Truman mandou imediatamente que se criassem o grupo MJ-12 ou algo parecido, além do Projeto Sign, Grudge, Blue Book.

Foram criadas também a agência CIA que inicialmente surgiu para investigar os UFO’s e depois se transformou em agência de espionagem, além do SNA (Security National Agency, a espiã e interceptadora dos meios de comunicação e a mais poderosa do mundo). Tudo isso foi montado para impedir, custe o que custar que a verdade ufológica se tornasse evidente. Atrás de tal verdade havia muitas lebres. E havia e ainda há mesmo. Além dos EUA, alguns dos países supra citados viram-se também obrigados a construir bases, quem sabe depois de 1945, além de obsequiar vantagens e permitir a ET’s nem tão bonzinhos que caçassem, raptassem ou abduzissem seres humanos e animais.

 Só muito mais tarde as atividades anômalas de tais hóspedes ou ET’s  iriam  se revelar horrendas. Admitindo validez à aliança dos alemães e  outros ET’s,  não se têm notícias de que algo tão pavoroso (abduções,  raptos, experiências  terríveis, alimentar-se com seres da Terra, etc.)  aconteceu com os habitantes  da Alemanha por causa de seus  eventuais aliados extra-situacionais e ET’s.  (hiperbóreos, ETs de  Aldebaran). É claro que todas essas hospedagens de  Et’s por parte  dos humanos se deram em troca de favores, como por exemplo,  avanço tecnológicos para certos homens e liberdades de ação e  alimentação  para os ET’s. Assim que, enquanto alemães hitleristas,  mais os misteriosos  seres de Aldebaran ou da Hiperbórea  trabalhavam em seus discos voadores tipo Vrill, Haenebu, Andrômeda etc., de sua parte, americanos mais Governo Invisível mais ET’s alfa-cinzentos trabalhavam de outro modo, até que em setembro de 1939 foi deflagrada a Segunda Guerra Mundial.

E por sinal, amigos, esta guerra tão terrível e vergonhosamente sanguinária não foi somente uma guerra entre homens, mas sim também foi uma guerra entre homens e ETs.

Por sua vez, o tal Governo Invisível que existe de fato nunca foi aliado nem dos eventuais habitantes da Terra Oca ou Hiperbóreos nem dos hipotéticos seres de Aldebarán… Ao contrário tal Governo Invisível possivelmente sempre deve ter sido um inimigo feroz de todos aqueles seres que viessem de fora ou daqueles que não se enquadrassem dentro do establishment, dirigido por privilegiados do Primeiro Mundo, pela ex-Sociedade das Nações, pela pouco louvada e trapaceira ONU, por sociedades secretas, por fraternidades pretensamente brancas, mas mais negras que o breu da noite escura. E assim como tal Governo Invisível nunca foi aliado de ETs benevolentes, de seres estranhos mas bons respeitadores da condição humana, tampouco era amigo do mandatário da Alemanha e de seu povo, e muito menos de um Hitler, hoje visto como um monstro.

Ao contrário era um inimigo ferrenho, sim pois já em 1933, quando esse estadista ganhou as eleições e foi nomeado chanceler e presidente daquele país, tais “privilegiados” declararam guerra mundial e econômica à Alemanha.

A Problemática Ufológica estaria inserida numa Grande Conspiração Universal? Para esse terceiro tópico a resposta é Sim. Sim, está. E como está… Aliás, só está! Mas o que seria o Grande Conspiração Universal? Minha gente, é uma subjugação e manipulação da humanidade geral muito antiga, a qual envolve extraterrestres, extra-situacionais, seres de outras dimensões, seres humanos comuns, heróis, semideuses, deuses, o Demiurgo ou falso deus, (deus usurpador que a maioria adora como o Altíssimo, sendo apenas um monstro) e finalmente envolve o próprio Inefável, Altíssimo, Deus Vivo, Absoluto e sua Manifestação Perfeita que aos nossos olhos se nos apresentam defeituosa, porque o defeito está em nós e não nela. E tal defeito ou precariedade perceptual foi introduzida pelo deus abjeto (Demiurgo) sob a forma de ego-pensamento.

Por causa da orquestração que seres nefastos da Grande Conspiração impuseram aos homens, todos nós acreditamos que a Vida, o mundo ou o Universo foram criados milhões ou bilhões de anos atrás, por um Ele, deus-persona barbudo (e que nada tem a ver com o Deus Vivo e sim muito tem a ver com o Demiurgo), ou senão tudo isso teria sido criado pelo deus acaso da Ciência, e depois teria se dado o tal de Big-Bang.

Este falso começo, em verdade nunca aconteceu. Nem o pretensamente divino e o torpemente casual e materialista da ciência. Por conseguinte não há um universo científico criado por um falso deus ou criado pelo acaso científico. Em seu lugar, há, isto sim, um Cosmo Verdadeiro que, ao invés de buracos negros, nebulosas, galáxias, sistemas solares, planetas e satélites, apresenta Centros de Vida, Fluxos de Vida, Situações Vitais, Planos Vitais, os quais chegam até nos sob o aspecto de pontos luminosos (mal interpretados) e desde o quais podem perfeitamente provir certos Discos Voadores, OVNIs, UFOs. No Universo científico não cabem os UFOs de matéria bruta ou as máquinas pesadas e retrógradas forjadas pelos homens.

Os discos voadores em si não são sempre e necessariamente máquinas. Também são seres vivos, como os norte-americanos constataram mas não quiseram entender, seres vivos que podem perfeitamente virar máquina de todo tipo, com tripulantes aparentes e tudo o mais. E assim como parecem ser gigantescas naves voadores, transformam-se outra vez num ser vivo, arredondado, num ponto luminoso. Portanto nunca houve o começo de coisa nenhuma. Na verdadeira Vida nada dura, nada permanece sempre a mesma coisa, nada é sempre o mesmo ego-ser.  Tudo pulso, tudo muda, de momento a momento. Os Discos Voadores têm exatamente essa natureza, essas peculiaridades. De sua parte, a pretensa matéria, energia, plasma, espaço e tempo do universo e mundo científicos são um perfeito faz-de-conta, são uma ilusão.

São uma falsa objetividade envolta por infinitos véus de Maya (aparência). E aqui outra vez, a maneira de ser e de atuar dos discos voadores, para quem os conhece bem e em profundidade, me dá a razão.

Não há pasta material, ou matéria bruta e organizada por meio das quais se faria ou se montaria discos ou aparelhos voadores e respectivos tripulantes, com corpo biológico e tudo o mais. O que há, a caro custo, é um Vazio-Pleno, surpreendido pela Física Quântico-Ondulatória, pela Física Eletromagnética Escalar, vazio-pleno esse que vira corpo denso. Ou senão volta a ser exatamente o que parece ser: um Vazio ou uma essência espiritual. Meus amigos, os discos voadores são exatamente assim.

Violam todas as pretensões e leis da Ciência. Em verdade a Ufologia é um escândalo para a ciência. É um espinho encravado que, mesmo que doa até os limites máximos do suportável, tem que ser arrancado, tem que ser negado, custe o que custar. Talvez os únicos UFOs que não se nos apresentem tão abstratos sejam exatamente os eventuais Haenebus, Andromedas, Vrills etc. construídos pelos alemães. E vocês sabiam que estes, em 1943 já teriam conseguido chegar na Lua, em Marte e em Vênus, ou pelo menos naquilo que acreditamos sejam tais planetas e satélite.

Daí o empenho da NASA em querer silenciar os hipotéticos inimigos situados até fora da Terra. Por conseguinte, nunca houve um começo da raça humana a partir do macaco ou algo parecido, nunca houve uma torpe evolução das espécies, com a sobrevivência do mais forte. No lugar disso há apenas um Surgir da Vida feita homem primitivo ou feito um homem mais perfeito, ou feita homem com um começo de Despertar, Iluminação.

Não há tempo, e sim apenas um Agora ou momentos e constante renovação. Não há espaço e sim apenas um Aqui ou um espaço peculiar que se estende e não se estende e que, concomitante ao tempo também se renova de momento a momento. Não há matéria nem energia mas há um Vazio-Pleno que se densifica, parece materializar-se e volta a ser sutil. Nada persiste, tudo se renova, daí porque nada pode ser descoberto. (A Ciência não descobre, apenas engendra, forja, recria, faz magia). Nada é sempre a mesma coisa. Tudo é sempre outro. Nada é só material ou é só espiritual. Tudo é o que é. Nunca houve criação no espaço, no tempo, graças a uma energia, matéria ou plasma, Mas há apenas uma Manifestação Primeva que se dá sempre Aqui e Agora, graças ao Absoluto ou Deus Vivo, e tal Manifestação é uma Eterna Novidade.

Os UFOs, Discos Voadores, OVNIs vêm exatamente desse outro Cosmo-Novidade e não de orbes do Universo científico. O espaço científico, além de insuplantável, e que nenhuma velocidade da luz consegue percorrer de cabo a rabo, é simplesmente uma mentira ou um AQUI desvirtuado. Os discos voadores são exatamente não materiais, não energéticos, não espaciais, não temporais, não plasmáticos. São o que são, como tudo aliás. Daí eles serem tão surpreendentes, imprevisíveis, praticamente não capturáveis, impossíveis de decifrar com o intelecto e de aprisionar com as garras, com as mãos do corpo, ou com armas que são extensões desse mesmo corpo ou faz-de-conta. Todas essas coisas, meus amigos, a Grande Conspiração Universal, representada pelo Demiurgo, pelos seus asseclas do além (ETs nefastos) e do aquém, ou também representada pelos desonestos mentores humanos e mais que humanos de um Governo Invisível, nos tem escondido.

Esse Governo invisível que manda inclusive na atual maior potência do mundo, ou seja os EUA, é constituído por aqueles que eu chamo de uns poucos que constituem a antiraça humana. Estes poucos também são senhores de praticamente o mundo inteiro. São donos de todos os bancos, de todo o ouro, de todo o dinheiro, de todos os diamantes, de toda a matéria prima, de toda energia, de todos os meios de comunicação, de todos os grãos, de todos os remédios, de todas as grandes indústrias, de todo o grande comércio, de tudo e por tudo. E agora querem ficar donos inclusive da água e do ar que a Vida nos obsequia de graça. E mesmo assim, esses tais são uma minoria, são poucos. E todos esses, há já muito tempo, não querem que o homem descubra suas outras origens e seu destino verdadeiro, o que é a Vida, a morte, a objetividade não científica, nem religiosa nem filosófica.

Origem Primordial da Grande Conspiração:

Ainda dentro da terceira pergunta, convém salientar que há milhares de anos atrás, ou quem sabe centena de milhares de anos atrás, por aqui estiveram Filhos da Luz ou ETs positivos, benevolentes que quiseram libertar os primevos filhos e filhas da terra de sua triste sorte. Isto é, de continuar sendo pasto ou alimento de um Demiurgo infame e de seus diabólicos aliados. E para tal, esses ETs, violando sua própria natureza, criaram para si mesmo um arremedo de sexo e de certa forma copularam com as filhas da terra, numa tentativa de que elas, ao receberem a semente divina, gerassem uma descendência diferente, inconforme e com espírito. Uma geração que não mais fosse pasto para uma besta de selvagem. E de fato, tal descendência surgiu. De meros primatas, não poucos homens se transformaram em homens íntegros com caráter ou com Espírito e tudo o mais.

Estes por sua vez, lutando contra os demônios externos e internos transformaram-se em heróis. (Os asseclas do demiurgo só queriam e querem comer a raça humana, ou senão sugar-lhe qualquer tipo de vitalidade. E isso, lamentavelmente continua até hoje). E estes heróis transformaram-se em semideuses. E estes em Deuses e com estes finalmente dava-se o mergulho no Absoluto, no Deus Vivo. Todas estas coisas, amigos, os tripulantes de boa índole tentaram e tentam transmitir aos homens de boa vontade. Todavia, humanos pestilentos e de mau caráter, mais ETs velhacos, com suas máquinas da destruição, mais os poderosos de certos Governos, com seus serviços secretos, com o Governo Invisível, em suma o que há de pior na espécie humana, nunca deixaram que tudo isso viesse à Luz. Ao contrário, manipulando alguns bobos e iludidos, e transformando-os em pretensos médiuns, inspirados, canalizados, ficam transmitindo suas mensagens nem sempre verazes e que só servem para confundir ainda mais o próximo, e principalmente desvirtuar essa coisa enigmática e escorregadia chamada Ufologia.

A Ufologia é sem qualquer dúvida o conhecimento mais revolucionário e mais inconforme que apareceu nos tempos atuais. Mas tem que ser entendido adequadamente, livre de um cientificismo balofo, metido a falso realista, e de um misticismo burróide, com canalização e tudo o mais. Só uma Alta Sabedoria, científica-histórico-espiritual é que se aproxima com mais felicidade do enigma Disco Voador. É por isso que afirmei que a Problemática Ufológica está sim inserida na Grande Conspiração Universal.

Só que esta Conspiração Universal não quer que o aspecto positivo da ufologia venha à luz, com medo de que o mundo mal organizado por ela expluda. Ou pior do que isso, os mentores de tal Grande Conspiração tem medo de perder o poder absoluto que têm em mãos e não mais poder continuar dirigindo essa desafinadíssima orquestra constituída por uma humanidade sofrida e injustiçada. 24 de Junho de 2000, a um Passo da Resposta.

Em plena metade do ano 2000, a casuística ufológica, ao contrário do que se esperava, diminuiu sobremaneira, e a modo de dizer, as aparições quase que se ausentaram. Mas, ao que tudo indica, isso nada mais é do que a conseqüência da incrementação de uma guerra oculta entre as forças do bem e do mal e que comandam os diversos tipos de UFOs.

As forças adversas traduziriam com perfeição a batalha de Armagedon, ou esse outro confronto que agora estaria se dando nas estrelas. Obviamente poucos têm conhecimento ou têm um pálido indício desse plausível enfrentamento ou dessa guerra oculta. Um ciclo terrestre está chegando ao fim e agora mais do que nunca os ETs estão aqui participando de mais um final da era terrestre., a partir da qual se originará outra com ou sem a presença deles. Os acontecimentos parecem confirmar essa tese, pois nos EUA, na Área 51, guardados estão incontáveis DVs tombados ou simplesmente derrubados em conflito, os quais vêm sendo sistematicamente estudados por certos figurões daquele local secreto, numa tentativa de decifrá-los a contento, de copiá-los, de reconstruí-los e utilizá-los para fins ulteriores, quando do implante do Poder Absoluto que esses mau caráter querem alcançar.

Nessa mesma Área 51 e outras similares (mais de cem), tipo base de Dulce são levadas a cabo experiências terríveis com seres vivos do planeta Terra e principalmente com seres humanos. Cruzamentos de espécies vivas estão sendo tentadas de modo cruel e inescrupuloso. O inferno da engenharia genética teria aí alcançado o ápice do horror.

As informações que se têm é que ETs nefastos hospedes de tais bases, mais humanos mentecaptos do Governo Invisível ou até mesmo de uma CIA estariam levando a cabo tais experiências com a finalidade de gerar, imediatamente, o tal de ser híbrido que, eventualmente iria (ou vai ) substituir o homem atual e que se constituirá no novo habitante do planeta Terra. Juntamente com este horror vivo, com essa máquina boa só para obedecer ordens, teremos também a presença dos eleitos e escolhidos de tal Governo Invisível, os poderosos do mundo vigente e mais o ETs nefastos que no caso se nos apresentariam como os vencedores da grande batalha que nos céus está se desenrolando. Em afastadíssimas órbitas terrestres, encontram-se gigantescas fortalezas voadoras, conhecidas como Cavaleiros Negros e que o Governo Norte-Americano, com sua atual e pretensa Guerra Antimíssil, (em verdade Ex-Guerra nas Estrelas) quer a todo custo destruir e eliminar.

A misteriosa tripulação desses gigantes do espaço ou gigantescas naves, pelo jeito não compactua com as terríveis forças ocultas que modernamente falando se apossaram do planeta Terra. E sempre que pode, tal misteriosa tripulação e outros mais, aliados dela, interferem nos planos da NASA (foguetes, naves espaciais que caem), do Pentágono e do Governo Invisível.

É de se crer que há poucas semanas atrás, botaram a perder a experiência que ia provar a eficácia definitiva de tal guerra antimíssil, simplesmente interferindo no experimento, destruindo-o. Armas secretas de um poder incalculável estariam sendo utilizadas contra esses Cavaleiros Negros e outros mais, contrários ao Governo Invisível. Dizem inclusive que o moderníssimo avião Aurora seria uma delas.

O tal super-avião Aurora teria a capacidade de quase entrar numa órbita terrestre, e desde aí abrir fogo, porquanto estaria até mesmo equipado com armas raios laser. Com essa tal de guerra antimíssil, o velho Projeto Guerra nas Estrelas voltou com toda a força e é empregado tanto por certos figurões dos Governos Oficiais como pelo próprio Governo Invisível que manda neles, numa tentativa desesperada de aniquilar todos aqueles outros ETs e humanos que possam se levantar num enfrentamento.

Estes outros ETs mais humanos de outro índole querem inclusive acabar com o domínio mundial do Governo Invisível. Existem sérias evidências de que os ETs positivos possuem seus representantes na superfície terrestre, os quais, ainda que de modo velado, intervêm como podem, combatendo os Grays e outras ameaças. O Governo Invisível de sua parte tenta a todo custo prolongar o tempo de seu domínio, posto que já se deu conta de que sua maneira velada de agir, interferir e dominar ficará gravemente abalada, quando o último batalhão se fizer presente de modo mais concreto e objetivo. Quando tal confronto abandonar os planos invisíveis e se transferir completamente para o nosso meio, a descrença do povo em geral, alimentada astutamente pelos poderosos deste nosso mundo, já não terá mais qualquer fundamento, pois estaremos a um passo da resposta definitiva. E esta, não virá na forma de uma bela e cordial visita de extraterrestres, mas sim, como tudo nos leva a crer, por uma inesperada revolução cósmica que deverá acontecer a qualquer momento, abalando todas as estruturas vigentes. De modo similar, há quem diga que a III Guerra Mundial já começou e está sendo travada no espaço exterior, entre humanos e ETs nefastos, notadamente agora em que a NASA insiste em sua corrida da conquista espacial rumo a Marte, planeta que oculta muitos mistérios da colonização cósmica.

Essa tese afirma que a batalha do espaço já começou com a tentativa humana de chegar ao planeta Marte. Neste orbe marciano haveria ou há bases estratégicas de ETs positivos ou senão de sobreviventes de antiqüíssimas civilizações os quais teriam derrubados as sondas americanas e russas porque estas, além de pretenderem perscrutar a superfície marciana, transportavam também armas nucleares que os dois compadres queriam fazer explodir quando se fizesse necessário. Essa batalha espacial haverá de se intensificar quando os americanos conseguirem enviar uma missão tripulada até lá, não apenas com astronautas, mas, mais do que isso, com soldados bem equipados para novamente encarar o inimigo como já fizerem em certo local da Terra, ou seja no Pólo Sul, onde foram derrotados. (Guerra dos Pingüins).

O combate que atualmente em céus escondidos está se desenrolando, atingirá seu ponto culminante quando começar a baixar, intensificando-se em órbitas adjacentes e finalmente alcançando nossos próprios céus, tornando-se visível a todos. Isso já aconteceu em épocas remotas e pelo jeito está se repetindo outra vez. Quem desta vez sentirá pena pela raça humana, já que ela poderá até mesmo levar a pior em combate, pois mais uma vez situar-se-á entre dois fogos? Chegou-se a tal ponto, onde ainda nem tudo pode ser dito ainda, mas já quase tudo está sendo dito pelos corajosos que não medem conseqüências. E desse modo, temos que estar atentos aos fatos que já estão acontecendo e que ainda podem acontecer muito pior.

Vanderlei Borges Vieira.

O que o Público não Sabe a Respeito do Filme Independence Day ou 4 de Julho.

Pois é, amigos, no dia 15/3/2000, na famosa Rede Globo, foi reapresentado o não menos famoso filme Independence Day ou 4 de Julho, isto que alguns anos atrás, quando de seu lançamento, estreou em nada menos que em 9 cinemas de Porto Alegre. Sabe-se que a produção de tal filme custou a bagatela de 70 milhões de dólares e que numa orquestração perfeita gastaram mais 70 milhões para a sua promoção. Em menos de um mês, só nos Estados Unidos ganhou mais de 5 vezes os quase 150 milhões gastos inicialmente. O filme pretende ser uma revelação sobre Ufologia. Mesmo que os produtores não escondam o lado ficcional. Eles pretenderam nos obsequiar sua própria versão sobre o que vem a ser esse dilema ou enigma chamado Ovnilogia ou Ufologia. Em outros termos, o que são os discos voadores? Mas face ao estardalhaço promocional que se levantou ao redor do filme, muito bem respondido pelo público inocente e desavisado, pergunta-se:

o filme foi feito apenas para render dinheiro e promover a pretensa supremacia norte-americana ou tem algo mais por trás?

Na noite do dia 15/3/2000, mais de 60 milhões de brasileiros assistiram esse filme e não poucos devem ter feito conclusões errôneas a respeito da temática, como por exemplo, o que viria a ser um disco voador, o que é alienígena, a qual perigo a Terra estaria sujeita? Em verdade, o filme é uma incrível ficção, estúpida até certo ponto, mas muito bem feita. Esse incrível faz-de-conta de araque pode ter-se tornado para muitos uma quase prova da existência dos OVNIs. Melhor do que essa película e bem mais denunciador foi o filme Invasão, e que no entanto acabou sendo vista como uma mera curiosidade, falando sobre ETs escondidos na Terra em bases subterrâneas. É claro que os produtores e o diretor do filme Independence Day uniram o útil ao rentável, e fizeram uma obra que, mesmo que custasse caro, rendesse no mínimo cinco vezes mais, como aliás rendeu. Dizem que lucrou muito mais. Então se poderia concluir que o espetáculo 4 de julho não passou de um filme de ficção que só pretendeu ganhar dinheiro, não e?… Não, meus amigos, entre outras coisas, Independence Day tentou desmentir por completo a pesquisa séria e o estudo ufológico dos últimos 50 anos, dando a entender ao público mal avisado que o perigo da presença ufológica estava recém começando, exatamente conforme a narrativa desse filme. Ou seja, estava começando com a vinda dessas naves mastodônticas, dirigidas por alienígenas que nos faziam lembrar o cruzamento da gafanhoto com dinossauro.

Os tais ETs do filme chegam não se sabe de onde, e começam a tomar conta do mundo na base da violência e homéricas pauladas. Isto é, destruindo por completo cidades norte-americanas e européias. Em sua brincadeira inconseqüente – mas em verdade sutil criminosao filme dá a entender que nesse confronto e no mundo inteiro morrem pelo menos 150 milhões de pessoas, até que os dois mocinhos e seus parceiros de pancadaria dominam a  situação, no dia 4 de julho, e o pretenso Presidente dos EUA declara A DEPENDÊNCIA DO MUNDO AO GOVERNO INVISÍVEL E À NOVA ORDEM, e não a Independência da humanidade. O filme em verdade prestou um enorme desserviço à ufologia mundial. Senão assim que disco voador ou UFO, o filme mostra, exatamente? A obra cinematográfica não somente promove a pretensa supremacia norte-americana sobre o mundo, sobre os alienígenas nefastos, como inclusive o Presidente americano do filme é um fantoche da Nova Ordem Mundial, a qual como poucos sabem é encabeçada, digamos, por uma Comissão Trilateral, por um Conselho de Relações Exteriores, por um Bilderbourger, por um MJ-12, por um Governo Invisível.

O filme quer deixar bem claro que, depois de sua feição e pretensa denúncia, todas as naves e respectivos ETs que vierem de fora ou de outros mundos, de outras situações, de outros níveis existenciais são inimigos da humanidade e só pretenderão agredi-la e destruí-la. E para tal todos os governos submissos a essa Nova Ordem e Governo Invisível terão que estar precavidos. E não somente os governos, mas sim e principalmente os povos desinformados e entorpecidos desses mesmos governos, coisa, aliás, alcançada com a projeção desse filme feito de encomenda, projeção que, suspeito, haverá de se repetir até a saturação.

Sim, o filme Independence Day poderá ser repetido diversas vezes. Um bom estudo da Ufologia constatou que as eventuais origens ou procedências dos UFOs ultrapassam a centena. Isto é, eles provêm de mais de cem lugares diferentes do Universo conhecido e desconhecido. Constatou também que os ETs ou alienígenas, malgrado na maioria prevaleça o aspecto antropomórfico ou humano, superam os 20 a 30 tipos diferentes. Em nenhum momento a boa Ufologia descobriu que existem ETs que querem conquistar o mundo na base dos bombardeios maciços e raios da morte. Sabe-se hoje que a maneira de atuar dos ETs, principalmente a maneira dos nefastos, é muito mais sutil, e que eles não precisam de naves gigantescas para dominar o mundo. São senhores de raios poderosos, imobilizantes, e de poderes paranormais que vão além de qualquer bomba ou raio destruidor. Para eles, bastariam vírus e bombas de neutrons. Como agora está perfeitamente esclarecido, o filme Independence Day apenas pretendeu anular e silenciar as teses ufológicas perfeitamente plausíveis e pretendeu anular os compromissos que as grandes potências tinham para com o povo em geral, ou seja o de revelar os segredos dos discos voadores, segredos que elas guardam tão bem guardados, a começar pelas verdades do Caso Roswell, indo até o mais recente caso de Varginha, Minas Gerais, Brasil.

A película também pretendeu sugerir que as boas informações ufológicas sobre mundos habitados, sobre extraterrestres, sobre a Vida em planos paralelos ao nosso são uma ficção ou mentira, e que verdadeira é só a história-ficção que eles apresentam. Quer dar a entender também que um trabalho de pesquisa extraterrestre só a NASA e entidades congêneres o podem efetuar, e que só elas têm razão. Os ufólogos, no caso, são sempre uns delirantes. E o curioso é que, quatro ou cinco anos atrás, exatamente após o lançamento do Independence Day, a NASA se meteu a promover o tal meteorito de Marte, com uma pretensa idade de 3,6 bilhões de anos e que teria caído na Terra13 mil anos atrás. Esta clamorosa mentira conteria uma prova de que em Marte houve vida monocelular, 4 bilhões de anos atrás, como se essa descoberta esdrúxula representasse algo muito importante para os terrestres. Com essa tapeação, a NASA pretendia abocanhar mais dinheiro público para as suas iniciativas e pretensas conquistas do espaço. O tal meteorito marciano e seus pretensos restos petrificados foram desmentidos alguns meses depois, ainda bem. Muito intrigante também é o fato de o filme Independence Day sugerir ao mundo que brevemente teremos um confronto entre ETs nefastos (mais humanos comprometidos) e ETs benevolentes ou inseridos na Lei Cósmica.

Esses ETs nefastos, para quem não sabe, seriam aliados de alguns figurões das Grandes Potências e do Governo Invisível, muito bem representado no filme por um tal Ministro da Defesa dos EUA. E para tal, o filme pretende então reavivar o programa Guerra nas Estrelas do Presidente Reagan e Presidente Bush. Este programa sempre pretendeu atacar, não soviéticos ou chineses inimigos, mas naves gigantescas alienígenas (ou os tais cavaleiros negros) que estariam em órbitas estacionárias a centena de milhares de quilômetros da superfície terrestre, como também destruir bases que alienígenas, digamos benevolentes, já teriam construído na Lua e em Marte. Daí porque o repentino redespertar do programa espacial, após a pretensa descoberta da NASA, com seu meteorito marciano.

Outra tese que atualmente está se levantando com relação à Guerra nas Estrelas é que seus foguetões se destinariam a destruir certos satélites terrestres que viessem a atrapalhar o domínio da NSA, (nas mãos dehumanos estranhos e não de americanos) ) e o implante definitivo do Governo Invisível na superfície terrestre. Por outro lado, é bem desonesto o que a película mostra sobre a famosa Área 51 e que os militares do governo norte-americano não queriam que aparecesse no filme. É sobejamente sabido que nesta famosa Área 51 ou Dreamland, os EUA escondem diversos UFOs ou discos voadores tombados e capturados, com tripulantes mortos e vivos, e tudo o mais. Mas o filme limita-se a dar a entender ao público que em tal área, escondido só existe o disco que caiu em ROSWELL, como se isso fosse verdade. As milhares de experiências lá praticadas e os avistamentos efetuados nessa área são simplesmente incríveis. Que o cientista e cidadão humano, quase anulado como ser vivo, Bob Lazar, que o diga! Há uma grande contradição no filme em mostrar uma Terra que está sendo maciçamente invadida por ETsgafanhotos- dinossauros (ETs reptilianos) ou algo pior, quando alguns outros personagens mais do filme declaram que os alienígenas já estão instalados no nosso mundo há muito tempo. Determinado cidadão bêbado, durante todo o filme, alega ter sido abduzido e maltratado por certos ETs, (como aliás, alguns ETs costumam fazer), para, no final, transformar-se num herói de pancadaria, a derrubar uma nave da qual jamais poderia ter-se aproximado. Mas se os ETs recém estavam aparecendo daquele jeito tresloucado, como poderiam ter abduzido alguém, como aliás, costumam abduzir e maltratar, há muito tempo?

Agora, amigos, vou formular uma série de perguntas em relação ao filme para que os inteligentes as respondam, sepuderem:

1) Faz sentido admitir aquelas naves mastodônticas, super-concretas e materiais flutuarem em nossa atmosfera, sem caírem no chão, sem causarem perturbações nos nossos meios de comunicação, radio ou TV, sem provocarem apagões (blackout) como costumam provocar outras naves alienígenas bem menores?

2) E a propósito, o que foi esse blackout que aconteceu no EUA, em 13 Estados norte-americanos, exatamente quando o filme foi estreado?

3) E se há algum ET justo e benevolente (que aliás não deve ter gostado da patifaria do filme 4 de Julho), porque, ao invés de apagões, não interfere de um modo mais eficaz para chamar a atenção de sua presença não prejudicial? O filme dá a entender que os nefastos daqui e de outras latitudes são os que sempre prevalecem.

4) Pergunta-se, quando os alienígenas positivos, se é que existem, vão botar um BASTA!, nisso tudo? Está na hora! Será que aquelas mastodônticas naves, e até as menores são de fato dirigidas por computadores? Nas informações de quedas ou derrubadas de naves alienígenas, já foram descritos os mais diferentes aparelhos; raramente alguém descreveu um computador instalado num UFO.

5) Como é que um dos mocinhos do filme consegue instalar um vírus no computador da Nave-mãe dos ETs gafanhotos-dinossauros e os derrota, a modo de dizer?

6) Por que esse filme teve que imitar a história Guerras dos Mundos, de H.G.Wells, em que os marcianos, invadindo a Terra, são derrotados pelas bactérias virulentas que aqui se encontram?. (Os vírus HIV ainda não tinham sido inventados).

7) E qual vitória os seres humanos do filme poderiam ter alcançado e festejado, se no final do enredo, as naves que eles tinham derrubado haviam destruído meio mundo e, se, finalmente, todas elas estavam contaminadas pelas tenebrosas explosões atômicas, com respectivas irradiações fatais e contaminadoras?

8) Até quando haverá de durar essa farsa de os todo-poderosos esconderem certos ETs e suas naves, e fazerem prevalecer só as mentiras ou os faz-de-conta que eles colocam em filmes como esse Independence Day ou digamos, também, num Arquivo X?

A Ameaça Extraterrestre:

Convém agora analisar o lado negro da Ufologia, que possui muitos adeptos entre os ufólogos, dentre os quais eu me incluo (Ver meu livro: A Grande Conspiração Universal) e encontramos também o renomado pesquisador e ex-jesuíta Salvador Freixedo. No lado negro da versão ufológica, se delineiam planos de dominação mundial, de conspiração mundial e universal. com a presença de seres nefastos tanto daqui como de outras latitudes. Em suma, aspectos que nos levam a refletir e a meditar. Vejamos agora o que diz Salvador Freixedo em seu livro La Amenaza Extraterrestre, no capítulo X que se intitula Taxonomia e Anatomia dos EBEs ou ETs. Tipo número 1 ou Reticulianos Estes ETs são assim chamados porque eles mesmos dizem ter vindo de um planeta que gira em torno da estrela Zeta Retículi.

A cor da pele desses ETs é cinza. São baixos e medem entre 1,20 a 1,40 m. Possuem uma cabeça grande, crânio pelado e olhos rasgados, tipo asiático. Esse, aliás, é o esboço que fazem todos os que fizeram contatos com eles e os viram. São extremamente mentais, isto é, com uma grande capacidade de utilizar forças mentais, com um grande domínio da telepatia. Fazem parte de uma mente grupal ou de uma egrégora mental sui generis, mas têm uma consciência personificada muito pouco desenvolvida, dando a impressão de que se comportam como se fossem meros componentes de um batalhão militar ou simples robôs. Este é o ponto fraco desse tais reticulianos. O propósito deles é alcançar um conhecimento científico cada vez maior, e por meio disso acabar dominando a humanidade e o mundo inteiro. Têm também uma grande capacidade para dominar a matéria. Podem mudar sua aparência externa ou física, além de criar inclusive robôs biológicos, como muito provavelmente criaturas deles são os tão comentados chupa-cabras.

Parecem estar sempre interessados em experiências genéticas, e querem se cruzar com a espécie humana, para criar uma raça híbrida superior à deles e à nossa. E essas insidiosas atividades eles vêm desenvolvendo há muito tempo, desde que se implantaram no nosso meio, graças à permissões estranhas, promanadas de figurões do Governo Invisível, MJ-12 e que manda inclusive nos EUA.

Estão grandemente interessados em monitorar as mentes de certos humanos mediante aparelhos que lhes implantam na infância (dispositivos, chips), e e tempo em tempo, digamos de sete em sete anos, mais ou menos, revisam os humanos escolhidos sem que estes se dêem conta do que lhe acontece e como acabaram envolvidos e submissos. Por meio dessa manobra, vão adquirindo conhecimentos a nosso próprio respeito, e também implantam em nossa sociedade idéias que interessam só a eles, para melhor nos dominar. No informe Matrix se descreve detalhadamente como são seus processos de doutrinação dos seres humanos, consciente e inconscientemente e que eles chamam de inculcação. Neste particular, o governo dos EUA, juntamente com suas CIA e NSA, têm alcançado muitas informações que usaram e seguem usando de modo muito eficaz em seus trabalhos de espionagem, para silenciar personagens muito especiais e perigosas, segundo o critério deles, e para conseguir impunemente seus propósitos mais difíceis e arriscados.

Atualmente existem indivíduos chamados ciborgs (meio corpo de homem, meio autômato mecânico) que, quando em seu cérebro percebem um sinal eletromagnético ou uma ordem telepática, passam a atuar como robôs e acabam executando cegamente determinadas ações criminosas para as quais foram programados. Os reticulianos são mestre em programar seres humanos desavisados. Segundo parece, estes ETs ou EBEs (Seres biológicos extraterrestres) rechaçaram um tratado que lhe foi proposto pelos governos de alguns países da Terra, e que exigiram destes reticulianos toda uma tecnologia ultra avançada para ser usada militarmente.”

Tipo número 2: Grays ou cinzentos chamados Rigelianos

Estes ETs se chamam assim porque afirmam vir de um sistema planetário chamado Rigel. De certo modo são aliados dos reticulianos ou tipo número 1 Fisicamente são até muito parecidos, ainda que com olhos redondos e grandes. Estes ETs são os que agora se relacionariam com o governo dos EUA e com ele têm convênios. (Eu, autor deste artigo penso o contrário. Acho que quem fez convênios com certos Governos foram os reticulianos e não rigelianos).

Dizem que os EUA está arrependido com seu acordo, depois de ter-se dado conta do engano do qual foi vítima. Atualmente estaria inclusive tentando se libertar da presença dos rigelianos para que a raça humana não continue sendo prejudicada como vem sendo ultimamente. Informações dizem que os rigelianos são uma raça geneticamente prejudicada, mas que, quando com saúde, tem uma pele amarelada-verdosa. porém, quando não possuem material glandular e carne moída de vítimas raptadas, e que esfregam em sua pele, passam a apresentar uma cor cinza de ratos. Uma característica muito importante desses rigelianos é que não são capazes de sair de nossa dimensão temporal ou do tempo comum a todos, como certos reticulianos e outros ETs fariam. Também são pouco personificados, como os reticulianos, fazendo parte de um grupo, e aparentemente são tão militarizados quanto eles. Costumam repetir:

Somos apenas UM“, (mas não são o UM Superior), “Estamos amarrados“.

Aparentemente tem um sistema digestivo danificado, devido aos resultados de uma guerra atômica que sofreram milhares ou senão milhões de anos atrás, daí terem de se nutrir através da pele. O alimento dos rigelianos consiste numa espécie de sopa celular, que é processada utilizando tecido bovino por meio do qual untam sua pele.

Estes ETs tipo 2 são os que utilizam o gado e realizam a maior parte das matanças e mutilações de animais, a fim de se alimentarem. Se necessário, não vêem inconveniente algum em fazer a mesma coisa com seres humanos. Levam a cabo, freneticamente, experiências genéticas com homens e mulheres, não por amor à ciência ou à Verdade, ou para obter um cruzamento mais perfeito, mas sim para conseguir conservar sua própria espécie e lograr reproduzir-se de uma maneira mais natural, já que devido a defeitos que eles apresentam em seu aparelho reprodutor, todos eles são fruto da clonagem. Este é o motivo de tanto os reticulianos como os rigelianos sempre se apresentarem praticamente iguais, quanto ao aspecto.

Tentaram levar o gado terrestre para outros sistemas solares, mas os pobres animais não conseguiram sobreviver lá. Segundo se sabe, estes EBEs infiltraram-se massivamente em nossa civilização e sociedade. Mantém bases em todo o mundo, especialmente nos EUA, e controlam todos os aspectos de nosso meio ambiente.

Segundo Paul Benewitz esses ETs estão em nosso planeta há uns 50.000 anos. Na atualidade, a raça humana está sendo submetida a um verdadeiro bombardeio mental, sem se aperceber disso. Também se valem de líderes enganadores, de falso iluminados e de muitos outros tipos mais para manter seu controle sobre a raça humana. Como os reticulianos, são também mestres em manipular as forças da mente humana. Parece que graças a ensinos especiais desses rigelianos, a própria CIA americana conseguiu alcançar uma enorme eficácia nesse campo de manipular a psique alheia.

O Informe Matrix assim resume as atividades desses dois tipos:

a) se clonam a si mesmos em úteros que lembram bexigas;

b) fecundam mulheres humanas para extrair-lhe o feto, e gerar daí um híbrido;

c) fabricam andróide de aparência humana, os quais têm um tempo de vida muito curto, dois a três anos;

d) adquirem material biológico do gado e de seres humanos para a sua própria alimentação e para experiências genéticas…” E Salvador Freixedo continua dizendo: “Transcrevo agora ao pé da letra, o que Valdamar Valerian conta na página 280 de seu livro a respeito do The Matrix:

Estas entidades têm total ressonância com seres humanos que possuam uma vibração mental semelhante à deles. Se determinado cidadão libera uma onda emocional com um comprimento de onda específico, não será impossível que ele acabe chamando atenção desses seres nefastos, porque esses ETs costumam, como se fossem baterias, carregar seu ser com as violentas mudanças emocionais dos homens em geral, ou se energizam a partir de seres humanos que emanam ou estão saturados com tais emoções deletérias. Esta parece ser a razão deles fazerem questão de que vivamos em guerras conflitos constantes. Para tal inclusive contribuem para que vivamos divididos, em atritos, disputas, litígios etc.”

Cito isso porque há anos cheguei à mesma conclusão e a respeito disso eu escrevi em meu livro Defendamonos dos Deuses. Depois de o Informe Matrix nos obsequiar alguma defesa psicológica contra esses ETs, ele continua dizendo em suas descrições: “Sem dúvida, há casos que este método de defesa não funciona e dependerá muito de qual tipo de ET você se deparou. Se você se encontrou com um reticuliano, de modo geral e lamentavelmente, você será picado, espetado, implantado (chips no cérebro, no corpo), se você for mulher poderá ser fecundada ou investigada com raios X e outros raios mais. E se você se deparou com um rigeliano, você poderá inclusive ser comido, cortado em pedaços miúdos, liqüidificado, ou senão torturado com projeções de formas mentais, como costumam fazer os famosos homens de preto, e que não têm nada a ver com os ridículos heróis do filme e desenhos de TV norte-americanos.

Os rigelianos são os ETs mais desagradáveis que se tem notícia, e maldito seja o governo que se permitiu fazer acordos com essa espécie, só para obter uma tecnologia avançada, como os irmãos do Norte parecem ter conseguido. Vários tipos de cinzentos ou grays têm mãos que lembram garras com três a quatro dedos, com membranas entre os dedos, como as dos patos e gansos, e tem unhas longas…” Amigos, a possibilidade do lado negro da ufologia baseia-se em revelações de estudiosos honestos e profundos, tipo Paul Benewitz, Salvador Freixedo, eu próprio, e em confissões de ex-agentes, como Milton William Cooper que trabalhou para a Inteligência Naval Norte-Americana.

Este diz, por exemplo, que o presidente John Kennedy foi assassinado pelo próprio motorista da CIA no carro onde o presidente ia. E isso porque Kennedy queria revelar ao público detalhes sobre os UFOs, sobre acordos secretos Governo e alienígenas, e sobre o grupo MJ-12, que administra tais acordos e na medida do possível manda tanto nos ETs como no Governo dos EUA. Diz-se que o presidente queria revelar também que os EUA-URSS mais alienígenas nefastos teriam conseguido chegar à Lua e em Marte na década de 50 (1956) e lá teriam construído bases. Isso bem antes da inauguração da corrida espacial que só começou na década de 60. Outro que também revela o lado negro da ufologia é o piloto da USAF John Lear, filho de Bill Lear, o criador da Learjet. John Lear teria tido acesso a Discos Voadores recuperados em acidentes, com respectivos tripulantes, senão isso a informações muito preciosas. M. W. Cooper e J. Lear garantem haver um governo secreto supervisionando as abduções efetuadas pelos ETs nefastos. E que os abduzidos sempre acabam apresentando implantes (chips), os quais certamente haverão de ajudar quando chegar a hora ideal em que esse Governo Secreto mais ETs trevosos escravizarem todo o mundo, via doutrinação conveniente e via difusão e a utilização de drogas. Os implantados, graças às drogas, obedecerão mais facilmente aos seus monitores.

A cabeça desse governo secreto seria o MJ-12 mais os Illuminati modernos e que eu chamo “esses poucos que constituem a anti-raça humana“. A coisa toda se resume assim: dúzias de discos voadores se acidentaram durante os anos 50-60 e o Governo norte-americano os recuperou todos. Em 1962 lançou o projeto Redlight (Luz Vermelha), para tentar descobrir como voavam estas naves capturadas e que foram guardadas no setor S-4 da Área 51, setor esse que não estaria mais sob o controle dos EUA.

Os ETs hóspedes e nefastos teriam tomado conta dele. Por meio do projeto Redlight alguns figurões dos EUA tentaram construir discos voadores artificiais, com tecnologia convencional para confundir o povo em geral e principalmente os ufólogos e jornalistas bisbilhoteiros. Isso os levaria a pensar que os UFOs eram terrestres. Ademais, tentaram também fazer funcionar os discos capturados com pilotos comuns e não foram poucos os seres humanos que acabaram morrendo em tais tentativas. Mais tarde o Governo americano fez um acordo com seus hóspedes tramposos ou ETs.

Estes então poderiam controlar o o segmento S-4 da Área 51 e abduzir quantas pessoas pudessem, providenciando porém uma lista das pessoas raptadas ou que viessem a abduzir. Em troca teriam que transferir parte de sua tecnologia ao Governo americano. Em 1973, alguns setores especializados do Serviço Secreto descobriram que os ETs abduziam mais pessoas do que haviam posto em suas listas. E isso ocasionou um confronto entre ETs e humanos em 1978/1979. Certos cientistas da CIA que trabalhavam com esses ETs e nessas bases, (principalmente na famosa base de Dulce), ao descobrir certas experiências horrorosas que os ETs efetuavam, se rebelaram contra os mesmos.

Os alienígenas reagiram e mataram 44 cientistas, prendendo outros mais. Alguns esquadrões da Força Delta do exército americano foram enviados como reforço para resgatar tais cientistas e militares Parece que também foram derrotados. O acordo EUA alienígenas nefastos foi então rompido. E mesmo assim os ETs continuaram abduzindo pessoas. E era um em cada dez indivíduo os que eles raptavam. Parece um exagero mas talvez não seja. Utilizam tais seres em suas experiências nefastas. Não poucas vezes tais ETs rigelianos ou reticulianos, tanto faz, mutilam seus raptados, os matam e os comem. Ou senão a partir das mulheres raptadas ou abduzidas inconscientemente tentam produzir andróides em laboratórios subterrâneos, como os da base de Dulce. Na década de 80 o MJ-12 de certa maneira conseguiu que o Governo americano fizesse as pazes com tais ETs. Humanos e EBEs voltaram a trabalhar juntos para alcançar sabe Deus o que.

E pelo jeito, os EUA se enriqueceram ainda mais com tecnologias estranhas e avançadas que, quem sabe, possam ter sido fornecidas por tais alienígenas ou hóspedes safados. Nos anos 50 ETs benevolentes chamados nórdicos ou procianianos tentaram se aproximar do EUA e pediram que este cessasse com suas experiências atômicas. Quiseram oferecer segredos de uma melhor vida espiritual. Os americanos queriam tecnologia e rejeitaram as propostas e também o pedido de parar de fazer uso de bombas atômicas em experiências fúteis. E conforme o que muitos dizem, foi também nessa década que os americanos se juntaram aos cinzentos. Eu, sinceramente suspeito que esse acordo já tinha sido feito nas décadas de 30, quando os alemães começaram a receber segredos de Aldebaran para construir discos voadores. E desse intercâmbio todo e hospedagem de ETs, nos EUA saltou fora a famosa irradiação do radio-teatro Guerras dos Mundos de Orson Welles, em 1938, baseado numa novela ficção científica de George H.Wells.

A conspiração culmina com a presença do MJ-12, hoje conhecido como PI-40, e que é a cabeça do Governo Invisível. E tal conspiração veio a público graças à descoberta de um documento secreto assinado pelo então presidente Truman, em 1947, ordenando a formação desse grupo MJ-12. Mas a verdade é que tal documento é apenas a parte de uma trama bem mais antiga. No que diz respeito ao lado negro da ufologia, também conhecida como a Grande Conspiração, alguém denunciou que os ETs nefastos estão subjugando totalmente a mente humana. Só não foram até as últimas conseqüências porque os ETs benevolentes ou os Filhos da Luz, mais forças super humanas poderosas e positivas os impedem e proíbem. Os grays ou cinzentos já dominam o mundo e nossa mente devido ao fato de que o homem sempre foi levado a pensar mal e a enxergar pior, geralmente só reconhecendo as enjambrações de terceiros ou as suas próprias. Por conseguinte, isto que dizemos conhecer como realidade imediata, realidade cotidiana, nada mais é do que uma poderosa projeção mental de magos negros de pretensas fraternidades, e que condicionam a mente do povo em geral e o levam a repelir qualquer novidade e qualquer tentativa de modificação para melhor. Por exemplo, vemos tudo conforme a visão científica das coisas quer, visão que não passa de um simples conjunto de informações convenientes a eles, geralmente falsas, bem catalogadas e equacionadas, mas que nada tem a ver com uma descrição correta do que seria a Verdadeira Natureza.

O universo que a ciência descreve não passaria de um modelo mental deles. As estrelas, as galáxias, os planetas não existiriam em si, havendo no seu lugar apenas situações existenciais que pulsam com as mais variadas freqüências resultando em Manifestação Autêntica. O que parece haver são paredes interdimensionais que acabam onde outras começam, confinando entre si uma infinidade de possibilidades. Atrás do materialismo vigente e induzido, estariam os ETs nefastos a fortalecerem as ilusões vigentes e a condicionarem as mente humana para que formem uma rede plasmática de pensamentos ou liberem ondas mentais convergentes, as quais se transformam em alimento para larvas e vampiros do além e do aquém. Os cinzentos ou grays assim como suas naves seriam autômatos, robôs e ciborgs do além, emanados por uma única fonte mental alienígena, de baixa vibração, chamada Demiurgo, e que seria o controlador de nossa falsa realidade cotidiana. Este falso deus ou pretenso ente do além tem como aliados alguns seres humanos de baixo calão ou de padrão vibratório negativo, que ambicionam toda a riqueza da Terra e o Poder Absoluto.

Ao longo tempo, o Demiurgo vem mantendo a humanidade aprisionada na superfície terrestre, completamente inconsciente, para que sirva de pasto e viva como o gado. Os homens não sabem de suas possibilidades espirituais e poderes mentais positivos. As igrejas esconderam tudo isso. Apenas vão vivendo uma falsa vida que é um legítimo faz-de-conta. Para combater esses alienígenas nefastos que vêm de planos existenciais adjacentes e não de outros planetas, existiriam os ETs benevolentes, os Filhos de outros planos existenciais positivos, e que nada mais seriam do que Luz Consciente que se densifica na forma de ETs realmente amigos, na forma de Mestres e naves, tudo para nos mostrar que as coisas não são exatamente como as pensamos. Na medida do possível são tais ETs benevolentes, por que não dizer os procianianos, com aspecto humano ou quase, os que seguram as rédeas dos ETs nefastos e buscam até mesmo neutralizá-los quando se torna necessário. Além deles, há também humanos hiperbóreos, também do tipo nórdico que fazem a mesma coisa. E um confronto final terá que acontecer, porquanto o demiurgo e seus ETs nefastos, mais humanos danados não podem mais prevalecer. Tal confronto, se acontecer, lembrará muito bem a batalha de Armagedom sugerida pelo Apocalipse.

Os discos voadores não são máquinas com tripulantes. São seres vivos redondos que se transformam em máquinas aparentes, com tripulantes também aparentes. Estes seres especiais dominam nossa densidade material quando querem e como querem, já que a pasta material ou o átomo em si não existe. Podem mudar de forma a todo momento, transformando-se tranquilamente em caminhões, automóveis, helicópteros, aviões etc. Os ETs nefastos se mimetizam em animais, em estranhas formas de vida, em elementais e em pessoas. Há quem afirme que as naves positivas possuem uma auréola luminosa de um branco imaculado, e as naves negativas seriam habitualmente coloridas.

O Informe Matrix fala de 5 tipos de ETs. Mas em verdade seriam 22 raças diferentes as que atuam na Terra, sendo que 18 desses raças seriam negativas. Estes últimos, mesmo assim, se fazem passar por mensageiros do amor, salvadores da humanidade, tentando prevenir a humanidade a respeito de seu trágico fim, e que eventualmente seria o fim deles. Sendo assim, determinados comandantes que querem nos ajudar, em verdade seriam negativos e estariam compactuando com o Demiurgo e o seu ministro a Besta-Golem.

O principal objetivo da conquista mundial é utilizar os seres humanos como cobaias de experimentação, criando a partir daí novas formas de vida, alimento abundante e reserva de energia ou vitalidade para os cinzentos e para o próprio Demiurgo. Para quem não sabe, convém informar que todos estes provocam guerras e acidentes graves para que os próprios humanos se desesperem e se destruam mutuamente. Os homens com suas agonias e sofrimentos liberem energia ou vitalidade que é sugada e vampirizada por elesInduzem a que os homens superpovoem a Terra para assim dispor mais alimento em sua granja humana, que aliás, é o que vem fazendo boa parte da humanidade.

Logo, logo os ETs nefastos poderão se fazer presentes em nosso meio com seu aspecto original e com suas naves. Junto com seus aliados terrestres, alguns poucos que constituem a anti-raça humana, certamente haverão de implantar uma nova ordem de escravidão para os sobreviventes humanos. Aqui então passará a prevalecer um único governo, formado pelos grays e tendo como ministros os membros do Governo Invisível encabeçado pelo Demiurgo e sua Besta-Golem.

Para o nosso meio, mandarão seu falso messias ou o anticristo, se por aqui já não se encontra.  A humanidade que sobreviver, uma parte será aprisionada e servirá como alimento e a outra parte será totalmente subjugada e trabalhará como escrava de pretensos eleitos e dessa raça de alienígenas mau caráter. Oxalá que tudo o que está sendo dito e sugerido aqui não passe de um delírio e de invencionice pura. Mas neste ponto do desenrolar dos acontecimentos, não se pode aceitar nada de modo gratuito nem se deve rejeitar nada, e sim simplesmente estar atento e ficar precavido. Leia mais no tópico

Operação Argus

Título: O Disco Voador de Schriever

– Pesquisador Ruy Martins – Portugal (divulgação autorizada pelo autor)

Os primeiros projectos relativos à construção de aeronaves discóides remotam ao ano de 1941, quando dois técnicos alemães, o Flugkapitan Rudolph Schriever (que anunciou a sua construção depois da guerra terminar), Habermohl e um italiano, Bellonzo, apresentaram ao governo nazi os seus desenhos. O primeiro protótipo seria testado na Primavera de 1941, segundo algumas fontes, segundo outras em Agosto na secção. Este da fábrica BMW em Praga. Em 1944, Schriever, Habermohl, Miethe e Bellonzo construiram um aparelho de maiores dimensões do que o primeiro, usando as mesmas turbinas a jacto produzidas pela BMW. Segundo Renato Vesco este aparelho “O Kugelblitz (nome de código do V-8) que combinava um equipamento de tiro electrostático com um de micro-ondas fabricado pela Patent-Verwertungs Gesellschaft de Salzburgo, instalados numa massa compacta de asas, cauda e fuselagem como os aviões vulgares, mas não sendo semelhante a eles em forma ou performance.”

Estas referências surgiram em 1975 na revista  aeronautica oeste-alemã Luftfahrt International onde se escrevia que Schriever falecera em 1950 e que nos seus papéis tinham sido encontrados planos e textos mencionando grandes discos voadores. Bellonzo teria morrido nos anos subsequentes ao final do conflito, quanto a Habermohl, o terceiro cientista envolvido neste projecto, teria sido capturado pelos soviéticos perdendo-se-lhe depois o traço. Uma outra fonte que refere o V-8 pode ser encontrada num relatório a Mussolinido seu SID – datado de Janeiro de 1944: “Fonte fiduciária comunica que o corpo aeronáutico das SS e o Estado-maior técnico deste corpo, fazendo suas as istâncias prementes do marechal Goering para a preparação do caça resolutivo, fizeram confluir na reunião industrial das G. Werke todo o progresso aeronáutico do último biénio. O acopulamento do princípio do aeromotor de planta redonda (´raio redondo´: Kugelblitz) com a estabilização giroscópica do grisu sintético, com o canhão multiplo a pressão, com a pilotagem radiotelevisiva e com a descolagem e aterragem verticais, são o último invento de um novo avião a reacção redondo, uma espécie de ‘disco’, que faz lembrar alguns desenhos antigos.”

Segundo Schriever um modelo de pré-produção estava pronto e preparado para entrar em testes numa unidade operacional quando em Abril de 1945perante a aproximação das forças aliadaso engenho foi destruído e os seus planos destruídos ou roubados. Teria sido este engenho que Georg Klein observou em 14 de Fevereiro de 1945, um testemunho que é contradito pelo Diário de Guerra da 8ª Força Aérea dos EUA onde se refere que esse dia foi um dia de nuvens baixas e de fraca visibilidade, certamente não o dia ideal para testar o único protótipo de um tipo revolucionário de disco voador.

Exceptuando as fontes do SID, os restantes elementos sobre estes engenhos voadores provêem dos seguintes artigos publicados em revistas oeste-alemãs: Untertassen-Flieger Kombination“, Der Spiegel, 30 de Marco de 1950. “Fliegende Untertasse in Deustschlanderfunden“”, Sonderbericht der Deutsche Illustrierte, S.1350, 1951. “Fliegende Untertassen-eine Deutsche Erfindung“, Criticus, No. 26, Junho 21, 1952. “Die Deutsche Fliegende Untertassen“, Das Ufer-die FarbIllustrierte, No. 18, 1 de Setembro de 1952. “Flugscheibe flog 1945 em Praga“, entrevista com Georg Klein, Welt am Sonntag, 25 de Abril de 1953. Wunderwaffen 45Bild am Sonntag, Fevereiro 17 de 1957. “Die UFOs-eine deutsche Erfindung“, Das neue Zeitalter, 5 de Outubro de 1957. “Flugkreisel, irdisch“, Geun &Welt, No. 14, 2 de Abril de 1959. “Deutsche UFOs schon 1947/48 einwandfrei beobachtet“, Das neue Zeitalter, 6 de Fevereiro de 1965. “Projekt Flugkreisel“, Bremerhavener Zeit (fotocópia não datada); e “Deutsche Flugkreisel“, Luftfahrt International, No. 9, Maio-Junho, 1975.

Título: O Disco Voador de Miethe

– Pesquisador Ruy Martins – Portugal (divulgação autorizada pelo autor)

Tratava-se de um aparelho discóide construído sob a supervisão pessoal de Miethe que teria efectuado um único vôo bem sucedido em 4 de Fevereiro de 1945, atingindo 11.450 metros de altitude em 3.12 minutos e sendo capaz de desenvolver uma velocidade de 1.960 km/h em vôo horizontal (segundo Lusar: “subiu a uma altitude de 12.400 metros e alcançou uma velocidade de 2.000 km/h em vôo horizontal“). Antes deste protótipo bem sucedido terão sido construídos vários outros, com um sucesso bem menor, pois terão explodido em pleno vôo, vitimando um total de 18 pilotos de ensaio. Estas experiências eram conduzidas por Miethe nos laboratórios do 10º Exército em Essen, Dortmund, Stettin e Peenemunde. Dado o recuo da frente, o último local de testes acabou por recuar até Breslau (segundo Vesco, em  Kahla, na Turíngia), cidade também acabaria por ser ocupada pelas das tropas soviéticas. Seria então que segundo uma versão norte-americana, três engenheiros e uma grande quantidade de documentos seriam capturados, carregados em automóveis e enviados a toda a pressa para Kubiscev, no Volga, e, depois, para lá dos Urais.

Ainda segundo esta versão, o Eng. Miethe teria escapado à captura fugindo a bordo de um Messerchmitt e alcançando o Cairo, onde encontrou refúgio sendo ajudado por algum tempo pelo quartel-general da Liga Árabe. Algum tempo depois, mudar-se-ia para Telavive onde se sabe que vivia em 1947, altura a partir da qual se lhe perdeu completamente o rasto. Os motores da V7 possuiam um compressor de seis estádios, uma câmara anular de combustão e uma turbina especial, particularmente estudada para os vôos estratosféricos, dado que o aparelho podia ultrapassar 20 mil metros de quota. Os turbopropulsores internos estavam munidos de dispositivos de póscombustão, que foram encontrados pelos soviéticos em Berlim-Baasdorf, onde uma parte dos colaboradores de Miethe tinham instalado um laboratório particularmente apetrechado para as pesquisasm neste campo. Os turbo reactores da V7 eram accionados por uma mistura comprimida a base de hélio. Os reservatórios externos do gás, colocados sob o aparelho, eram blindados. Sabe-se que efectivamente a BMW realizou alguma pesquisa em turbinas  gás nas suas instalações subterrâneas em Wittringen, nas cercanias de Saarbrucken, que depois seriam transferidas para sete complexos subterrâneos na Turíngia e Nordhausen, nas montanhas do Harz.

“O Disco”, disse Miethe na sua entrevista a uma revista leste-alemã acima referida: não estava armado. Decidira-o confiando na sua prodigiosa velocidade e nas altas quotas que podia atingir.

Um dos meus colaboradores, feito prisioneiro pelos russos, dizia a este respeito: ‘Equipem a V7 com 17 ou 18 canhões de 20 mm e torna-lo-ão tão pesado que será obrigada a voar a baixa quota.’ Eliminando o armamento, estará em condições de defender-se porque poderá alcançar quotas elevadíssimas. Com efeito, o disco podia alcançar 20 km de quota com um raio de acção de 41 milhas e uma velocidade supersónica.Com efeito, a V7 tinha poucas probabilidades de ser interceptada pelos caças inimigos. O meu aparelho podia ser guiado em percursos bastante consideráveis por uma tripulação de 3 homens e em distancias superioresa18/20mil quilómetros, pelo posto de rádio da base de partida.”

O aspecto final da V-7, segundo a versão americana, era o de um disco olímpico com um diâmetro de 42 metros. Doze turbinas estavam dispostas a iguais distâncias no interior de um anel metálico movel, anel que podia girar como a coroa de um giroscópio, em volta de um corpo central esférico e imóvel, que continha uma cabine pressurizada para pilotagem e as instalações de rádio e radar. Em volta dos reservatórios podiam colocar-se bombas de pequenas dimensões. A descolagem da V-7 podia ser conseguida em menos de 16 segundos a partir de uma rampa vertical, embora também fosse possível sem ela como um helicóptero. O lançamento era provocado por um propulsor accionado por oxigénio líquido e alcóol etílico. A V7 era construída com ligas metálicas refráctarias, isoladas térmicamente. Miethe faz uma outra descrição do seu V7 num relatório enviado para Hitler em 17 de Abril de 1944.Hoje, 17 de Abril de 1944, na presença de três coronéis da Luftwaffe, foi experimentada sob as minhas ordens no céu do Báltico a Vergeltungswaffe 7.

Passo a referir as suas características gerais e os serviços que prestou:

A V7, helicóptero supersónico equipado com 12 turborreactores BMW 028, alcançou, na primeira vez, a altitude de 20.803 m e, na segunda, de 24.200 metros. Em terra, o motor-piloto desenvolve 5500 cv no eixo e 2600 kg de pressão adicional. Duranteo vôo, 5400 cv e 2900 kg.O combustível base é o hélio. 22 metros cúbicos deste gás são suficientespara 16 horas e 10 minutos de vôo.

– Em Peenemunde a partida efectuou-se de uma rampa de lançamento vertical em 15 segundos e 8 décimos. O aparelho poderá ser accionado por energia nuclear.” Uma publicação distribuída em 1978 durante uma exposição científica na Hanover Messe Hall dos aquartelamentos do exército britânico na Alemanha, com o nome “Brisant” referia a dado ponto os engenhos voadores do Projekt Saucer de Miethe e afirmava que os centros de desenvolvimento desses engenhos se localizavam na Boémia e Mahren.

Dizia ainda que os planos tinham sido submetidos ao gabinete de patentes sob o parágrafo 30a e 9 do Patent-und-Strafgesetsbuch, ou seja, classificados de “Secretos” e entregues aos estabelecimentos de pesquisa sob controlo directo das SS. O artigo mencionava ainda que esses planos tinham sido capturados pelos soviéticos, e, numa minoria, por britânicos e norte-americanos.

Título: Os Discos Voadores em Acção?

– Pesquisador Ruy Martins – Portugal (divulgação autorizada pelo autor)

A participação do V-8 na fase final do conflito é bastante discutível. William L. Moore é de opinião que o aparelho teria efectuado um único voo de combate, cujo resultado se desconhece. Também na “Author’s Notes“, uma secção da W.A. Harbinson’s Genesis (New York Dell, 1980), se encontra a seguinte citação “O Kugelblitz, voou com sucesso poucas semanas antes do final da guerra“. Temos igualmente uma nota do SID, “para o Duce”, datada “sede de campanha, 3 de Abril de 1945, ano XXIII”, onde se lê: A nossa contra-espionagem interceptou o seguinte relatório sobre os últimos desenvolvimentos da indústria aeronáutica alemã.

Há motivos para crer que seja obra de um diplomata francês de sentimentos gaullistas, residente na Suíça. Este ter-se-ia valido de notícias fornecidas por um informador que actua no conhecido governo separatista françês presidido por Jacques Doriot no Lago Constança. Trata-se evidentemente de um agente duplo que,fazendo parte do governo de Doriot, apoiado por Himmler e Goebbels, e confidencialmente posto ao corrente dos segredos vedados à própria hierarquia militar alemã. A redacção foi decifrada pelo nosso Centro di Castiglione delle Stiviere e foi transmitida pelo chefe do Departamento Político de Investigação do partido fascista republicano, camarada Adolfo Belgieri.”

Eis a notícia propriamente dita: “O caça alemão redondo, sem asas nem leme, alcançou subitamente os quadrimotores Liberator, cruzando-os de proa a enorme velocidade e, ao passar pela coluna, emitiu algumas nuvens de fumo azulado. Passado um instante, os bombardeiros americanos incendiavam-se misteriosamente, explodindo no ar, quando o foguete alemão já tinha desaparecido no horizonte.” A notícia é assinada por Vittorio Foschini, que dirigiu o Serviço de Informações de Defesa da República Social Italiana.

Título: Alguns Comentários

– Pesquisador Ruy Martins – Portugal (divulgação autorizada pelo autor)

Se todos os historiadores são unânimes ao concordar sobre a existência da V-1 e V-2, lançadas em números importantes sobre a Inglaterra. Se a mesma unanimidade reina em relação à existência de planos e protótipos para o V-3, V-4, V-5 e V-9, e até sobre a existência dos X-1 a X-7 (os antecessores dos actuais mísseis anti-aéreos) a maior discórdia reina em relação aos “discos voadores do III Reich“, nome que receberam na literatura ufológica.

Um relatório descoberto por William L. Moore datado de 1946 da Air Division do exército norte-americano na Austria, que foi recentemente declarado acessível inclui o seguinte texto que se refere ao V-8 Kugelblitz: “A Patent Verwertungs Gesellschaft (Companhia de Utilização de Patentes) teve um começo discreto a 1 de Setembro de 1943 como uma firma dedicada ao desenvolvimento de certas patentes. ()  O Kugelblitz [foi] um equipamento de altas frequências para detecção por proximidade construído para ser usado em mísseis anti-aéreos. Este era o projecto inicial do engenheiro-chefe de desenvolvimento Richard Haas a volta do qual foi formada a Companhia. () Foram desenvolvidos três modelos, cada um melhorando o anterior. O modelo final estava pronto a ser produzido em Janeiro de 1945, mas nunca chegou até às linhas de produção. Partes do Kugelblitz estavam em laboratório, mas não o modelo completo.” O Kugelblitz foi desenvolvido para ser usado como um equipamento de detonação automática para os vários mísseis anti-aéreos em desenvolvimento.” O sucesso do Kugelblitz foi provado em testes de vôo perante uma comissão oficial no campo aéreo de Ainring e o equipamento foi considerado o melhor do género“.

Diversos são os comentários induzidos por estes extractos do relatório norte-americano.

Uma das possibilidades que imediatamente transpira é a da relação entre a Patent Verwertungs Gesellschaft e o V-8 ou Kugelblitz. Mas a data de 1943 como o ano de fundação dessa Companhia não coincide com a das primeiras investigações sobre artefactos voadores, mas sendo a grande vocação da companhia a exploração de patentes já registadas, não parece estranho que esta adoptasse os projectos já estudados por outros.Contudo, as fontes são unânimes em referir que a equipa inicial, constituída por Miethe, Schriever, Habermohl e Bellonzo, foi a mesma que prosseguiu até ao final da guerra, muito embora Miethe, Schriever e Habermohl se tivessem construído modelos em que surgem como únicos responsáveis. William Moore defende que este Kugelblitz e o V-8 fossem um e um só. intervem.

Mas o relatório indica claramente que o Kugelblitz era um componente de mísseis anti-aéreos, não um aparelho voador. Moore justfica esta confusão de dois principios distintos pelo trabalho dos Serviços Secretos alemães, mas é uma hipótese que careçe de algo que solidifique. Por outro lado, se a associação entre este Kugelblitz e o V-8 foi de facto induzida pelos Serviços Secretos não se compreende como não a levaram ao ponto de “inventarem“datas idênticas (Janeiro contra Fevereiro de 1945) e porque é que para o equipamento de orientação Kugelblit os testes decorriam em Ainring e para o Kugelblitz V-8 os testes eram executados em Breslau. Por outro lado, é evidente que a melhor táctica para desviar a atenção sobre um projecto altamente secreto como o V-8 não era tentar associá-lo a outro projecto – mesmo inventado – altamente sensível para a indústria de guerra alemã asfixiada pelos bombardeamentos aliados e desesperadamente necessitada de armas anti-aéreas eficazes. Mas suponhamos, que existiram realmente dois projectos Kugelblitz, tendo em conta a organização prussiana da administração alemã, seria possível atribuirem o mesmo nome de código a dois projectos diferentes? A resposta passa pela afirmação da época em que estes projectos decorreram, o ano de 1945.

Existem fortes indícios que apontam para o V-8 como um projecto das SS (aliás como o Natter). Ora as SS, na fase final da guerra estava, praticamente em auto-gestão, procurando autonomizar-se completamente em relação ao Estado e ao Exército alemães, neste contexto, não estranha a existência de projectos paralelos e mesmo concorrentes numa altura em que os recursos escasseavam cada vez mais e que o tempo rareava. Também neste contexto, estranhar-se-á muito menos a existência de dois nomes de código iguais, especialmente de dois projectos tão secretos. As duas mais prolíficas fontes sobre os discos voadores do III Reich, não têm documentação facilmente verificável.

Existem contudo outras referências, como a do capitão Edward J. Ruppelt, originalmente líder do Projecto Livro Azul da USAF afirmava no seu livro (The Report on Unidentified Flying Objects, New York: Doubleday & Company, Inc. 1956) que “quando a segunda grande guerra terminou os alemães tinham diversos tipos radicais de aviões e misseis guiados em desenvolvimento. A maioria desses projectos estavam nos estádios mais preliminares mas eram os únicos aviões que podiam ser aproximados das características dos objectos assinalados pelos observadores de OVNIs. Como os aliados, depois da Segunda Grande Guerra os soviéticos obtiveram conjuntos completos de dados sobre os últimos desenvolvimentos alemães. Isto, juntamente com rumores que os soviéticos estavam a desenvolver frenéticamente as ideias alemãs, causaram um elevados grau de alarme [em 1947]. () Foram enviadas mensagens aos agentes secretos ma Alemanha pedidos para que descobrissem exactamente quanto progresso tinha sido feito sobre os projectos alemães.”

Mas esta referência, é demasiado vaga e menciona apenas um boato, podendo ter tido origem nos artigos publicados na décadade cinquenta, pelo que regressamos novamente a Lusar e a Vesco. Daqueles que negam categoricamente a existência deste género de engenhos sobressai o prestigiado escritor Brian Ford que no seu “German Secret Weapons: Blueprint for Mars” (Ballantine Book Inc., 1969) concluía: “pode ter havido alguns progressos na construção de um pequeno aparelhos em forma de disco, mas os resultados foram destruídos, aparentemente antes de cairem em mãos inimigas () os curiosos relatos de alguns escritores são pura invenção: entre os quais afirmações sobre discos voadores mais rápidos que o som que podiam subir a altitudes de 40.000 pés em alguns minutos.”

Mas temos uma opinião de peso em Albert Speer, ministro da produção de guerra do tempo do conflito e Arquitecto do Reich confidente de Hitler nas suas memórias comentaria os rumores sobre a existência de uma fábrica subterrânea numa mina que empregava 3.500 trabalhadores: os protocolos do Fuhrer não fazem menção ao que quer que seja sobre esta nova arma. Não era certamente os “discos voadores” que circulos de extrema direita agora afirmam terem sido secretamente desenvolvidos pelas SS no final da guerra e escondidos de mim. A nossa tecnologia estava bastante longe desses objectos voadores.” Afirmações que são de algum consubstanciadas pelos relatórios finais das sub-comissões combinadas (H.M.S.O., Londres, 1945-47), pela comissão norte-americana Alsos em Alsos (Schuman, New York, 1947) que omitem completamente qualquer referência à existência desses engenhos.

Título: Foo Fighters

– Pesquisador Ruy Martins – Portugal (divulgação autorizada pelo autor)

Um artigo do JornalStar” de 1944 referia uma notícia originada em Paris a 13 de Dezembro do mesmo ano. Nesta indicava-se que à medida que as tropas aliadas progrediam no território alemão os alemães haviam lançado um novo aparelho na guerra. Segundo o artigo tratavam-se de bolas prateadas que flutuavam no ar. Os pilotos citados afirmavam ter visto estes objectos quer individualmente, quer em grupos, quando estavam sobre o Reich. Indicavase tambeém no artigo que se desconhecia a utilidade do aparelho, mas especulava-se sobre o seu uso como uma arma anti-aérea. Os americanos apelidaram estes estranhos aparelhos de Foo Fighters (caçadores fantasmas). O seu nome mais popular (também foram conhecidos como krautballs) deriva da então popular banda desenhada Smokey Stover onde era usada a frase “Where there´s foo, there´s fire“(aparentemente o autor referia-se à palavra francesa para fogo, feu).

Alguns vinham dançar nas pontas das asas dos aviões, quando estes picavam. Outros apareciam em grupos como aqueles 15 que foram observados pela tripulação de um B-17. Estes tripulantes observaram algo que ainda não fora visto até então: a luz destes objectos apagava-se e acendia-se intermitentemente. Outros artigos especularam sobre a hipótese de se tratar de projecteis teleguiados construídos com a finalidade de avariar os sistemas de iluminação dos motores dos aviões ou de confundir os radares dos pilotos e de facto sua aparição durante o Inverno de 44-45 coincide com a fase mais febril do desenvolvimento de novas armas pelos alemães. E se bem que tenham sido referidos por muitos ovinologistas como uma das mais recuadas manifestações do fenómeno OVNI temos que ponderar sobre a possibilidade de se tratarem de algumas das “armas secretas” alemãs. Estranha-se aqui, contudo, o seu carácter absolutamente inofensivo, com efeito,nunca se referiu na imprensa, nem mesmo nos arquivos da 8ª Força Aérea dos EUA, que tenham alguma vez danificado de algum modo as aeronaves aliadas. Por outro lado, após o final da guerra vieram a lume várias referências alemãs aos mesmos avistamentos a que chamavam de feuerball (bola de fogo), e também os B-29 que sobrevoavam o Japão observaram o mesmo fenómeno. Tudo se conjuga pois para apontar que os Foo Fighters não se revelem afinal como uma arma secreta alemã, mas de um outro fenómeno, de natureza não identificável.

Outra pista que parece indicar que os Foo Fighters não eram uma arma secreta surge numa nota datada de 30 de Abril de 1944, sempre da secção R do SID ao chefe da República de Salo, onde é revelado um  episódio de Fevereiro de 1944: No dia 12 de Fevereiro de 1944, no centro experimental na presença do ministro da Propaganda Joseph Goebbels, do SS-Reichsfuhrer Himmler, do SS-Gruppenfuhrer Heinz Kammler, de engenheiros e de oficiais superiores. O lançamento foi filmado. Durante a projecção do filme notou-se em corpo esférico, que ninguém tinha observado durante a partida do foguete, acompanhar o míssil e girar à volta dele. Pediram-se informações aos agentes alemães na Inglaterra, os quais responderam que apareciam fenómenos semelhantes sobre as bases ingleses e que os aliados pensavam tratar-se de novos engenhos provenientes da Alemanha.”

É de uma destas observações que dá conta um outro relatório do Serviço Secreto Italiano, datado de Março de 1942 a Agosto de 1943, em que se lê: O nosso fiduciário, noivo de uma rapariga de Berlim cuja irmã trabalha como auxiliar num posto de polícia,soube que um piloto americano, abatido durante uma incursão, referiu que durante as missões nocturnas sobre a Alemanha avistou várias vezes ‘discos’ e ‘globos luminosos‘ que seguiam as colunas de bombardeiros. Quando lhe perguntaram o que julgava que fossem, o piloto disse que ele e os seus companheiros (que referiram o facto aos seus comandantes ao regressar da missão) pensam que se tratavade uma arma antiaérea ‘psicológica‘ realizada pela aviação nazi.

Os discos’ com as suas aparições,mantinham as tripulações em continua tensão nervosa, baixando o seu rendimento nas acções.” Da parte do adido militar da Embaixada da República Social Italiana em Berlim, a 13 de Março de 1944, comunica-se a Mussolini que: “O Oberkommando der Luftwaffe criou o ‘Sonder Buro nº 13‘, em código ‘Operação Urano‘, formada por oficiais, pilotos, engenheiros aeronáuticos e consultores científicos, para recolher, avaliar e estudar os relatórios de observação dos pilotos sobre ‘estranhos objectos voadores‘ que aparecem perto dos aviões alemães e que são invulneráveis e velocíssimos. Com efeito, parece que os alemães começaram a ver estes ‘estranhos objectos desde 1943, tanto que um seu agente secreto introduzido no Intelligence Service e que faz jogo duplo teria referido que os ingleses consideravam esses fenómenos como armas secretas nazis. Com esta finalidade, tinham criado um departamento encarregado de documentar-se sobre esse fenómeno, confiado ao tenente-general Massey.”

Após ter realizado um inquérito preliminar este departamento dos Serviços Secretos britânicos tinha concluído que as luzes que circulavam no meio dos bombardeiros eram flashes provocados com fins psicológicos para desorientar e assustar os pilotos. Existem algumas explicações bem prosaicas que podem explicar alguns destes avistamentos. Por exemplo, a gelatina da película fotográfica pode fazer aparecer na revelação efeitos facilmente confundidos com Foo Fighters. Outros efeitos semelhantes foram vistos mais tarde em quase todos os filmes relativos a lançamentos de mísseis. Trata-se frequentemente de reflexos solares e, mais frequentemente ainda, de partículas de gás que escapam do foguete e pregam partidas desagradáveis através dos raios solares ou da atmosfera.

Outra explicação foi fornecida por um ex-oficial aviador da USAF que quis permanecer incógnito, porque nos últimos anos de guerra na Europa fizera parte do serviço informativo do VIII Exército Aéreo aliado e, segundo parece, ainda trabalhava para uma repartição da USAF, declarou à imprensa de Nova Iorque: “[] nada maisfácil do que os ‘pratos voadores’ serem o ulterior desenvolvimento de uma arma psicológica já usada pelos Alemães. Durante as missões nocturnas sobre a Alemanha ocidental avistei por vezes discos ou globos luminosos que perseguiam as formações aéreas. Como se sabia que os caças nocturnos alemães tinham potentes faróis colocados a proa ou nos cubos das hélices – faróis que apontavam imprevistamente para o alvo, um pouco para enquadrá-lo melhor mas sobretudo para ofuscar as metralhadoras das torres de comando dos bombardeiros -, resultavam frequentes alarmes que provocavam uma continua tensão nervosa nas tripulações, baixando o rendimento das suas ações. No último ano de guerra os alemães enviaram contra nós um certo número de corpos luminosos radiocomandados para perturbar o aparelho de ascensão dos motores ou o funcionamento do radar de bordo. “

Esta é uma das raras fontes que indicam tratar-se de uma Arma Secreta Alemã. Outro testemunho, mais fundamentado é apresentado pelo correspondente de guerra R. Palmer que relata um incidente sobre o vale do Reno às 10:00 PM de 23 de Novembro de 1944 com o tenente Edward Schlueter do 415º Esquadrão de Caças Nocturnos da USAF, depois de cumprir uma missão sobre a Floresta Negra, o piloto seguia o curso do rio quando a aproximadamente 30 km de Estrasburgo, o Tenente Fred Ringwald, um oficial dos Serviços Secretos que participava enquanto observador na missão observou Dezembro pequenas bolas de fogo avermelhadas voando a uma velocidade muito superior à do caça: “I wonder what those lights are over there in the hills,” disse Ringwald a Schlueter. “Probably stars,” respondeu o piloto. “I don’t think so.” “Are you sure they’re not a reflection from us?” “Positive.”

O piloto decidiu então reportar o avistamento à base: “The are about ten Heinie night fighters around here, in the sky. Looks as if they are chasing us, and their speed is high.” “You guys must be nuts! Nobody up there but yourself,” respondeu a estação de radar. Perante esta constatação da estação terrestre de radar, o observador do radar do caça, o Tenente Donald J. Meiers orientou o seu radar para o fenómeno comprovando o relatório de terra: Sure, no enemy planes showed up on the screen! And yet those red lights…”

Como a perseguição durava já à alguns quilómetros, Schlueter acabou por optar por tentar interceptar o fenómeno, e iniciou uma manobra à velocidade máxima que colocaria o caça nocturno à frente das bolas de luz. Mas, segundos depois a luz destas esmorecia até desaparecer completamente. Menos de uma semana depois, a 27 de Novembro dois pilotos, Henry Giblin e Walter Cleary encontraram uma bola de luz laranja quando voavam nos arredores da cidade de Speyer. O objecto voava a cerca de 400 km/h e a cerca de 500 metros sobre o seu avião. Interrogaram a estação de radar de terra sobre o fenómeno, que lhes respondeu não ter nada nos seus écrans. O radar do avião começou entretanto a funcionar mal, levando-os a abortar a missão e a regressar à base. O seu relatório do evento seria a primeira constatação oficial da existência dos Foo Fighters.

Outro avistamente ocorreria a 22 de Dezembro pelos pilotos McFalls e Baker, conforme consta no seu relatório: “At 0600 [a 22 de Dezembro], at 10,000 feet altitude, two very bright lights climbed toward us from the ground. They leveled off and stayed on the tail of our plane. They were huge bright orange lights. They stayed there for two minutes. On my tail all the time. They were under perfect control [por operadores em terra]. Then they turned away from us, and the fire seemed to go out.” Os mesmos pilotos dois dias depois foram perseguidos por outro Foo Fighter que de súbito “changed into na airplane which did a wing over! Then it dived and disappeared.”

Outro encontro, em data e hora desconhecidas, faria cruzar  uma fortaleza voadora americana com uma formação de mais de quinze bolas de fogo, que se acendiam e apagavam, aparentemente com relação à sua própria velocidade, segundo conta o relatório então escrito: “one by one the balls approached so close that they almost touched the wings. They were huge, spinning balls, and for a short time we felt an intense sensation of heat.” Como aconteceu em outros encontros, o radar de bordo deixou de funcionar.

Outro  encontro, sobre território alemão, envolveu uma única bola e uma fortaleza voadora. De regresso à base o piloto foi ridicularizado pelos seus camaradas que lhe diziam que tinha visto as “virgens do Reno“. Mas dois dias depois teria um encontro semelhante, mas desta vez decidiria voar directamente para o fenómeno. Quando estava próximo do engenho, ouviu um som “like the backwash of invisible planes“, após o que o fenómeno se afastou.

O piloto retomou o seu rumo, conseguindo ainda observar a bola imóvel a alta altitude completamente imóvel. A 12 de Janeiro de 1945 várias tripulações de bombardeiros que tinham voado sobre a Alemanha reportaram encontros semelhantes. O último encontro registado teve lugar no começo de Maio de 1945, quando um piloto do 415º Esquadrão que voava sobre as bolsas de resistência alemãs em Pfalzerwald observou 5 bolas à distancia em formação triangular.. Todos estes relatos acabaram por chegar à American Legion Magazine, que em Dezembro de 1944 publicava relatos sobre esses encontros e comentários de oficiais dos Serviços Secretos que sugeriam que esses fenómenos era aparelhos radio-controlados que os alemães enviavam para interferir com os radares aliados durante os bombardeamentos nocturnos.

A primeira explicação mais “científica” surgiria a 1 de Janeiro de 1945, quando o editor científico da Associated Press, Howard W. Blakes numa entrevista radiofónica dizia que os Foo Fighters eram apenas fogos de santelmo, ou seja luzes naturais produzidas por indução electroestática das asas e extremidades dos aviões, como não eram objectos materiais não apareciam nos monitores  dos radares. Em finais de Janeiro de 1945, os Serviços Secretos americanos encetaram uma investigação sobre os Foo Fighters, mas como estas não mostravam qualquer agressividade, a investigação acabaria por ser congelada, estado em que permaneceria até ao fim do conflito na Europa. Apesar das indicações que sugerem que os Foo Fighters não fosse uma Arma Secreta Alemã não falta que estabeleça essa relação, inclusivamente com a série V-7 e V-8 de que já falámos. Nesta interpretação, os Foo Fighters seriam uma espécie de minas voadoras, concebidas para se elevarem rápidamente a grandes altitudes onde deviam explodir entre as formações de bombardeiros aliadas. Consistiram ainda nesta versão – de esferas rodeadas por pequenas asas movidas por pequenos motores semelhantes aos das V- 1.

Quando os engenhos chegavam à altura da formação aliada eram detonados via rádio. Segundo estas fontes estes engenhos tinham até 15 metros de diâmetro e podiam deslocar 1 a 3 toneladas. De entre aqueles que defendem que os Foo Fighters eram armas secretas alemãs sobressaí o nome de Renato Vesco que acredita que se tratavam de veículos voadores não-tripulados com o nome de código Feuerball. A principal finalidade desses engenhos era interferir com os radares aliados através da ionização da atmosfera na sua imediata vizinhança com fortes campos electroestáticos e impulsos electromagnéticos gerados por válvulas Klystron. Controlado a partir de terra via radio, a propulsão era retirada de um motor a reacção de um tipo especial que era a causa do halo luminoso que daria ao engenho o nome de “bola de fogo“. Também se sabe que a Alemanha na fase final do conflito usou uma série de balões que transportavam reflectores do sinal do radar que pretendiam alterar a configuração aparente da terra que os observadores de radar a bordo dos bombardeiros aliados viam nos seus radares. Sabe-se que esses balões foram lançados sobre os lagos de Wannsee e Mueggelsee, dois pontos de referência privilegiados para a navegação aliada. Outros balões, nome de código Aphrodite, pintados de negro deviam lançar folhas de estanho durante os ataques aliados de modor a lançar a confusão nos radares.

Existe óbviamente a hipótese das bolas de fogo serem fenómenos naturais. A existência de trovões em forma de bola está hoje completamente firmada. Estes trovões que se formam naturalmente em certas condições de humidade e na presença de campos electromagnéticos fortes podem ter sido criados pelos intensos bombardeamentos aliados e sido fomentados pelos frequentes vôos aéreos sobre as regiões onde foram observados. Os relatos da presença de Foo Fighters na Europa (também foram reportados sobre o Japão) concentram-se numa área entre Hagenau na Alsácia-Lorena e Neustadt an der Weinstrasse no Reno, nos últimos meses antes do colapso alemão. Um relatório depositado no Imperial War Museum de Londres assinado pelo Marechal Yanow quando era correspondente da Reuters no Quartel General Aliado em Paris, após a libertação, segundo um artigo publicado no South Wales Argus em 13 de Dezembro de 1944: “The germans have produced a ´secret´weapon in keeping with the Christmas season. The new device, which is apparently an air defense weapon, resembles the glass balls which adorn Christmas trees. They have been seen hanging in the air over german territory, some times single, sometimes in clusters. They are colored silver and apparently transparent“.

Um outro artigo, desta vez extraído do Herald Tribune datado de 2 de Janeiro de 1945: “Now, it seems, the nazis have thrown something new into the night skies over Germany. It is the weird, mysterious ´Foo Fighters´ balls wich race alongside the wings of Beaufighters flying intruder missions over Germany. Pilots have been encountering this eerie weapon for more than a month in their night flights. No one apparently knows what this sky weapon is. The balls of fire appear suddenly and accompany the planes for miles. They seem to be radio-controlled from the ground, so official intelligence reports reveal

Estes fenómenos são profusamente mencionados no “Intercettate Senza Sparare” do autor italiano Renato Vesco. Para o autor, os Foo Fighters eram, na realidade, armas secretas alemãs denominadas Feuerball.Estes engenhos teriam sido construídos inicialmente em Wiener Neustadr pela da Flugfunk Forschungsanstalt (FFO). Vesco descreve estes aparelhos como máquinas voadoras circulares, propulsadas por uma turbina de um tipo especial que criava um “o halo em redor do seu perímetro – provocado por uma muito rica mistura de combustível – e os aditivos químicos que interrompiam o fluxo da electricidade sobreionizando a atmosfera na vizinhança da aeronave, geralmente em redor das pontas das asas e das superfícies da cauda sujeitava o radar H2S do avião à acção de poderosos campos electrostáticos e impulsos electromagnéticos.”

Uma alegada testemunha do primeiro teste de vôo de um destes engenhos diria a propósito: “during the day it looked like a shining disc spining on its axis and during the night it looked like a burning globe.”

Além deste efeito secundário resultante destas turbinas especiais, a Alemanha também poderia ter instalado no aparelho variações dos aparelhos testados em Oberammergau, na Baviera, pelo O.B.F, no Outono de 1945, aparelhos que eram capazes de interferir com o funcionamento dos motores a mais de trinta metros de distância através de poderosos campos electromagnéticos. Este alcance era demasiado curto para que a arma fosse realmente eficaz, pelo que quando a guerra terminou estava em curso um aperfeiçoamento que triplicaria o alcance do engenho, mas que não chegaria a ser completado. Pelo menos alguns dos modelos construídos transportavam uma pequena carga de explosivos que podia ser detonada a partir de terra e pretendia evitar que alguns destroços caíssem em mãos aliadas. Os aparelhos possuiam ainda um sistema que consistia numa fina folha de alumínio electricamente isolada que quando era perfurada por uma bala estabelecia contacto com uma segunda folha e assim levava o aparelho à sua máxima aceleração vertical, afastando o engenho da zona de perigo. Seria destas primeiras experiências com o V-7 que o Serviço de Informações de Defesa (SID) da República Social Italiana receberia de um seu agente em Berlim a 13 de Outubro de 1944 a seguinte notícia: “Num centro experimental gerido pela Luftwaffe em Oberammergau na Baviera alpina, o O.B.F. ultimou uma série de investigações sobre o “radiodistúrbio de proximidade: uma máquina voadora redonda e couraçada accionada por um motor a reacção que gera um longo halo de chamas muito luminoso. O aparelho foi chamado feuerball. É capaz de avariar os aparelhos de radar dos aviões.”

Segundo Renato Vesco, as poucas dezenas de Feuerball construídas foram-no na companhia Wiener Neustadt, com o auxílio do Flugfunk Forschungsanstalt de Oberpfaffenhoffen (F.F.O.) para o seu equipamento de controle via rádio. Com a aproximação da Frente Leste, a construção foi transferida para as fábricas subterrâneas no Schwarzwald da Zeppelin Werke. Os tubos de Klystron eram construídos por uma secção do Forschungsanstalt der Deutschen Reichpost (F.D.R.P.) de Aach bei Rudolph de Lago Constança,e mais tarde também pela secção de Gehlberg da F.D.R.P., mas os seus modelos eram de inferior qualidade, o que levou a que os Feuerball que os usavam tinham que voar em formação para poderem ser minimamente eficientes contra os radares dos bombardeiros aliados.

Existe pelo menos uma referência à entrada em serviço dos Feuerball, num relatório de testes com essas armas obtido pelo O.S.S. (serviços secretos militares do EUA) que proviria de um informador na Suíça e que diz o seguinte: “A strange flying machine, hemispherical or at any rate circular in shape, attacked them at a fantastic speed destroying them in a few seconds without using any guns.” Comentava esse relatório que estas máquinas voadoras poderiam explicar o desapareimento de uma dúzia de quadrimotores durante o seu vôo para solo alemão a partir de uma não-especificada base no Reino Unido. Segundo se crê o nome de código Feuerball foi também atribuído a um equipamento experimental terrestre de radar construído pelo Post Dienstelle F do Ministério Alemão de Correios e teria sido usado para a defesa das refinarias de Leuna. Desconhecem-se as suas caracterísicas e finalidade concreta.

Título: Bases Secretas no Pólo Sul

– Pesquisador Ruy Martins – Portugal (divulgação autorizada pelo autor)

Um dos maiores mistérios da Segunda Guerra Mundial é o desesperado desenvolvimento de um tão grande número de armas secretas já quando a guerra estava definitivamente perdida. Alguns acreditam que os nazisconfrontados com a derrota eminente – estavam a construir um exército que lhes permitiria continuar a guerra noutras paragens do globo. Alguns acreditam que se tratava do Reduto Alpino, uma gigantesca série de subterrâneos ligados entre si para onde Hitler retiraria assim que a situação em Berlim fosse insustentável, outros, menos prosaicos, julgam que esse último Reduto era no Pólo Sul. O interesse pelo Pólo Sul por parte da Alemanha nazi remonta praticamente ao momento da sua chegada ao poder. Já em1938, Hitler tinha enviado o Capitão Alfred Richter para o Pólo Sul. Nessa expedição – longa de três semanas dois hidroaviões foram lançados do navio Schwabenland (baptizado expressamente para essa missão) sobre os territórios que na altura a Noruega reinvidicada sob o nome de Queen Maud Land. A expedição aprofundou os conhecimentos sobre essa região do Pólo, cobrindo uma área de 370.070 km2, fotografando quase metade dessa área. Para demarcarem esse território, os hidroaviões lançaram nessa área algumas centenas de pequenas marcas de metal com a suástica e com um esporão de modo a que ao cairem ficassem cravadas verticalmente no gelo. Ao mesmo tempo esse território era reclamado para a Alemanha.

Já depois do começo do conflito, em 1940, dois baleeiros noruegeses foram capturados pelos fusileiros do navio corsário alemão Pinguin quando estavam atracados na Queen Maud Land. Pouco depois o mesmo sucederia com toda a frota. Entre 1940 e 1941 esse navio corsário afundaria uma tonelagem total de mais de 135.000 toneladas em cargueiros aliados, até que em Maio de 1941 seria perseguido e afundado pelo H.M.S. Cornwall da marinha britânica. Mas os seus irmãos gémeos, o Komet e o Atlantis continuaram em operação até ao fim da guerra naquelas mesmas águas.Existem testemunhos da actividade de submarinos alemães nos mares do sul pelo menos até 1947.

Como se conseguiriam abastecer? Pilhavam os navios que capturavam e depois afundavam? Ou usavam algumas instalações secretas construídas durante a guerra no Pólo ? Segundo um já citado artigo da revista “Brisant“, em Abril de 1945, dois cargueiros submarinos, o U-530 e o U-977 partiram do porto báltico de Kiel transportando membros das equipas que trabalhavam com no “Projekt Saucer“, planos e componentes para aeronaves discóides. Depois de abastecerem em Christiansund a 26 teriam descarregado na Neuschwabenland. A 17 de Agosto de 1945, os submarinos terminariam a sua viagem na Argentina. Um ano depois desse interrogatório os EUA organizavam a maior – até entãoexpedição ao Pólo Sul sob o publico propósito de “circumnavegar a costa Antártida de 16.000 milhas e mapeá-la.” Tratava-se da Operação Highjump, comandada pelo experiente Almirante Richard Evelyn com 13 navios, 2 navios com hidroaviões, 1 porta-aviões, 6 transportes R4D, 6 hidroaviões Martin PBM, 6 helicópteros, agrupando mais de 4.000 homens.

A força militar reunida para este efeito era sem dúvida espantosa, especialmente se considerarmos que se tratava de uma expedição científica e que a guerra já tinha terminado. É certo que no final do conflito, o exército dos EUA tinha pessoal e equipamento em excesso e que podia reunir facilmente esses meios, mas estranha-se ainda mais que o primeiro ponto da costa da Antártida tocado pela expedição fosse precisamente a Neuschwabenland, a 27 de Janeiro de 1947, dividindo-se então em três. O relatório oficial da Operação Highjump afirma o seu completo sucesso, escrevendo-se nomeadamente que reuniu mais informação sobre o Antártico do que aquela que era previamente conhecida. Mas relatos que chegaram à imprensa afirmam que a expedição sofreu várias baixas logo no primeiro dia em que tocaram a Neuschwabenland, que quatro dos seis hidroaviões desapareceram e que embora a expedição devesse demorar cerca de 6 meses, regressou aos EUA ao fim de apenas algumas semanas, em Fevereiro de 1947. Ainda mais intrigante foi a declaração proferida pelo Almirante Evelyn a um repórter: “necessary for the USA to take defensive actions against enemy air fighters wich come from the polar regions“, caças de natureza nunca especificada.

É certo que com o advento da Guerra Fria, e numa fase em que ainda não existiam misseis intercontinentais, o trânsito pelo Pólo Norte era a via mais curta para os bombardeiros soviéticos atacarem a América do Norte. Evelyn podia referir-se a esse Pólo. Mas a entrevista abordava ao tema da sua expedição à Antártida. Então que “caças inimigos” seriam esses? Partindo da hipótese que os dois submarinos que aportaram na Argentina (facto comprovado) foram abastecer alguma base secreta alemã no Pólo, como se explica que tenham aportado à Argentina, arriscando assim a captura?

Existem várias explicações:

1) as suas tripulações podem ter optado por não ficarem nas certamente lacónicas instalações polares em condições bastante adversas e com recursos escassos;

2) a própria chefia dessas hipotéticas instalações perante a impossibilidade física de acolher os tripulantes pode ter optado por enviá-los para a Argentina;

3) os dois cargueiros podiam estar em busca de mantimentos e os interrogatórios aos tripulantes afirmam que estes esperavam acostar a uma Argentina amigável (aliás, a Argentina estivera prestes a alinhar com a Alemanha no começo da Guerra).

Existe outra questão quanto a estes dois cargueiros submarinos:

Se partiram de Christiansund a 26 de Abril de 1945 e se aportaram no Mar da Prata só em 17 de Agosto, onde estiveram durante esse período? Segundo o comandante do U-977, o Capitão Heinz Schaeffer, a sua missão era a de patrulhar o Atlântico Sul e quando estavam em Christiansund tinham ouvido pela rádio as notícias da rendição alemã. Confrontado perante a perspectiva de uma longa permanência nos campos de prisioneiros aliados, o comandante deu aos seus tripulantes a opção de serem deixados nas praias da Noruega ou de tentarem rumar até à Argentina, onde esperavam cobertura para poderem desaparecer“, à semelhança do que preparavam tantos líderes nazis. Alguns tripulantes optaram por desembarcar na Noruega, o que ocupou o submarino nessas paragens até 10 de Maio. Após o que imergiram e – sempre sem subirem até à superfícieatravessaram o Mar do Norte, o Canal da Mancha, A Península Ibérica, a costa ocidental africana até sessenta e seis dias depois emergirem finalmente em pleno Atlântico. Dias depois desembarcavam para recolha de mantimentos na Ilha Branca do arquipélago de Cabo Verde. Depois de tornarem a zarpar camuflaram o submarino colocando-lhe velas falsas de modo a que ao longe parecesse um vulgar veleiro. Só quando se aproximavam do Rio de Janeiro é que pela radio souberam que o U-530 tinha, à semelhança do que pretendiam fazer,aportado no Rio da Prata e que a sua tripulação tinha sido capturada e entregue aos EUA. Sem outra alternativa, acabaram por decidir seguir-lhe o exemplo e a 17 de Agosto aportavam também eles no Mar da Prata, onde eram também capturados.

Foi esta a história contada por Schraffer quando as autoridades militares argentinas lhe colocaram três questões:

1) Onde tinha estado o U-977 quando o cargueiro brasileiro Bahia era afundado?

2) Porque é que o U-977 só tinha aportado à Argentina 4 meses depois do fim da guerra? e:

3) O U-977 tinha levado alguém de “importância política” até à Argentina? Schraffer respondeu que nunca estivera na região onde o Bahia fora torpedeado, justificara a demora com a história acima narrada e afirmara nunca ter transportado ninguém de “importância política“.

Semanas depois, uma comissão anglo-americana desembarcava na Argentina e submetia o comandante a um interrogatório mais apertado.

Os enviados americanos insistiram na presença ou não de Hitler e Martin Bormann no submarino, e se tinham sido levados para a Patagónia ou para alguma base secreta na Antártida. Perante as repetidas negativas de Schraffer e do comandante do U-530, Otto Wehrmut, estes foram encerrados num campo de prisioneiros perto de Washington para novas sessões de interrogatórios. Por fim, os americanos cansar-se-iam e entregariam os dois militares aos britânicos que em Antuérpia conduziriam as suas próprias sessões de interrogatórios durante meses, igualmente sem conseguirem obter dos comandantes alemães outras respostas. Finalmente libertado, Schaeffer regressaria à Alemanha, mas por pouco tempo visto que meses depois partiria para a Argentina, onde juntaria à grande colónia alemã nesse país sul-americano.

A história do U-977 levantam uma série de questões intrigantes:

Desde logo ,o que teria levado os comissários aliados a acreditar que Bormann ou Hitler pudessem estar numa base alemã no Pólo Sul? Por outro lado, Schaeffer dificilmente pode ser considerado apenas “mais um” oficial alemão capturado, para além de todas as questões envolvendo a captura do U-977, o capitão também tinha passado boa parte da sua carreira protegendo os centros experimentais de Regen e Peenemunde, para o que merecera certamente uma alta classificação de segurança, o que também explicava a sua inclusão no selecto grupo de oficiais alemães que primeiro testou os novos submarinos Tipo XXI. Adicionalmente, Schaeffer não estava no Atlântico Sul pela primeira vez, tendo realizado diversas missões nessa região.Mas a permanência debaixo de água por 66 dias do U- 977 também levanta algumas dúvidas.

O sistema de Schnorkel permitia efectivamente que os motores e a tripulação recebessem ar por esse meio, mas só poderia obter o combustível necessário se se abastecesse pelo menos duas vezes num tanque, dos quais a Alemanha manteve alguns entre a Antártida e Gibraltar. Esses tanques submarinos com as suas 2.000 toneladas de combustível transportado podiam alimentar até 10 U-boats. Quando à construção de instalações subterrâneas na Neuschwabenland, não existem dúvidas sobre a capacidade técnica da  Alemanha para as construir nesse território. As construções subterrâneas alemãs na Europa assumiram proporções gigantescas e os trabalhadores e materiais poderiam ter sido discretamente transportados em cargueiros submarinos (como o U-977 e o U-530) até ao Pólo Sul.

Quanto ao secretismo, recordemo-nos que as enormes fábricas subterrâneas do Harz só foram descobertas depois da guerra, pelo que instalações muito mais secretas, mais remotas e bastante menores tinham todas as possibilidades de permanecerem secretas durante todo o tempo necessário. Embora seja provável que a um dado momento a Alemanha tenha construído algum tipo de instalações secretas na Antártida, não parece crível que essas instalações tenham alguma vez atingido as dimensões gigantescas que autores como M. K. Jessup defendem. Alías, a credibilidade das afirmações deste autor é imediatamente posta em causa quando o mesmo paralelamente à existência de bases alemãs no Gran Chaco, na Patagónia e na Antártida defende que os melhores cientistas alemães se teriam refugiado em imensas cavernas sob o solo da Lua.

Fonte: Adolf Hitler e os UFOs – Viril Armstrong.

As imagens  foram obtidas da internet.

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