Terror no Céu: O Caso Travis Walton

Esses perigosos alienígenas cinzentos, conforme descritos nos documentos de Milton Cooper e denunciados por John Lear, parecem ser aqueles que protagonizaram um dos mais espantosos casos registrados, do qual foi vítima o jovem Travis Walton -literalmente torturado no interior de um OVNI por aquelas violentas e insensíveis criaturas!

O cenário foi a pequena cidade de Snowflake, em White Mountains, Arizona, EUA, no ano 1975. Seis rapazes estavam a serviço do governo, mediante contrato, para executarem cortes de árvores na Floresta Nacional de Sitgreaves, lado leste de Pine Mountains, exatamente ali onde as antigas lendas dos índios Apaches diziam que os maus espíritos habitam e vêm do céu para roubar crianças inocentes!

Ao fim da jornada de trabalho, já noite, os jovens retornavam à cidade quando em meio à estrada que cortava a floresta avistaram ao longe um fortíssimo clarão alaranjado o qual tomava grande extensão do céu. A princípio pensaram tratar-se de um incêndio de grandes proporções, ou, muito possivelmente, um aeroplano que tivesse caído nas matas e explodido.

Algo repentino os fez mudar de idéia. O rádio do carro que tocava músicas de rock em alto volume, começou a apresentar estranhas interferências e emudeceu. O possante motor da caminhonete logo também começava a ratear. Ao chegarem mais próximo daquilo que denominaram “fogo no céu”, viram assombrados um enorme disco avermelhado que pairava sobre a escuridão da floresta!

Maravilhados com aquele insólito espetáculo, Travis Walton desceu do automóvel e correu exatamente para a parte inferior do objeto, a qual apresentava uma tonalidade azulada que contratava com a forte luz vermelha que emanava de todo o corpo do desconhecido objeto. Sem se importar com os berros dos apavorados companheiros, que aos palavrões apelavam para que caísse fora dali imediatamente, Travis foi repentinamente atingido por um intenso jato de luz brilhante que literalmente o elevou do solo alguns metros e projetou-o de volta com enorme impacto.

Justamente estarrecido e apavorado, o rapaz que dirigia a caminhonete acelerou fundo para escapar, levando os demais companheiros para bem longe daquela cena maluca, deixando o desacordado Travis entregue à própria sorte. Foram direto procurar ajuda policial e além de tudo tonaram-se suspeitos de homicídio, já que o Serviço de Investigações Criminais, por achar a estória inverossímil, logo os indiciou como suspeitos.

Como as buscas a um suposto cadáver resultaram infrutíferas, os rapazes tiveram que prestar longos depoimentos e ficaram sob custódia policial até várias equipes com jipes, cães farejadores, helicópteros e homens altamente treinados concluíssem o vasculhamento de toda a floresta.

Os dias passavam e a hostilidade dos habitantes da pequena cidade aumentava em relação a eles. O teste com o polígrafo, o famoso detetor de mentiras, provou que eles diziam a verdade, ou seja, não mataram Travis Walton e tampouco esconderam o seu corpo. Além de tudo, o aparelho altamente sensível comprovou que não mentiam em relação ao avistamento do OVNI!

No quarto dia do desaparecimento, o caso ganhou repercussão internacional atraindo para a pequena Snowflake dezenas de jornalistas e pesquisadores ávidos por notícias. No quinto dia, contudo, Mike, um dos acusados pelo suposto homicídio e também o melhor amigo de Travis, estava visitando a esposa e filhos quando o telefone repentinamente tocou. A voz do outro lado dizia: – Ligação a cobrar do sr. Travis Walton, posso completar?

A voz inconfundível de Travis, entrecortada e muito fraca pedia ajuda de algum lugar distante, precisamente um posto de gasolina abandonado, situado em uma localidade chamada Heber. Partindo para lá em alta velocidade e em meio a uma forte tempestade, havia um fio de esperança. Quando chegaram, lá estava todo encharcado, inteiramente nu e prostrado junto ao telefone público, o estado físico deplorável do que restara de Travis Walton.

Em estado de choque, gritando de pavor como um animal ao ser tocado e com o corpo repleto de estranhos ferimentos, implorava através de gestos que lhe dessem água. Travis foi então internado às pressas na UTI de um hospital, em completo quadro de coma. Os médicos constataram que ficara sem comer ou beber durante os cinco dias em que esteve desaparecido. Seu corpo apresentava curiosas perfurações: na garganta e na região adjacente aos olhos, além de arranhões e severos hematomas faciais.

A internação durou vários dias e já um pouco recuperado Travis estava meio aparvalhado e custando a adaptar-se à realidade cotidiana. Não se lembrava de nada do que lhe tinha acontecido, uma vez que teve a mente completamente apagada! Repentinamente, porém, teve um lampejo extraordinário e pôde então descrever as barbáries das quais fora vítima nas garras de sinistras criaturas desconhecidas, dignas do mais horripilantes de todos os filmes de terror:

Ao ser atingido pelo cegante raio que partira do OVNI desmaiou. Quando voltou a si estava completamente enclausurado em um compartimento hermético, fechado por uma membrana elástica esbranquiçada, assim como uma tela opaca. Estava deitado em meio a uma repugnante substancia gelatinosa -pegajosa e parecida com graxa!

Era algo repugnante. A tal membrana branca deixava-lhe pouco espaço para se mover. A mesma sensação de estar dentro de um caixão, enterrado vivo! Desesperado forçou uma das mãos através da tal membrana elástica, perfurando-a.

Um fortíssimo jato de ar penetrou então naquele casulo em que estava aprisionado. Colocando quase a metade do corpo para o lado de fora, assombrou-se ao verificar que estava em meio a centenas de outros casulos, dispostos em forma circular, em proporções gigantescas, assim como um edifício de muitos andares! tentando observar melhor, foi sugado para o lado de fora e ficou flutuando, talvez devido à ausência de gravidade.  Um forte tipo de vento jogava-o para todos os lados. Na tentativa de tentar escapar, projetou-se através de uma espécie de cordão que atava seu corpo, para um daqueles casulos que o circundavam. Foi um impacto muito forte que chegou a romper a membrana elástica que o protegia. Nesse momento, o que viu foi uma cena apavorante:

um cadáver TERRESTRE, conservado na tal substância gelatinosa verde, com um enorme buraco naquilo que fora o seu abdômen. Alguns órgãos internos estavam expostos. Fora eviscerado!

Gritando de pavor e com as mãos repletas da tal gosma verde, deixou-se cair agarrando-se à borda de um outro casulo, situado em plano inferior. A falta de gravidade fazia com ele uma dança aterrorizaste que, agarrando-se da melhor maneira que podia, tentava chegar a algum lugar daquele macabro “edifício”. resolveu então deixar-se subir para chegar ao topo, onde brilhava uma forte luz circular. Conseguiu chegar a um outro compartimento onde objetos terrestres flutuavam. Repentinamente foi sugado para uma espécie de sala onde estavam diversos macacões dependurados. Estes eram confeccionados em uma substância quase metálica, acinzentada. Seus formatos eram estranhos e flutuavam presos por cordões. Não eram coisas desse mundo!

Subitamente sua curiosidade foi interrompida por uma mão enrugada que o pegou. tentou fugir ao ver a face repugnante daquela criatura que o encarava de maneira estranha. Foi inapelavelmente agarrado por mais duas daquelas coisas e brutalmente arrastado com violência por uma espécie de túnel. Durante o caminho, esbarrava em objetos terrestres que certamente haviam pertencido a outras infelizes vítimas: óculos, sapatos, roupas!

Ao final do corredor, foi levado a uma espécie de sala de cirurgias, onde foi brutalmente jogado em uma mesa. Tão delicadas quanto uma lixa aquelas criaturas tiraram de um só golpe todas as suas roupas. Outras criaturas se aproximavam enquanto Travis gritava e esperneava. Um das “coisas” atirou sobre o seu corpo uma espécie de membrana branca que, à semelhança de um gigantesco esparadrapo, imobilizou-o totalmente, quase sufocando-o. Com uma espécie de bisturi, uma outra daquelas criaturas abriu um rasgo na altura dos olhos e outro na altura da boca. Então, foi-lhe enfiada brutalmente pela garganta, através de um único e violento golpe, uma espécie de broca, ou sonda, que atingiu profundamente a sua região abdominal interna.

Travis se debatia e pôde ver ao lado estranhos instrumentos cirúrgicos. O olhar insensível e frio daquela criatura parecia reprovar o seu desespero… Exatamente como os nosso cientistas fazem com os pobres animais, sua indefesas cobaias! A seguir, e sem a menor piedade, uma outra criatura cinzenta enfiou-lhe grosseiramente e a sangue-frio um objeto pontiagudo na lateral do pescoço, que penetrou profundamente junto ao ouvido esquerdo. E coisas ainda piores viriam: uma espécie de afastador-cirúrgico foi colocado de modo a manter o seu olho direito totalmente aberto. Dele saiu um líquido leitoso que toldou-lhe a visão, mas não ao ponto de impedir que visse, vinda da parte superior e profusamente iluminada da tal “mesa de cirurgias”, uma espécie de perfuratriz dotada de um luz vermelha central, repleta de instrumentos rotativos que se assemelhavam a BROCAS e que se encaminhavam diretamente para o seu globo ocular!

Isso foi o suficiente para que Travis perdesse os sentidos, tomado pelo pavor quando a tal broca fez contato bem junto à pálpebra e a dor foi intensa. A partir daí, o que aconteceu depois foi um mistério. Algo que ficou, contudo, bem marcado na sua memória foi a estranha presença junto ás exóticas e enrugadas criaturas que o examinaram de um ser aparentemente humano, vestido com uma espécie de uniforme azulado!  Ai o contrário delas, era alto cerca de 1,85 metro, usava capacete transparente através do qual podiam ser vistos os cabelos espessos e alourados, além da pele meio escura, bem morena. Seus olhos, castanhos-dourados, foram descritos como “estranhos”.

O que se pode então deduzir dessa assombrosa ocorrência? Primeiramente que Travis Walton escapou por pura sorte. A existência de centenas de casulos no interior da nave comprovava que DIVERSOS outros corpos estavam ali guardados. Podiam ser terrestres ou, quem sabe, também originários de outros planetas pelos quais as estranhas criaturas fazem as suas “pesquisas” …ou ainda COLHEITAS!

O fato de ter encontrado um cadáver eviscerado no interior de um daqueles casulos, demonstra-nos claramente que estamos lidando com seres perigosos e sobretudo cruéis. Para sermos francos, CANIBAIS! Na natureza temos um exemplo bastante prático: alguns animais -a aranha e as abelhas, por exemplo- FAZEM EXATAMENTE A MESMA COISA: armazenam em casulos os seus ALIMENTOS, os despojos das suas vítimas, precisamente os frutos das suas caçadas…Para fins de posterior consumo!!!

aaaaaRepresentação da estranha criatura do Caso Travis Walton, vista de perfil.

De aparência repugnante, enrugados e sem usar qualquer espécie de roupas, essas coisas são dotadas de uma coloração descrita como cinzentaacastanhada.  Seus pescoços são alongados e os movimentos desajeitados, locomo vendo-se assim como macacos. Emitem grunhido surdos e comunicam-se entre si através da telepatia.

aaaaaaaVisão frontal da criatura

Fonte: OVNIs – Mistérios Desvelado a Incrível Verdade! Sérgio Russo

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