Fantasmas, Polstergeist, Demônios e Outras Coisas do Pesadelo

“Sheakespeare já escrevera que existem mais coisas entre o céu e a terra do que possa imaginar a nossa vã filosofia.

E dentre essas coisas que certamente existem entre o céu e a terra, aquilo que convencionamos chamar de “fantasmas” parece ser um estranha realidade. Um fantasma, na medida em que o conhecemos, nada mais é do que uma espécie de energia altamente sutil, operando em freqüências ultra-elevadas e que por vezes se faz traduzível à visão e aos demais sentidos dos encarnados neste plano.

Efetivamente, tudo no Universo é composto por vibrações atômicas, algumas delas muito sutis, notadamente aquelas que fazem parte do corpo e da estrutura da criatura humana, um ser senciente e já situado dentro de um patamar evolutivo bem adiantado. Nesse ponto, temos que voltar à sabedoria dos antigos egípcios, pois a especificações desses componentes, as quais já examinamos anteriormente, se tornam bastante exatas no estudo de certas manifestações produzidas no nosso muito pouco conhecido mundo tridimensional.

A alma, comprovadamente não volta a essa esfera física, pois sua escala vibratória, pelo fato de ser dotada de uma oitava muito alta, deixa de ser compatível, ou congenial, com os nossos parâmetros materiais. O que fica, sim, é a chamado “Ego”, ou como classificavam os egípcios, a SOMBRA, dos defuntos, principalmente quando essas criaturas em vida eram pessoas más, apegadas à matéria ou ainda deixaram alguma coisa muito importante por fazer.

Como sabemos que a “sombra”, ou seja lá que nome tenha, permanece viva em estado surrealista até que ocorra a decomposição do corpo, essa entidade paralela poderá por vezes interagir com a matéria e se fazer por breves instantes compreensível. Por outro lado, sabemos que ela vampiriza por assim dizer os seres vivos, literalmente grudando-se aos seus psiquismos, como uma espécie de sanguessuga ou larva!

Isso verdadeiramente a alimenta e pode até, mesmo que seja às custas da vitalidade e da saúde das suas vítimas, fazer com que sobreviva indefinidamente. As vítimas escolhidas são exatamente aquelas que, geralmente das suas próprias famílias, as pranteiam, guardam lembranças (roupas e outras coisas que contêm vibrações muito específicas) e, notadamente, freqüentam os famigerados cemitérios.

Aliás, esses lugares ditos “sagrados” tornam-se um campo especial de desenvolvimento e proliferação dessas larvas psíquicas, ou sombras, que ali intensamente vibram e conseqüentemente capturam as suas vítimas! Por isso, todas as filosofias orientais e espiritualistas recomendam expressamente a cremação dos corpos, com a subseqüente liberação, ou devolução, das respectivas cinzas aos quatro elementos. Esse método reveste-se de uma maneira limpa, saudável e até plenamente de acordo com as leis naturais.

Além de ser um processo bastante eficaz de acabar com os chamados “fantasmas”.

Aliás, comprovadamente nestes lugares, tão errônea e perigosamente cultuados pela civilização ocidental, flutuam espectros – coisas apavorantes. Os pesquisadores de fantasmas conhecem sobejamente aquilo que denominam “Orbs”, ou seja, sombras disformes ou também esferas, não visíveis aos olhos porém atuantes; vibrando intensamente e que são facilmente captadas pelos filmes das máquinas fotográficas, notadamente à noite! Experimentem fotografar as lápides de um cemitério e ao revelar o filme encontrar-se-ão coisas apavorantes e que por sinal nada têm a ver com o chamado “fogo-fátuo”, este sim um fenômeno natural e visível neste lugares – proveniente de matéria orgânica em decomposição.

Por outro lado, os acidentes e as mortes violentas geram um certo tipo muito especial de “sombras perplexas”, ou seja, entidades que não sabem que o corpo físico “morreu”, ou foi destruído, e vagam a esmo. Certas fotografias autênticas, sempre obtidas nos locais dos desastres, são verdadeiramente impressionantes. E uma delas, realmente impressionante, poderá ser examinada mais adiante!

Dizem que a pressa é a inimiga da perfeição. E um exemplo bem específico poderá ser dado com aquilo que aconteceu na firma em que o autor trabalhou. O ano era 1972 e a diretoria da empresa resolveu mudar do centro da cidade do Rio de Janeiro para um luxuoso prédio que mandara construir em um subúrbio bem afastado. A mudança estava prevista para uma segunda-feira e, já no sábado que a antecedia, equipes internas preparavam tudo às pressas no novo prédio para receber os funcionários dois dias depois. Os andares estavam escuros e vazios. A diretoria pressionava e o futuro administrador do prédio juntamente com dois auxiliares os percorriam, verificando todas as condições de funcionamento, quando ao chegarem no segundo andar notaram um forte cheiro de gás que partia da pequena cozinha, cuja porta estava fechada. Após abri-la, um deles inadvertidamente tentou acionar o interruptor de luz e o que se seguiu foi uma coisa verdadeiramente horrorosa:

o gás acumulado no pequeno compartimento funcionou como uma verdadeira bomba e os três desditosos empregados morreram instantaneamente, horrivelmente queimados. Suas peles, ou o que restara delas, ficaram grudadas pelas paredes, até mesmo no corredor de acesso, situado muito metros depois. Alguém, ao instalar as tubulações, esquecera de colocar o plug de vedação naquele fatídico segundo andar! O fato é que, por durante bastante tempo, muitas assustadas pessoas viram percorrendo as grandes escadarias aqueles três vultos diáfanos, como se fossem almas penadas. Um vigilante de uma empresa de segurança, que por sinal nada sabia daquele acidente, deparou-se com eles durante uma noite, entre os sexto e quinto escuros andares, chegando até mesmo a se ferir durante a sua apressada fuga escadaria abaixo, pedindo sua demissão logo no dia seguinte!

Sabe-se que a “sombra” comum sofre, por um processo de pura repercussão, as dores da decomposição do corpo. E assim vagará pelo mundo dos vivos, podendo até de certo modo afetar os acontecimentos materiais, além de influenciar negativamente as pessoas com as quais, digamos, contata. O fato de ficar “chamando”, pranteando e até mesmo reverenciando despojos em um cemitério, tudo isso sob a égide de crenças religiosas estapafúrdias, é um dos maiores enganos cometidos pela nossa chamada civilização. Uma forma absurda de atrair entidades que poderíamos classificar como pertencentes e congeniais aos domínios do astral inferior!

De fato, nem sempre aquilo que pensam ser o é! Os chamados trabalhos e magia negra, sempre efetuados em encruzilhadas mediante os tradicionais “despachos”, ou oferendas, geralmente envolvendo emanações do sangue de animais e também de certas bebidas ou alimentos muito fortes, nada mais fazem do que literalmente alimentar essas larvas deletérias, as quais cada vez mais se fortalecem, causando desgraças no mundo dos vivos e corrompendo ainda mais o negro envoltório áurico do nosso pobre e já tão massacrado planeta. Obviamente, como também reunindo o útil ao agradável, vampirizando e destruindo aqueles infelizes que julgam ser seus aliados!

Da mesma forma que a chamada “invocação dos espíritos” pode ter os seus perigos!

Muitas fraudes, por sua vez, estão associadas ao assunto. Já vimos verdadeiras aberrações, como por exemplo pretensas fotografias de manifestações de seres desencarnados…usando óculos, roupas e até chapéus! Grosseira bobagem, pois estamos lidando com energias sutis nada condizentes com o uso de coisas ou objetos materiais. Um verdadeiro fantasma é um vulto, ou ainda uma névoa diáfana, formação eletro-atômica, que pode ser acompanhada por sons – ou melhor, certas vibrações que assim podem ser interpretadas pelos nosso ouvidos físicos.

Os animais, nesse particular, possuem uma sensibilidade mais aguçada do que os humanos. Os cães, por exemplo, devido à sua visão extremamente rápida e sensível, são os primeiros a captar a presença estranha, ou intrusa, de uma manifestação qualquer no ambiente. Eles podem, igualmente, ouvir os sons em freqüências inatingíveis para o ser humano. Da mesma forma, os rápidos obturadores de máquinas fotográficas, por vezes podem captar curiosos instantâneos de energias que não estavam presentes junto aos objetos ou pessoas fotografados.

Um outro curioso fenômeno está associado a este campo: a ciência hoje já sabe que toda a matéria é detentora de um tipo muito refinado de “memória atômica”, ou seja, uma espécie de gravador ou registrador das coisas que se passaram à sua volta. A Psicometeria é um dos ramos desse estudo. Assim, por exemplo, uma pedra pode conter na sua estrutura atômica os registros de batalhas que eventualmente “presenciou” há muito séculos, ou talvez milênios. Casas e antigas construções, notadamente aquelas que possuem muitas paredes em pedras e materiais minerais em suas estruturas como por exemplo o quartzo e certos tipos de granitos, assim como os velhos castelos, podem também armazenar os registros de certas coisas geradas por emoções humanas muito fortes, cruéis, ou ainda violentas, que entre as suas paredes se produziram! Nesses casos, e somente nesses casos, aí sim as fugazes imagens poderão conter personagens vestindo as suas roupas originais. E deverão ser corretamente classificadas como “aparições” e não “fantasmas”.

Como se fossem verdadeiros e sobretudo espantosos hologramas do pretérito, ainda desconhecidos pela ciência!

Temos um outro expressivo exemplo: no centro da cidade do Rio de Janeiro, precisamente naquela sua parte mais antiga e tradicional, até hoje está situada a imensa casa que, no tempo do Império, serviu de residência ao Barão do Lavradio. Lá dentro, ainda existem reminiscências do tempo da escravatura, tais como celas prisionais, grilhões com que os escravos eram acorrentados e muitas outras lembranças daqueles tempos sombrios. Há muitos anos atrás, apenas na sua parte térrea, funcionava uma pequena representação de um serviço de obras sociais, tendo somente como funcionária a tia do autor, que por sinal não sentia o menor medo em ficar sozinha naquele casarão escuro e soturno. Havia porém um pequeno detalhe: nenhum vigia noturno conseguia dormir por mais do que uma noite ali. Todos pediam demissão no dia seguinte, alegando terem vistos “procissões” de escravos circulando, ruídos de correntes se arrastando e também horríveis gemidos. Apenas um deles conseguiu ficar, pois conseguiu se “acostumar” com essas insólitas aparições que igualmente desfilavam diante dos seus olhos em meio à escuridão reinante. Antônio, este era o nome dele, corajosamente e sem se importar muito com isso, dizia que durante a noite era comum ver ao lado da sua cama uns vultos que pareciam observá-lo e ainda que alguns deles chegavam mesmo a “tocá-lo”(ou melhor dizendo, seu corpo físico era na verdade permeado pelas imagens que flutuavam no ambiente), quando então acordava com uma sensação gélida por todo o corpo!

Os modernos estudiosos da Parapsicologia já contam inclusive com sensíveis aparelhos que podem identificar certas manifestações que, como uma espécie de filme do passado, parecem voltar à vida por breves instantes e pelos leigos são erroneamente classificadas como “assombrações”. O fenômeno que, muito embora semelhante, nada tem a ver com os fantasmas parece ser um tipo de expressão inteligente da matéria que ocorre de acordo com certas situações, ou conjunções de forças, ainda não bem definidas.

Fotografias especiais infravermelhas, tomadas em estacionamentos vazios, mostram, por exemplo, as imagens diáfanas de automóveis que ali estiveram estacionados há muitos dias, ou talvez anos. Em Hiroshima, onde em 6 de agosto de 1945 explodiu a primeira bomba atômica, em certas ocasiões uma cena maldita costuma se manifestar: as imagens diáfanas de pontes e edifícios que foram volatizados pela explosão há mais de cinqüenta anos surgem, por breves instantes, nos exatos lugares onde se situavam! Também nas Selvas Amazônica, uma curiosa imagem costuma assustar os aviadores: uma espantosa cidade do futuro (conhecida como “A Cidade do Ano 3000” e da qual falaremos mais adiante) costuma surgir, com as suas imponentes pirâmides e construções fora da nossa época, diante do campo visual daqueles profissionais para logo em seguida desaparecer misteriosamente. 

Nesses casos, trata-se da memória atômica da natureza, ou quem sabe do próprio planeta Terra, que se manifesta!

Mas quanto aos fantasmas, ou larvas, temos um expressivo exemplo das suas manifestações deletérias, precisamente na horrível experiência sofrida por um afoito pesquisador que se atreveu a passar a noite no interior da Grande Pirâmide de Gizé, precisamente na chamada “Câmara do Rei”. Retirado no dia seguinte, desmaiado e exaurido das suas forças, ouçamos o seu relato que melhor identifica a chamada “Maldição dos Faraós”:

– …Tinha os olhos fechados, mas aqueles espectros vaporosos se agrupavam diante da minha vista. E sempre com uma hostilidade implacável. Rodeava-me um círculo de seres malévolos, enormes criaturas elementais, espantosas, coisas de um inframundo, formas grotescas, aparições delirantes, descomunais e diabólicas, terrivelmente repulsivas.”

Como já sabemos, por ser um tipo de manifestação eletromagnética, um autentico “fantasma” , ou larva psíquica, encontraria na Grande Pirâmide uma forma de sustentação, pois comprovadamente sabe-se que pela sua singular estrutura (a chamada “energia da forma”) circulam e interagem poderosas energias telúricas e cósmicas que ainda hoje a ciência desconhece!

No nosso mundo do Século XXI, porém, sabe-se que elas, essas sombras ou fantasmas, são mais atuantes perto das linhas de transmissão de força, notadamente as de alta tensão, que transportam a eletricidade para os mais diversos pontos. Isso comprovaria a tese da compatibilidade eletromagnética dessas entidades. Contudo, a partir do desenvolvimento da tecnologia, novas “portas de entrada”, ou canais de manifestação, começaram a se produzir para esse estranho tipo de fenômeno.

Estamos falando dos aparelhos de televisão, equipamentos eletrônicos domésticos e até mesmo dos nosso mais modernos computadores!

Já foram registrados nos arquivos da Parapsicologia alguns estranhos casos de “ataques” promovidos contra fornos microondas, secretárias eletrônicas, aparelhos de TV, telefones celulares e, last but not least, os nossos PC´s e as seus respectivos periféricos – obviamente sem que os respectivos fabricantes tenham a menor culpa..

A coisa funciona mais ou menos assim: esses aparelhos operam em freqüências muito elevadas, alcançado milhões de Hertz (Megahertz). Alguns pesquisadores julgam que o fenômeno se tornaria mais aguçado, ou intenso, na ultrapassada tecnologia analógica mas, pelo contrário e de acordo com as evidências de que dispomos, com o advento e o ritmo sempre crescente da tecnologia digital, esses faixas de operação foram notavelmente ampliadas, e por isso mesmo podem ter se tornado um eficiente canal de interação, ou comunicação, com certas forças misteriosas que nos cercam.

Contudo, nem sempre tais forças são benéficas ou benevolentes. Em fornos microondas (e portanto sem nenhuma possibilidade de qualquer intervenção externa), os displays, normalmente formatados no idioma inglês, muitas vezes enlouquecem e mostram palavras cruéis e obscenas, tais como DIE! (morra!), 666 ( o número bíblico do anticristo e da besta do apocalipse), HELL (inferno), FUCK YOU e BITCH (ambos impublicáveis). Tais manifestações quase sempre seriam acompanhadas das explosões ou paralisações de tais acessórios domésticos, para o total desespero das donas de casas que muitas vezes nem percebem que foram insultadas, xingadas ou mesmo mandadas para certos lugares mais bizarros!

Nos aparelhos de televisão, há muitas décadas foi observado que em certos canais mais elevados, sem que haja a recepção dos sinais, os monótonos chuviscos das telas, além de exercerem um estranho efeito hipnótico, podem muitas vezes se transformar em curiosas imagens que parecem rostos e em complemento portar certos sons semelhantes a vozes! Há até quem afirme ter mantido contato com os mortos por intermédio deles.

Nas secretárias eletrônicas, por vezes as fitas magnéticas registram estranhos sons, ou vozes, sem que tenham recebido quaisquer ligações telefônicas. Em suma, o mecanismo de gravação é acionado misteriosamente por alguns segundos e recebe mensagens vindas sabe-se lá de onde, geralmente em linguagens estranhas e com muito ruído adicional, talvez de ondas portadoras. Uma coisa teoricamente impossível de acontecer, mas que incrivelmente acontece!

Aparelhos de vídeocassete por vezes são desligados, entrando em modo “stop” sem que o atônito espectador tenha acionado o botão correspondente nos seu controle remoto. Quase sempre, tal fenômeno vem acompanhado por uma estranha vibração no ambiente, que mais parece uma corrente súbita de ar. Isso não significa que algo, ou “alguém”, não tenha gostado do filme, mas sim que a simples presença, ou passagem, de uma força bastante estranha pelo local interferiu de alguma forma no delicado sensor do aparelho, comandado por sinais infravermelhos.

Nos aparelhos celulares surgem nos visores mensagens em caracteres estranhos e indecifráveis e, por vezes, uns estranhíssimos sons que os acompanham podem ser ouvidos.

Já os computadores, a febre da nossa civilização tecnológica, os quais operam em freqüências cada vez mais elevadas em razão da verdadeira guerra travada pelas indústrias de hardware e que propicia o surgimento dos moderníssimos processadores, a cada dia que passa cada vez mais ligeiros, a coisa tem sido verdadeiramente assustadora.

Os aprendizes de feiticeiros estão brincando com coisas realmente muito perigosas. Estão, por exemplo, bastante próximos de um processador dotado de inteligência própria – semelhante, ou talvez melhor do que o homem! Essa máquina fantástica poderia tomar decisões próprias, reconhecer sons e imagens; literalmente falar, pensar, ver e ouvir, além de possuir emoções!

Enquanto isso, os modernos chips (fabricados a torto e a direito, sem muito conhecimento de causa, pois o objetivo final é ganhar da concorrência em rapidez) vão surgindo aqui e ali, involuntariamente possibilitando um estranho canal de interação com certas forças que ainda desconhecemos, ou talvez nem mesmo ousemos sonhar que possam existir!

Nos nossos tumultuados tempos até mesmo os tradicionais sinos dos campanários das igrejas já dispensaram a presença do homem para manipulá-los! E eles, programados inteiramente por computadores para tocarem em determinadas horas e mesmo nos dias previamente estabelecidos, também por vezes enlouquecem e desatam a tocar desenfreadamente, preferencialmente à meia-noite – a hora sombria das trevas! E isso prova que a coisa anda tão feia aqui no nosso tumultuado mundo que o “diabo” (se é que é mesmo ele) não foge mais da cruz. Antes pelo contrário, a desafia!

E sabe-se lá quantos e quantos acidentes de aviação até hoje inexplicáveis e sobretudo inexplicados não teriam sido causados pelo excesso de confiança nesses misteriosos e pouco conhecidos chips? Hoje, um moderno avião praticamente dispensa a presença do piloto. Este somente programa rotas e condições de vôo. Assim, aviões aterrissam e decolam quase que sozinhos, mesmo em condições extremas de falta de visibilidade e mais adversas de tempo. As falhas mais comuns, de acordo com os registros contidos nas chamadas “caixas-pretas”, que monitoram todas as etapas do vôo, são causadas pela estranha “tomada de controle” da tripulação, quando o computador de bordo parece deliberadamente querer assassinar centenas de pessoas, não permitindo quaisquer manobras corretivas! O ataque predileto e por sinal responsável pelos mais tenebrosos desastres é precisamente a chamada “abertura do reverso“, isso em pleno ar e em grandes velocidades. Tal mecanismo consiste em poderosas aletas colocadas na parte traseira das modernas turbinas que, ao serem acionadas precisamente na aterrissagem, literalmente as fream diminuindo drasticamente a enorme velocidade provocada pelo seu empuxo. Quando uma delas se abre em pleno vôo, a aeronave é empurrada de um lado e freada de outro, causando assim a inevitável perda de controle com a conseqüente queda do aparelho. E não há praticamente nada que possa ser feito! E, sabe-se lá também, o que os assustados pilotos devem ver escritos nos displays digitalizados das cabines de comando quando isso ocorre. As últimas palavras deles, de acordo com os registros gravados, são quase que invariavelmente uma expressão do mais puro horror: “Meu Deus!

Os modernos automóveis são quase que inteiramente computadorizados. Desde o sistema de travamentos de portas, até a alimentação e o gerenciamento da ignição e do combustível.

Recentemente inventaram até um dispositivo que aboliu o cabo do acelerador, responsável pela movimentação e pela velocidade do veículo. Trata-se de um chip controlando um sensor situado no pedal que “entende” a pressão do pé do motorista e envia sinais eletrônicos para o sistema de aceleração do carro!

Até mesmo os modernos marcapassos já possuem os seus dispositivos mini-computadorizados que estabelecem inteligentemente as freqüências ideais de batimentos cardíacos, através dos chips que se sincronizam às atividades humanas. Tudo hoje em dia, e principalmente daqui por diante, se torna cada vez mais dependente da tecnologia do computador: bancos, hospitais, sinalização de trânsito, grandes mercados financeiros e assim sucessivamente – enfim a vida e até mesmo a morte das nações!

E se essa estranha força dotada de malignas influências se apoderar dos circuitos computadorizados dos sistemas de ataques nucleares das grandes potências? Hoje em dia, só na extinta URSS existem certas repúblicas independentes que, afastadas de um poder centralizador, estocam mísseis capazes de liquidar todos os grandes países do globo. E a China, que todos esquecem, constitui-se em outro real perigo nuclear. Também os chamados “pequenos”, tais como Índia e Paquistão, já estão devidamente supridos das suas ogivas atômicas. O Oriente Médio, por sua vez, um verdadeiro barril de pólvora, representa outra poderosa ameaça que paira sobre as nossas cabeças.

Enquanto isso, os ataques aos computadores domésticos e às suas impressoras aumentam progressivamente. Já foram relatados estranhos casos, nos mais diversos países do mundo, que dizem respeito aos travamentos repentinos de máquinas, com estranhas mensagens surgindo nas telas, algumas delas em caracteres irreconhecíveis. Forças estranhas, da mesma forma se apoderam de impressoras e literalmente emitem folhas de papel com as suas bizarras “comunicações”. Em uma dessas ocorrências, precisamente nos EUA, os estranhos caracteres foram identificados como sendo pertencentes a um idioma extinto há quase 3000 anos, e além de tudo ao serem traduzidos por um especialista em linguagem mesopotâmica revelaram conter imprecações e trechos obscenos, altamente ofensivos à Divindade. Outra coisa bastante estranha e na teoria impossível, pois nos softwares das máquinas e mesmo na eprom das impressoras não há compatibilidade para tais tipos de “fontes”!

Como explicar então? 

Certas mensagens altamente ofensivas que aparecem nos programas processadores de textos e até mesmo “conversam” com os operadores de micros, igualmente não têm qualquer explicação lógica, mas que existem, existem. E tudo isso acontecendo nos computadores trabalhando em caráter particular, isto é, isolados e não conectados a redes internas ou via modem à World Wide Web (rede mundial de computadores, conhecida como INTERNET), o que, de pronto, afasta a possibilidade de brincadeiras de mau gosto ou influências externas. E mesmo quando conectados a essa rede, os programas conhecidos como Firewalls (literalmente “paredes de fogo”) muito eficientes e destinados a proteger contra as invasões dos hackers (piratas de computador), são violados e tornam-se impotentes para contê-las.

Seriam particularidades, ou propriedades, desconhecidas dentro dos processadores, ou quem sabe nos interiores nebulosos e altamente secretos dos softwares que possibilitam a abertura desses verdadeiros portais para o desconhecido?

Já houve até quem se desse ao trabalho de pesquisar o nome completo e seu respectivo título numérico familiar de um poderoso monopolista da indústria de softwares e, decompondo-o numerologicamente, chegou ao número 666 – o número do demônio! E mais ainda, vasculhando uma das suas obras-primas (precisamente uma editor de planilhas eletrônicas) na sua versão 95, o articulista através de um comunicado público postado na Internet fornecia precisas instruções para se chegar a um ponto secreto do programa no qual o atônito proprietário do PC que o contivesse poderia se deparar com uma janela de diálogo contendo a entrada para uma tal “HALL OF TORTURED SOULS”, ou a “Câmara das Almas Torturadas”!

Quem penetrar nessa insólita câmara, elaborada no melhor estilo do famoso jogo DOOM, poderia de fato ver escritos nas suas paredes alguns nomes das tais “almas torturadas”. Seguindo pela tal sombria câmara e descendo-se uma escadaria, o mouse poderia levar a uma parede branca. E diante dela digitando-se uma certa combinação de palavras (mais precisamente EXCELKFA) abrirse- ia uma outra passagem secreta, cercada por um abismo de ambos os lados. Seguindo a tal trilha, sem virtualmente cair, o espectador deparar-se-ia com um estranho e não identificado símbolo, talvez relacionado à mais pura magia negra!

E o que nos diz precisamente a Bíblia, em Revelações, Capítulo 13, Versículos 16-18, sobre o anticristo?

Ele também forçará a todos, pequenos ou grandes, ricos ou pobres, livres ou escravos, a receber a marca na sua mão direita e na testa, de modo que ninguém possa comprar ou vender se não tiver a marca, que é o número da besta ou o número do seu nome. Aqui tem a sabedoria. Quem a tiver que calcule o número da besta, pois é um número de homem e o seu número é 666

E agora surgiria a pergunta? Essa força desconhecida e vinda talvez de algures, que também supostamente por trás de um homem dominaria a ciência mediante a utilização dos seus softwares (possivelmente todos embutidos com outras “câmaras secretas”) utilizados em 90% de todos os computadores do mundo, como poria uma marca na mão direita e na testa do homem? Quem sabe essas marcas seriam o mouse, na mão direita; o monitor e as suas telas, quase que literalmente “na testa” (ou na mente) do operador do micro? E (disso suspeitam alguns espiritualistas) a própria INTERNET seria um instrumento dessa dominação satânica, vindo a plenamente ocorrer em um futuro talvez não muito distante! E, quem sabe, somente irão sobreviver nessa sociedade dominada pelas máquinas aqueles que tiverem os processadores mais potentes.

E como estamos nos aprofundando neste assunto, é sempre bom saber que os espiritualistas e ocultistas já alertaram que a ciência dos computadores representará o fim do homem e da sua civilização! Aquilo que conhecemos como “diabo” parece que efetivamente existe e seria a contraparte, a oposição de Deus. O esoterismo menciona que Lúcifer (literalmente “o transportador da luz”) seria esse anticristo, uma espécie de antideus cósmico, um sol-negro do Coração Zodiacal, o elemento mental fulminado de uma estrela que explodiu e que se apoderou da mentalidade coletiva de um distante planeta, onde há muitos milhões de anos perverteu a sua civilização e o fez igualmente explodir!

Esse elemento mental do astro fulminado, vagando pelo espaço, teria se apoderado por osmose do psiquismo ainda jovem do nosso planeta e desde muito tempo estaria subvertendo as mentes humanas, levando-as às guerras, às destruições e finalmente ao caos total de uma raça, através do domínio do átomo e da sua conseqüente utilização pervertida.

Essa imensa força mental, com tendências MECANIZADAS, como uma espécie de vampiro apoderar-se-ia das mentes científicas, ritmando-as na sua vibração de computador cósmico pervertido! Esse vetor do mal, teria por finalidade truncar e também destruir a civilização, embriagando a ciência com a tecnologia mais avançada , sempre estimulada e crescente, a qual inclui o desenvolvimento de poderosas armas e muito principalmente a substituição das capacidades de tomadas de decisões e sentimentos do homem pelas das máquinas, cada vez mais inteligentes.

Assim, as drogas, as perversões sexuais, as músicas ditas de vanguarda, (algumas trazendo no seu conteúdo uma coisa sinistra chamada “backmasking”, ou seja, se tocadas de trás para a frente as suas letras dizem coisas verdadeiramente sinistras contra a Divindade, e que por sua vez também estimulam a violência, o uso dos tóxicos, a pederastia e outras coisas ainda bem piores), como também a pornografia e a licenciosidade espalhadas por todas as partes, seriam igualmente partes integrantes desse sinistro contexto que visaria única e exclusivamente à disseminação do ódio, do caos material, espiritual e moral, até que finalmente obtenha o trunfo final da sua investida: por um processo de imitação puramente mecanística, a destruição, a explosão total do nosso planeta, tal como ocorrera há alguns milhões de anos em um outro local distante do Universo!

E os nosso computadores, dizem, seriam um acelerado processo para que isso venha a ocorrer!

Mas o fato é que esses curiosos fenômenos, mais para Poltergeist do que fantasmas, tendem a aumentar na mesma proporção em que aumentam os progressos tecnológicos da nossa humanidade, declinando em contrapartida os valores espirituais e morais. Os mais religiosos dizem tratar-se do “final dos tempos”, mas o que são realmente esses chamados Poltergeists?

Conhecido como RSKP (Psicocinésia Recorrente Espontânea), o fenômeno diz respeito à movimentação súbita e errática de objetos inanimados, tais como cadeiras, mesas e outros objetos domésticos. Pesados móveis se deslocam, portas se abrem e fecham violentamente, uma curiosa espécie de incêndio devora roupas e cortinas e coisas estranhas caem dos tetos, atingindo os assustados moradores de uma casa qualquer.

As lâmpadas explodem; pessoas são empurradas violentamente, e os pesquisadores atordoados se deparam com estranhas variações de calor e principalmente de natureza eletromagnética onde quer que esses fenômenos ocorram. Dizem que a palavra Poltergeist vem da origem “espíritos brincalhões”, ou ainda do alemão “fantasma ruidoso”. Seja lá o que for, contadores geiger sempre registram elevadíssimos níveis de radiação na sua presença. As concentrações de inusitadas “rajadas frias” costumam por sua vez acompanhar as ondas caloríficas pertinentes a tão estranho fenômeno, ainda não de todo identificado pela ciência.

O mais estranho, contudo, é que certos símbolos desconhecidos, além de misteriosas inscrições costumam surgir nas paredes das casas visitadas. Adolescentes em fase de puberdade, habitantes desses lugares, são, de acordo com os Parapsicólogos, os principais suspeitos de contribuírem com a agudez da sua libido para servirem de canais involuntários à manifestação desses forças.

Mas seria mesmo assim?

O fenômeno parece, na verdade, ter alguma relação com as correntes telúricas – como já vimos altamente propícias à sustentação e manutenção das larvas psíquicas, ou mais adequadamente “sombras”.

Verdadeiros “rios” de natureza negativa que percorrem o subsolo do planeta e eram chamadas pelos antigos de “as veias do dragão”, essas correntes, aliás, são as principais responsáveis por um outro tipo de mistério que atordoa os pesquisadores:

Estamos falando das casas, estradas e cruzamentos que matam e também dos lugares misteriosamente estéreis do nosso mundo O planeta Terra, de acordo com os ocultistas e espiritualistas, possuiria Chakras, ou pontos de manifestações e conjunções de forças. A maioria deles benéficos, nos quais as forças superiores, cósmicas, interagiriam com as negativas e seriam pontos altamente favoráveis, nos quais as antigas civilizações mais espiritualizadas e plenas conhecedoras dessas particularidades, teriam erigido os seus locais de cultos, tais como pirâmides, monumentos diversos e, mais recentemente, as grandes catedrais pelos iniciados da Idade Média.

O oposto também é verdadeiro. Nos chakras negativos, isto é, onde o telurismo aflora em pontos bem específicos e com maior intensidade, os acidentes acontecem, as pessoas ficam inexplicavelmente doentes e as colheitas não produzem corretamente os seus frutos!

Comprovadamente, em certas casas que foram consideradas “assassinas” – onde as doenças e infortúnios se sucediam – os pesquisadores conseguiram isolar uma estranha energia proveniente do subsolo que percorria em linhas de expansão os seus interiores.

Esses raios invisíveis verdadeiramente produziam um campo de forças maléfico e hostil, altamente prejudicial aos seres humanos e que abalava as suas estruturas físicas e psíquicas, danificando-as inapelavelmente. Mais notadamente naquelas edificadas sobre os antigos cemitérios e nos locais onde se invocavam os chamados “espíritos”!

O mesmo acontece em certos cruzamentos, nas ruas das nossas grandes cidades e notadamente em alguns trechos malditos das estradas. Denominados pelas autoridades de engenharia de trânsito como “pontos negros”, nesses locais, e sempre com inusitada freqüência neles, o sangue jorra em profusão por intermédio de inexplicáveis acidentes! Tudo que é feito para tentar corrigir os problemas – sinalização, asfaltamento, etc.- sempre redunda em fracasso, sempre para total perplexidade e desespero dos técnicos.

Nos campos o processo também se manifesta. Existem lugares onde nada procria, tudo míngua e as coisas se deterioram.

Os vórtices negativos realmente afetam a vegetação, as colheitas, os rebanhos, tornando o ambiente geral confuso e dissoluto – exatamente ao contrário de outros sítios, mesmo que seja no vizinho ao lado, onde tudo prospera, a natureza se torna radiante e as pessoas são felizes, alegres, sadias!

Então, diante de todas essas coisas espantosas e sobretudo insólitas que acabamos de examinar, somente nos restaria chegar a uma única conclusão:

Muito mais sábio e importante do que temer a escuridão seria verdadeiramente temer tudo aquilo que, de fato, nela se esconde!

aFoto obtida 19 de setembro de 1936 pela equipe da revista Country Life, em uma casa que estava à venda. O negativo, ao lado, prova que não se trata de fraude, uma vez que a imagem deste autêntico “fantasma” não é totalmente sólida.

Nesta impressionante foto, obtida logo após um acidente de trânsito cujo motorista morreu esmagado entre as ferragens do carro, podemos ver aquilo que pode ser definido como uma “sombra perplexa”. O negativo, ao lado, atesta a sua autenticidade.

aaaEste é o simbolismo egípcio que representava o SHUT, ou a “sombra”, reflexo da personalidade humana que acompanha a decomposição do corpo até ser absorvido pelo magnetismo negativo terrestre, ou telurismo. Note-se a incrível semelhança com aquilo que é mostrado na foto anterior! Aliás, a figura hieroglífica aponta para o solo para justamente fazer uma clara alusão à sua ligação com a terra.

aaaaNesta outra clássica e também inegavelmente autêntica foto, obtida do altar da igreja de Newby pelo seu próprio vigário, podemos ver outra manifestação de um “fantasma”, comprovada pelo negativo ao lado.

aaaaaNos famigerados cemitérios, vibram coisas verdadeiramente sinistras, apavorantes e além de tudo potencialmente perigosas, não visíveis aos olhos mas captadas pelas máquinas fotográficas e os modernos filmes. À esquerda um típico “Orb” e ao seu lado vários espectros (tecnicamente conhecidos como ectoplasmas), nas proximidades de uma lápide. Essas barbaridades decorrem do lento, perverso e além de tudo anti-higiênico processo de decomposição dos corpos, uma vez que a personalidade-ego do defunto gera uma “sombra” que somente será absorvida pelo telurismo ao término desse processo, ou então manter-se-á vívida em uma dimensão surrealista e paralela, vampirizando o psiquismo dos vivos! Essas manifestações verdadeiramente guardariam as inteligências, as emoções e as personalidades das suas últimas existências físicas neste plano terreno. Fotografias tomadas em cemitérios, preferencialmente à noite e com um filme sensível (400 ASA por exemplo), nos mostram miríades dos chamados “Orbs”, glóbulos animados, energéticos, moventes e também alguns deles dotados de horríveis e sofredoras feições humanas!

Fonte: Insólito! Mistérios do Céu, da Terra, do Espaço e do Tempo – Sérgio Russo

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