Lemúria: O Jardim do Éden

As mais antigas lendas e também todas as tradições, igualmente nos falam a respeito de um outro enorme continente, que em tempos muito recuados existia no Oceano Pacífico, também vitimado por uma grande catástrofe que o submergiu nas águas revoltas do mar.

defaultcNos arquivos secretos dos santuários da China e do Tibet, estavam guardados há milênios uma série de documentos que vieram à luz por intermédio de um representante da Irmandade Rosacruz que em 1931 os trouxe para o ocidente. Nesses documentos havia a menção de que aquele antigo continente, atualmente chamado de Lemúria, mas que tivera outros nomes nos tempos idos, foi verdadeiramente o berço da raça humana e o Jardim do Éden original!

E mais: durante cento e cinqüenta mil anos ou mais, o antigo continente foi o berço das muitas tribos descendentes dos primeiros seres criados e que, (vejam que interessante) o homem foi criado ao mesmo tempo das criaturas vivas e que não descende de qualquer espécie inferior do reino animal, mas sempre teve a forma e expressão humanas.

defaultEsses antigos registros atestam que se tratava de uma civilização muito evoluída e que chegou também, da mesma forma que a civilização atlante, a estabelecer as suas colônias em outros continentes ocidentais mais afastados, como por exemplo naqueles que hoje são conhecidos como as Américas Central, do Sul e Norte!

Seus barcos eram propelidos na água, usando a energia irradiada por uma pedra. E, vejam só, seus DIRIGÍVEIS AÉREOS, usados com muita freqüência, se utilizavam de idêntico dispositivo! Tais dirigíveis aéreos eram extremamente leves e usavam luzes que projetavam raios em distâncias incríveis. A energia e a força da luz solar eram largamente utilizadas para fornecer aos lemurianos luz, calor e notadamente uma enorme força motriz que propiciava deslocamentos de grandes blocos de pedras e madeira, nos seus trabalhos de construção!

Os suntuosos templos eram dotados de linhas e contornos espirituais ou cósmicos e os peregrinos (ou viajantes) para outras terras, mantiveram estreitos contatos com a sua gente estabelecida nas mais diversas colônias espalhadas pelo planeta!

Lemúria, ou MU, não foi de fato uma simples lenda. Bem antes disso, precisamente no ano de 1868, o coronel inglês James Churchward em missão militar na China visitou um santuário budista e deparou-se com uma enorme quantidade de peças arqueológicas autênticas e sobretudo muito antigas. Ao ser indagado, um dos monges revelou tratar-se de relíquias milenares, originárias de um povo denominado Naacales, missionário das Terras de MU.

defaultrE nos soturnos porões daquele mosteiro, já com a curiosidade científica inteiramente aguçada, o coronel encontrou uma grande profusão daquilo que os monges conheciam como “tábuas mágicas”. Nas tais centenas de tábuas, disseram-lhe, estavam preservados os registros relativos à perdida terra da Lemúria. Mesmo incompletas, a tradução do que delas restara e que foi efetuada por um monge mais idoso para Churchward, fazia uma narrativa estritamente científica sobre a criação do nosso planeta, o surgimento do homem, além de outros detalhes quanto à perdida civilização do Pacífico!

E não se tratava de uma fraude ou mistificação dos monges budistas. O restante das tais “tábuas mágicas” foi encontrado do outro lado do mundo, precisamente no México pelo arqueólogo William Niven e em meio às ruínas MAIAS!

E os caracteres da escrita contida nas tábuas coincidiam plenamente com aqueles encontrados nos relevos pertinentes à cultura daquela antiga civilização da América Central! Donde se depreende que os lemurianos tiveram de fato grande influência no desenvolvimento daquela raça.

edenA tradução dessa segunda parte revelou que “MU possuía enormes florestas habitadas por grandes animais. A população era composta por mais de 64 milhões de habitantes. Suas sete grandes cidades tinham colônias situadas nas regiões de além-mar. Porém, a grande estrela BAL, há cerca de 12 mil anos, precipitou-se e as sete cidades estremeceram em meio a um fogo avassalador. Ruíram suas portas de ouro e seus templos suntuosos. As multidões corriam em pânico e desordenadamente, em vão tentando escapar daquele fogo infernal”

Esses antigos documentos referem-se ainda a uns “doze discípulos lemurianos” que partiram em uma nave voadora para explorar outros países e continentes, tendo inclusive preparado uma série de mapas que mostravam a curvatura da Terra! Relatam ainda a sua passagem pela Atlântida e ainda se dão ao luxo de descrever o tipo físico dos habitantes da Lemúria:

Cabeça muito maior em proporção ao corpo; braços muito maiores, compridos e com musculatura bem desenvolvida; pernas não tão longa e testas exageradamente grandes, dotadas de uma protuberância no centro da fronte, do tamanho e formato de uma noz e os ossos malares salientes!

imagesyuruObviamente um tipo físico totalmente estranho a tudo aquilo que se conheceu no planeta Terra e que daria razão às lendas e referências bíblicas relativas ao Jardim do Éden, principalmente no que diz respeito ao mito de Adão e Eva que, como já vimos, velaria metaforicamente o pouso de duas espaçonaves na Terra!

Recordemos, outrossim, que a expulsão, ou a perda, do “paraíso” se deu devido ao abuso dos frutos da “árvore da ciência do bem e do mal”. Ou seja, o uso indevido da ciência causou a queda da Lemúria, assim como aconteceu com a Atlântida. Essa perda do paraíso, tal como pode vir a acontecer conosco devido ao abusivo emprego do átomo (que nada mais é do que o próprio Deus e portanto uma blasfêmia!), bem pode ter sido um imenso conflito nuclear entre as duas nações, uma vez que diversos livros antigos e tradicionais mencionam com bastante clareza e impressionante riqueza de detalhes, o emprego de certas armas que ainda hoje fariam morrer de inveja os pérfidos e beligerantes senhores das nossas grandes potências!

Fonte: Insólito! Mistérios do Céu, da Terra, do Espaço e do Tempo – Sérgio Russo

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