O Enigma Dos Esqueletos Extraterrestres

Creio terem sido enterrados nessas sepulturas, também, seres extraterrestres. Algumas das múmias encontradas por mim denotam formas de rostos desconhecidos aqui na Terra. Ninguém acreditaria em mim, se falasse de todos os outros objetos que encontrei nesses túmulos.

Textualmente aquilo que declarou à imprensa o padre belga Gustavo Le Paige, que por mais de vinte anos dedicou-se às escavações arqueológicas no Deserto de Atacama, Chile!

Através dessas pesquisas o devotado missionário localizou nada menos que 5424 sepulturas antiqüíssimas, algumas delas com idades estimadas em mais de cem mil anos. Dentre todas aquelas verdadeiras preciosidades, que certamente traziam à luz vestígios obscuros do nosso mais remoto passado, destacava-se contudo uma espantosa múmia, obviamente a menos terrestre de todas, bem como uma curiosa oferenda funerária sob a forma de uma estatueta que retratava um astronauta, com o respectivo capacete!

Corria o ano de 1980 e essa espantosa notícia, partindo do Chile, logo circulou pelos jornais e revistas de todo o mundo. Como seria de se esperar, dado ao caráter inusitado do fato, foi atraída a atenção não somente dos pesquisadores e curiosos como também a de outros estranhos e até mesmo perigosos interesses:

Repentinamente, quando começaram a chegar os pedidos para contatos com o padre belga, aquilo que foi classificado como uma conveniente “grave enfermidade” colocou-o internado em um hospital, em estado de profundo coma. Por certo, e pelo simples fato de ter divulgado aquela insólita descoberta, Le Paige talvez tenha cometido o maior, e também o último, erro da sua vida!

Porém, ele absolutamente não blefava: seus exóticos achados, incluindo outros esqueletos de criaturas não classificadas pela ciência tradicional, existiam realmente. Tanto que chegara a montar um museu particular, inclusive visitado por diversas testemunhas!

Pouco depois da sua morte, decorrente da tal “enfermidade grave” que não se sabe exatamente qual foi, todo o seu acervo mais comprometedor (fruto de 20 anos de pesquisas) desapareceu misteriosamente. Quem exatamente foi o responsável por isso, é mistério. Somente podemos especular o quê estaria por trás da coisa, ao examinarmos outras curiosas ocorrências de natureza semelhante:

No ano de 1972, em Eréndira, localidade situada próxima à Baía da Califórnia, já no lado mexicano da fronteira, foi recolhido pelas redes dos pescadores um curioso esqueleto, logo devidamente encaminhado às autoridades.

Por se tratar de algo bizarro, o achado – dotado por sinal de reduzidas dimensões-, foi levado ao Museu Antropológico da Cidade do México, onde ao ser detalhadamente examinado por diversos cientistas, obteve a classificação oficial de “esqueleto de criatura de origem não-terrestre”!

A divulgação desse fato gerou nova celeuma, logo seguida da inevitável atração de curiosos e pesquisadores. Para espanto geral, o tal esqueleto repentinamente sumiu do museu, desaparecendo sem deixar o mínimo vestígio!

Teria sido um furto? Claro que não! Principalmente porque os cientistas que realizaram os exames nos restos da estranha criatura, mudaram repentinamente de idéia, negando com veemência as suas afirmações anteriores. E se isso pode ser considerado estranho, examinemos ainda este outro caso, envolvendo o achado de mais um outro esqueleto fora dos padrões convencionais:

Dessa feita na costa panamenha, precisamente na Praia de San Carlos. O intrigante achado foi encaminhado à casa do professor Ramón Aguilar, renomado médico psiquiatra e pesquisador. Após proceder detalhados exames, o professor afirmou à imprensa: “demonstraria que os vestígios descobertos no Panamá eram pertencentes a um bebê extraterrestre”.

Tal notícia mais uma vez correu o mundo, atraindo inevitáveis repórteres de várias agências de notícias que inclusive fotografaram a coisa. Essa notoriedade, porém, não foi nada benéfica para o doutor Ramón, pois um certo dia do ano de 1977 a campainha da porta de sua casa soou insistentemente:

Ao abri-la, a secretária do professor deparou-se com as estranhas e intimidadoras figuras de três homens vestidos em negro os quais, sem qualquer cerimônia ou sequer pronunciarem uma única palavra, afastaram-na aos safanões e puseram-se a vasculhar a casa toda, diante dos olhares atemorizados e estupefatos do médico e da sua auxiliar!

Apenas para avivar a nossa memória, lembremos que os famosos “homens de negro” são figuras notoriamente conhecidas na pesquisa ufológica. Onde quer que alguém testemunhe uma ocorrência envolvendo um OVNI, ou mesmo um pesquisador, escritor ou cientista que se aproxime por demais da verdade sobre essas estranhas máquinas e seus misteriosos ocupantes ali surgirão essas criaturas fantasmagóricas vestidas em roupas negras, cuja missão específica parece ser exatamente amedrontar, destruir provas e, principalmente, silenciar aqueles que falam demais!

Contudo, tendo recebido essa visita insólita, eis que também o doutor Ramón Aguilar mudou de idéia: quando visitado pelo escritor Erich Von Daniken, riu bastante da tal estória do esqueleto extraterreno, mostrou ao pesquisador, que viajara muitas milhas para ver o curioso achado, uma pequena caixa contendo algo que parecia um esqueleto…De um RATO! Revestido com arremedos de pele e grosseiramente costurado com linha comum, o estapafúrdio objeto provocou o seguinte comentário do professor Ramón, ao notar a decepção e a total perplexidade do escritor alemão:

– Eu não acho que isso seja extraterrestre, eu nunca disse isto!

Quase que simultaneamente a já famosa “central de contraverdades” – bastante conhecida dos pesquisadores do gênero Realismo Fantástico- começou a fazer das suas para desmoralizar o professor: um cientista equatoriano e também um padre jesuíta nicaragüense, os quais muito provavelmente sequer examinaram o “original”, juraram de mãos postas aos jornalistas que o tal esqueleto nada tinha de extraterrestre, não passando de um mero “condocrânio de tubarão”!

Algo que não surpreende, pois é bom que o Leitor saiba que todos os mais importantes museus do planeta possuem nos seus soturnos porões lugares denominados “infernos”, onde acham-se muito bem escondidos os achados arqueológicos que contradizem os tratados oficiais, geralmente adquiridos a peso de ouro e até subornos, silenciando assim verdades históricas que poderiam alterar radicalmente todos os conceitos e as próprias crenças da nossa humanidade!

Como um médico que necessariamente deve ser um profundo conhecedor de anatomia humana, poderia confundir um esqueleto de rato com outro verdadeiro, fosse ele de origem terrestre ou não? Se por um lado seres estranhos e de natureza desconhecida intimidam e pressionam todos aqueles que se envolvem com os assuntos, digamos, mais ousados, cientistas que deveriam ser mais abertos aos fatos novos que desconhecem descartam com atitudes simplistas e a mais fina ironia tudo aquilo que possa vir a contrariar os seus carcomidos e já não mais convincentes tratados oficiais.

Dizemos isso com pleno conhecimento de causa, porque aqueles que chamamos de “prestidigitadores da verdade” SABEM muito bem que alguns campos das ciências estão repletos de inverdades, mas fazem questão absoluta de esconder. Como por exemplo o fato de que no nosso mais remoto passado existiram civilizações talvez muito mais evoluídas do que na nossa. Eles têm conhecimento, mas continuam escondendo, que os OVNI e seus respectivos tripulantes sempre estiveram presentes na nossa História…Até mesmo na nossa gênese!

São muitos os exemplos. Podemos citar as famosas Tábuas de Glozel, achadas no lugarejo do mesmo nome, na França, em 1924. Nada menos que uma verdadeira biblioteca neolítica, composta por cem tábuas com caracteres alfabéticos lineares.

Confeccionadas no Período Magdaleniano, há cerca de quinze mil anos atrás, quando, segundo a ciência clássica, os homens eram meio-macacos e selvagens, comunicando-se precariamente através de berros e grunhidos!

Desnecessário dizer que após terem sido rotuladas de “fraude”, as Tábuas de Glozel foram confiscadas por um museu e desapareceram nos seus porões. Da mesma forma que um outro artefato de pedra, precisamente um mural, com mais de vinte mil anos de idade, que retratava uma mulher da chamada pré-história vestida como nós: usando chapéu, roupas, sapatos…

Contudo, os estranhos esqueletos continuam aparecendo em todas as partes do mundo. Aqui mesmo no Brasil, estranhos restos mortais surgem periodicamente, demonstrando que o planeta Terra não foi (ou talvez ainda não seja!) um território exclusivo do chamado Homo Sapiens.

Em agosto de 1985, urnas de barro perfeitamente bem elaboradas e além de tudo muito bem vedadas, foram encontradas em cavernas inexploradas que se situam na Serra da Piedade de Cimas, no Estado de Minas Gerais. Colocadas a um altitude de 900 metros nas tais cavernas que se dirigiam às entranhas rochosas por profundidades que ultrapassava os cinqüenta metros, dentro delas havia dezenas de bizarros e desconhecidos esqueletos!

O Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, informou que aquela região fora em tempos muito recuados
habitada pelos índios das tribos Coroados e Botocudos. Mas o conteúdo daquelas urnas demonstrou que os esqueletos jamais diziam respeito aos restos funerários dos indígenas conhecidos no antigo território brasileiro. Os exames preliminares revelaram que aqueles ossos eram de criaturas adultas e não crianças, como a princípio se pensara. Tíbia e perônio juntos não mediam mais que vinte centímetros! Muito menores portanto do que um pigmeu ou um anão.

Em proporção ao restante da ossatura, os enormes crânios podiam ser comparados aos de uma criança terrestre de cinco anos de idade e, portanto, inteiramente desproporcionais aos corpos. Os dentes, detalhe bastante revelador, tinham uma coloração natural e inusitada, jamais vista aqui na Terra: eram rosas!

Por outro lado, uma estranha criatura denominada “chupacabras” nos países de língua latina, sempre associada ao aparecimento dos OVNI nas proximidades, vem causando verdadeiras matanças em todas as partes do mundo. As vítimas preferidas são os rebanhos bovinos e até mesmo os animais domésticos que cruzam os seus caminhos. Geralmente atacando nas regiões mais distantes, afastadas das grandes cidades, esses predadores não-identificados verdadeiramente mutilam os animais, extraindo seus órgãos internos e drenando todo o seu sangue e fluídos corporais!

Algumas seres humanos (dezenas, podemos afirmar com segurança) já se tornaram as suas vítimas fatais, mas como sempre os espantosos casos têm sido devidamente abafados. Essa criatura literalmente executa as suas caçadas preferencialmente em lugares ermos e escassamente habitados, assim como regiões do interior, florestas, rios, lagos e igarapés. Trata-se obviamente de um predador inteligente, pois atua de modo a não despertar muito a atenção para as suas sinistras atividades.

No Brasil, os Estados do Maranhão, Amazonas, Minas Gerais, Pará e São Paulo já registram há quase três décadas as insidiosas e invariavelmente fatais investidas desses seres, cujos esqueletos já foram encontrados e até mesmo fotografados, inclusive mostrados em programas de televisão.

Talvez para não causar muito pânico, esses estranhíssimos esqueletos somem misteriosamente e aqueles que os possuem são ameaçados ou intimidados por pessoa não identificadas, preferindo portanto se livrar de tais achados ou mesmo não divulgá-los. O fato é que trata-se de uma criatura totalmente desconhecida neste planeta e que certamente vem de fora para aqui realizar as suas caçadas, transformando-o em um fértil campo de atividades para, muito possivelmente como indicam todas as evidências, prover as suas necessidades alimentícias!

Aliens1Assim as assustadas testemunhas descrevem o
“chupacabras”, que na verdade
não é bem isso, nada mais sendo que o alienígena
do tipo Reptiliano, criaturas
que vêm à Terra para caçar e se alimentar de
animais e…Seres humanos!

Fonte: Insólito! Mistérios do Céu, da Terra, do Espaço e do Tempo – Sérgio Russo

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