Nos Mosaicos Do Inexplicável

Já bastante próximos do término desta nossa pequena jornada pelas trilhas muito sinuosas do mistério, deixamos agora, para reflexão do prezado Leitor, um pequeno mosaico de algumas outras coisas inexplicáveis que estiveram ou estão presentes em todos os quadrantes da Terra. Tudo isso, acredite, faz parte de um enorme quebra-cabeças. E cada peça deste verdadeiro e intrincado mosaico do insólito é contudo muito pouco: apenas uma partícula muito diminuta de um todo verdadeiramente muito maior, o qual muitos e muitos livros semelhantes este seriam incapazes de conter.

Vejamos, então, alguns deles:

A insondável e muito antiga Floresta Amazônica cobre grande parte do território brasileiro e escondida no seio das suas densas matas certamente dormem espantosos mistérios que talvez digam respeito a um passado inteiramente desconhecido do planeta Terra. No triângulo imaginário formado pelas cidades de Manaus, Santarém e Porto Velho os profissionais do ar estão cansados de avistar uma estranhíssima aparição, a qual denominam “A Cidade Fantasma do ano 3000”, ou ainda “A Cidade de Buck Rogers”!

E a razão disso é bastante simples: diante dos seus espantados olhos surge repentinamente a impressionante imagem de edificações verdadeiramente pertencentes aos mais ousados sonhos da ficção científica: pirâmides gigantescas, domos, construções hexagonais, torres muito radiantes e uma imensa pista longitudinal. Essa imagem surrealista, totalmente fora do nosso espaço e do nosso tempo, toma o lugar das densas florestas, como se fora uma miragem vinda sabe-se lá de onde, por breves lapsos de tempo. E não se trata de mera alucinação dos aviadores, pois centenas deles já a viram e se acaso não divulgam mais amplamente esse fato é pelo simples medo de perderem a suas licenças de vôo, já que podem ser considerados loucos ou visionários – exatamente como aqueles pilotos militares e comercias que sabem da existência dos OVNI mas são forçados a silenciar, pois colocam em risco os seus empregos.

Aliás, a milenar Floresta Amazônica é um outro ponto notabilíssimo de incidência desses misteriosos objetos celestes, bem com de misteriosos desaparecimentos de aeronaves com os seus respectivos tripulantes. Mais concretamente, porém, em 1980 a conceituada Revista VEJA, naquele que foi um sensacional furo de reportagem, fotografou e filmou em outra região mais distante e totalmente inacessível (Alto Rio Negro) várias pirâmides gigantescas, cobertas pela vegetação.

O que levou a revista até lá, foi uma verdadeira briga entre pesquisadores (inclusive Erich Von Daniken) e alguns aventureiros que tentavam descobrir aquilo que os indígenas insistentemente falavam: a existência de três cidades perdidas em meio às impenetráveis florestas cujos nomes seriam AKHAIM, AKAKOR e AKANIS – onde na primeira os “deuses” teriam deixado em tempos muito remotos um objeto por eles reverenciado e que naquela época voltara a entrar em operação, zumbindo intensamente! O certo é que ninguém conseguiu chegar lá pois várias expedições foram dizimadas, ou obrigadas a voltar, ao tentar alcançá-las, bem como dezenas de outros aventureiros mais afoitos perderam as vidas tentando isso. Inclusive o jornalista alemão Karl Brugger, misteriosamente assassinado no Rio de Janeiro, que estava no Brasil seguindo as pistas muito intrincadas que comprovavam a presença de soldados e altos oficiais nazistas lá por aquelas bandas, os quais por ocasião da Segunda Guerra Mundial estiveram secretamente no Brasil à procura das tais cidades dos deuses, ou quem sabe do tal “objeto” por eles lá deixado!

E certamente a misteriosa Floresta Amazônica ainda tem muito mais a revelar. Na sua parte localizada no Peru, o arqueólogo Gene Savoy descobriu em meio às matas hostis uma enorme cidade perdida, contendo as ruínas de cerca de 25 mil edificações, que foi em tempos muito recuados habitada por uma raça totalmente desconhecida na América do Sul. Estranhas múmias foram encontradas, tendo como detalhe mais surpreendente a coloração loura e ruiva dos seus cabelos!

E por falar nisso, também no Antigo Egito existiram seres totalmente fora dos padrões conhecidos daquela raça tradicional que habitava as terras do Nilo, pois algumas estranhas múmias (também dotadas de cabelos louros naturais) foram encontradas, sendo que algumas mais embaraçosas foram secretamente removidas para instituições estrangeiras para “fins de pesquisas” – como foi exatamente, em 1988, o caso de uma delas batizada como “Lady X”, cuja antigüidade estimou-se em 3000 anos!

 E quando ao assunto é “múmia” é sempre importante lembrar que as egípcias em especial apresentam uma notável característica: além das refinadas técnicas de embalsamamento atingidas pelos hábeis artífices, alguns deles conseguiram a mais espantosa de todas as proezas.

Estamos falando que, de alguma forma, conseguiram manter “vivas”, isto é, em uma espécie de suspensão latente, as células de corpos mortos por milhares de anos! A múmia de uma princesa chamada Mene, que viveu cerca de 332 A.C. , causou assombro aos cientistas no ano de 1963, justamente por essa insólita peculiaridade: foi transportada às pressas para uma unidade frigorífica da Universidade de Oklahoma porque estava entrando em processo de decomposição, tendo os perplexos biólogos constatado que as suas células epiteliais estavam intactas! Por outro lado, quando expostas às técnicas da fotografia Kirlian, muitas delas apresentam uma aura dotada de cegante luminosidade – característica somente, já sabemos, produzida pelos organismos vivos! E, de maneira incrível, isso é precisamente como já diziam aqueles antigos textos sagrados do Antigo Egito, quando afirmavam que os mumificados (ou os bemaventurados) viveriam para sempre. Basta, tão-somente, que um cientista mais ousado recupere uma dessas células milenares e faça uma clonagem (atualmente muito em voga nos meios científicos ligados às experiências genéticas) e de fato teremos, tal como os antigos magos e sacerdotes almejavam, um autêntico egípcio dos tempos dos faraós revivido no futuro!

Dizem que os piores cegos são aquele que não querem ver. Com de fato, algo que esteve à vista de todos por durante milhares de anos, tendo sido “comodamente” ignorado pelos cientistas e egiptólogos, foi captado pelas lentes da máquina fotográfica de um turista em visita ao templo de Ptah-Hetep, situado ao norte de Saqqara, também no Egito. Em um imenso mural, estão retratados vários egípcios reverentemente adorando e postando oferendas a uma estranha “divindade”. Tal “divindade” está retratada naquele mural de uma forma bastante estranha e inusual: não está mostrada de perfil, como todas as imagens egípcias. Pelo contrário, está postada de frente, de corpo inteiro, e estes corpo e rosto não pertencem ao panteão dos deuses egípcios conhecidos… E por sinal nada mais representam que um alienígena do tipo gray, nos dias de hoje tão relatados por diversas testemunhas das aparições e contatos com os tripulantes dos OVNI!!!

aA estranhíssima “divindade egípcia”
fotografada pelas lentes de um turista em um mural de
Saqqara, nada mais é do que o “retrato” fiel de um alienígena
do tipo “gray”.

Por sua vez, no templo de Abydos, construído por Ramsés II, uma arquitrave perfeitamente conservada estampa para quem quiser ver, um imenso painel em alto relevo cuja idade é estimada em mais de 3000 anos.

Nele, bem visíveis, estão presentes os mais curiosos e inéditos “hieróglifos” de toda a História: MÁQUINAS VOADORAS, incrivelmente semelhantes aos nossos modernos aviões de caça…. Várias delas! E isto talvez não seja muita novidade, pois em Saqqara, precisamente em 1898, os arqueólogos descobriram um estranho artefato confeccionado em ouro, cuja idade foi estimada em mais de 1000 anos, que igualmente representa os exatos contornos e um avião de caça. Ao que se saiba não existiam aeronaves na antigüidade e quem as reproduziu, logicamente as viu. E quem sabe não tenham se tratado dos nossos modernos aviões que misteriosamente sumiram em pleno ar, eventualmente lançados em vórtices temporais que os conduziram diretamente, e sem quaisquer possibilidades de retorno, ao passado longínquo do planeta Terra? É uma hipótese que merece ser devidamente considerada!

aaEstranho artefato em ouro, descoberto em Saqqara,
idêntico a um avião de caça!

aaaEm Abydos, os mais curiosos “hieróglifos” que
se conhece, nada mais retratam que máquinas voadoras que
somente viriam a existir no Século XX!

Em 1560 os registros históricos dizem que foram descobertas pelos espanhóis nas geleiras dos Andes outras cinco curiosas múmias, impressionantemente bem conservadas, com cerca de 10 mil anos de idade e de aparência tão vívidas como se estivessem apenas dormindo. Estavam cobertas do mais puro ouro e quando expostas ao tempo tiveram que ser enterradas em Lima, pois começavam a se decompor. O mesmo aconteceu muito tempo depois, em 1953, quando a múmia intacta e em perfeito estado de uma menina Inca teve que ser enterrado pois sua células começavam a deteriorar. Em ambos os casos, nos seus esconderijos tinham sobre si um curioso símbolo de magia, conhecido como “o sapo nelado”, um enorme segredo talvez herdado do egípcios e perpetuado pelos Incas e que permitia através de ungüentos secretos manter a elasticidade e a preservação das células, aliado, no caso dos Incas, à conservação através do gelo. O simbolismo do sapo – nosso já velho conhecido -, por seu turno sugere (ou melhor, afirma!) que aqueles corpos estariam apenas em estado de, quem sabe, suspensão latente – lamentavelmente interrompida pela profanação das suas tumbas glaciais! Hoje fazemos isso em alguns modernos laboratórios de criogenia, onde aqueles que podem pagar os altos custos mantêm os seus mortos para quem sabe, em um futuro não muito distante a ciência possa descobrir a cura de certas doenças hoje letais e traze-los de volta à vida!

Bayan-Kara-Ula é também um nome que merece ser guardado. Situadas na fronteira entre o Tibet e a China, em uma localidade com este nome, dezenas de profundas cavernas revelaram uma sensacional descoberta arqueológica no ano de 1965. Quase mil discos pétreos, com constituição mista em cobalto, foram encontrados por arqueólogos chineses. Esses estranhos discos continham ao centro um orifício, tal como nos antigos Long Plays, e estavam repletos de ranhuras espiraladas, além de estamparem misteriosos caracteres. Tais exemplares vibravam, como se tivessem sido submetidos a uma forma de eletricidade desconhecida, ou talvez tivessem feito parte de algum sofisticado circuito eletrônico. O estudo desses discos demandou nada menos que vinte e três anos e a conclusão dos trabalhos foi proibida pelo Governo Chinês, uma vez que os caracteres se reportavam, segundo o que apurou o professor Tsum Um-Nuy, a naves cósmicas existentes na Terra há doze mil anos!

Nas mesmas cavernas foram encontrados os estranhos esqueletos de criaturas desconhecidas, dotadas de reduzida estatura e cabeças desproporcionalmente grandes. O que virias a concordar com as velhas lendas chinesas a respeito de uma certa raça de “anões pálidos” que havia “caído das nuvens” em tempos muito remotos.

Existiu indiscutivelmente na antigüidade um saber muito avançado, resquício de uma avançada tecnologia que por sua vez foi legada pelas perdidas civilizações. As antigas crônicas estão repletas de menções a certas “lâmpadas eternas”, ou uma espécie de luz fria de alta intensidade que foi utilizada não somente pelos egípcios como também por vários outros povos. Plutarco, um historiador sério, relata que no Século I esteve diante de uma “lâmpada perpétua”, instalada no santuário de Júpiter-Amon, onde os sacerdotes lhe disseram tratar-se de uma luz perene, cuja água e o vento jamais conseguiriam apagar! Santo Agostinho, sério cronista e historiador cristão, também esteve diante de uma delas no templo de Vênus. O padre Régis Huc, por sua vez, em visita a um santuário monástico tibetano, no Século XIX, também foi testemunha do funcionamento de outra “lâmpada inextinguível”. Outros relatos de historiadores reportam a sua existência na Índia, na Síria e na Grécia antigas. Os próprios indígenas brasileiros revelam que em certas cidades perdidas em meio às densas florestas da Região Amazônica brilhariam lampadários eternos. O coronel do exército Inglês, Percy Fawcett, que por sinal em 1925 desapareceu para sempre lá pelos lados da Serra do Roncador ao procurar essas tais cidades, dispunha de evidências muito fortes de que elas seriam remanescentes da perdida Atlântida, talvez mesmo ainda habitadas!

O crânio de um animal pré-histórico, precisamente um bisonte, descoberto na Sibéria e perfeitamente conservado, e que esteve soterrado por quase 70 mil anos, apresentava um orifício causado por uma arma tão poderosa que o trespassou. Segundo os cientistas, não resta dúvida que foi um ferimento causado por um projétil, talvez semelhante às nossas armas de fogo, ou mesmo uma arma tão potente quanto o laser. E não é todavia o único. No British Museum existe um outro exemplar pré-histórico atravessado por nada menos que dois orifícios idênticos. Em Antelope Springs, Utah, EUA, uma pegada humana fossilizada esmagou um inseto pré-histórico que somente existiu na chamada Era Paleozóica, mais de 400 milhões de anos atrás. Estudos comprovaram que os eventos foram simultâneos, ou seja, quem incrivelmente usava BOTAS naqueles tempos tão recuados, cujas perfeitas ranhuras ficaram estampadas no terreno, esmagara propositadamente o inseto! Por outro lado, em 1961 mineradores acharam no pico de uma montanha da Califórnia um curioso objeto profundamente encravado nas rochas. Aderidos a ele, fósseis de conchas pré-históricas comprovavam a sua remotíssima antigüidade. Examinado por boquiabertos cientistas e geólogos, o tal objeto nada mais era que uma haste metálica, revestida por isoladores circulares semelhantes à porcelana, porém de natureza e composição totalmente desconhecidas na Terra. Moldados por um outro tipo de revestimento metálico hexagonal, a corrosão do tempo também não impedira que fossem destruídos os seus respectivos plugs de encaixes, um na parte superior e outro, um pouco danificado, na extremidade inferior. Possuindo notável semelhança com as nossas modernas velas de ignição, porém de tamanho muito maior, comprovou-se que o objeto artificial tratava-se de um CENTELHADOR que há cerca de 500 mil anos atrás fez parte de uma máquina, possivelmente uma aeronave!

aaaaFoto do artefato encontrado dentro de um
geodo, cuja idade foi estimada em cerca de 500 mil anos. Quem
usava velas de ignição, ou centelhadores nestes tempos tão
recuados?

– E o que dizer de um estranho esqueleto que foi encontrado em Vladimir, URSS, perfeitamente conservado e cuja idade foi avaliada em cerca de 35 mil anos? Foi classificado pelos cientistas como “um caçador pré-histórico de mamutes”, porém havia algumas coisas nele que não correspondiam aos tratados convencionais de paleontologia: em primeiro lugar, não era absolutamente um “homem-macaco”. Muito pelo contrário, era alto e, de acordo com a sua conformação óssea, muito ágil, e ainda por cima tinha ainda um crânio exageradamente prolongado. Em segundo lugar, para total desespero dos pontífices conformistas, o longo tempo foi incapaz de destruir os fragmentos da ROUPA e dos CALÇADOS que vestia, confeccionados em uma estranha espécie de pelica!

aaaaaPois é…. Há 35 mil anos atrás os “homens –
macacos” usavam calçados e ainda por cima ROUPAS, cujos
fragmentos são perfeitamente visíveis nesta foto. A quem os
teóricos e os conformistas, aqueles que nos impingem velhas e
carcomidas teorias sobre a suposta evolução do homem, desde
os primatas aos “homens abrutalhados”, pretendem enganar?

Na Pensilvânia, em 1880, precisamente no Condado de Bradford, foram encontrados estranhos túmulos contendo esqueletos cujos crânios eram dotados de protuberâncias naturais que lembravam chifres, situados sob os arcos ciliares e com cerca de cinco centímetros de comprimento. Tais esqueletos mediam mais de 2 metros de altura e o curioso achado foi encaminhado ao Investigate Museum da Filadélfia, de onde, segundo a versão oficial, vieram a “desaparecer”.

Também “desaparecidos” misteriosamente foram os esqueletos gigantes (cujas alturas oscilavam entre 1,80 a 3 metros) encontrados na caverna Lovelock, em 1911, onde igualmente os estupefatos mineradores encontraram uma estranha múmia com 2 metros de altura e dotada de uma descomunal cabeça.

A Bíblia, certamente um registro de fatos históricos, nos diz que em tempos muito recuados existiram gigantes na Terra. E isso parece ter sido a mais absoluta verdade, pois no Equador estiveram guardados durante mais de 30 anos, por um padre católico, os restos fossilizados de um estranho esqueleto cuja altura era precisamente SETE metros. Tal achado, proveniente da província de Loja e de um lugar sugestivamente denominado pelos indígenas de “Changaiminas” (que se devidamente traduzido significa “cemitério dos deuses”), foi levado para o Instituto Smithsonian para análises e, como sempre, não se soube mais do seu paradeiro.

Talvez no Peru, precisamente no deserto de Ocucaje, em um local chamado Ica, foram descobertas em 1969 pelo dr. Javier Cabrera as mais impressionantes peças arqueológicas do mundo. Nada menos que onze mil pedras repletas de curiosas gravações (por sinal não se sabe produzidas com que técnicas), datadas de um período que antecede à nossa história em 13 milhões de anos, mostrando nitidamente estranhas criaturas de uma avançada civilização, muito versada em vôos espaciais, Astronomia, Medicina, Zoologia e outras ciências!

Essas pedras mostram inclusive mapas celestes e ainda outros, bastante precisos, do globo terrestre, inclusive contendo os perdidos continentes da Atlântida e Lemúria – bem como certos mapas de um planeta que decididamente não é a Terra! Em outras, cirurgiões fazem cesarianas, transplantes de coração, trepanações e transfusões de sangue! Dentre diversas insólitas curiosidades, astrônomos observam o céu com seus respectivos instrumentos; máquinas voadoras se locomovem e até mesmo animais pré-históricos considerados extintos foram retratados com impressionante fidelidade, comprovando assim as autenticidade e antigüidade daquelas peças, pois aqueles que as produziram foram inegavelmente contemporâneo daquelas espécies. Exames posteriores comprovaram que não se trata de fraude, assim como alguns negadores quiseram sugerir, pois a pátina era inegavelmente antiga e os testes do Carbono-14 não deixaram qualquer margem de dúvida quanto à sua idade!

– Nosso planeta ainda não foi de todo explorado e todos sabemos que este nosso verdadeiro paraíso tem sido alvo da atração e talvez da cobiça de muitas outras criaturas que desde muito nos espreitam, isso com os mais variados propósitos. Em algumas regiões mais afastadas e inóspitas, já foram avistados os chamados animais pré-históricos que se julgava extintos, tais como diversos relatos a respeito do predador alado, o pterodáctilo, provenientes das selvas africanas; o monstro do Lago Ness (inclusive já filmado e fotografado); serpentes marinhas; polvos gigantes e muitas outras gigantescas criaturas do passado.

Contudo, existem perambulando por certas regiões coisas bem mais modernas, sobretudo mais apavorantes e ainda por cima objetos de experiências cirúrgicas ou talvez genéticas monstruosas que não foram obra do homem! Por certo, nem todos os seres que tripulam os OVNI são benevolentes. Existem aqueles que nos caçam, bem como aos rebanhos, para propósitos alimentícios e ainda outros que nos fazem de cobaias para experiências genéticas, misturando as duas raças, obviamente com propósitos sinistros e que sugeririam uma futura invasão do nosso planeta. Além de um horrendo cadáver de uma criança, fruto dessa mistura inusitada, e que teria sido encontrado nos destroços de uma nave acidentada, ao que parece essas criaturas de vez em quando se divertem produzindo horríveis hibridações rastejantes de seres humanos e monstros! Já foram encontradas e devidamente confiscadas duas aberrações como que vindas do mais horrível pesadelo.

Estamos falando de dois seres, meio homens e meio crocodilos, encontrados na África e que jamais poderiam jamais ter sido fruto de cópulas entre animais e homens, pois geneticamente isso seria impossível (muito menos com um crocodilo. E se fosse possível, quem teria coragem de se atrever a tal façanha?). Essas coisas do pesadelo foram verdadeiramente CRIADAS, segundo a conclusão dos cientistas que as examinaram e por sinal atestaram não se tratar de coisas deste mundo, porém moldadas através da utilização de uma ciência muito avançada, com a qual sequer podemos ainda sonhar!

aaaaaaEsta verdadeira aberração, fotografada por
Cristopher Murphy em 1993, e totalmente contrária às leis da
natureza, foi inegavelmente obra de uma experiência
tecnológica e cirúrgica desconhecida na Terra!

Que o antiqüíssimo Tibet guarda os seus mistérios não temos a menor dúvida. Em 1959 uma missão militar soviética foi especialmente enviada àquele país, visando a procurar conhecimentos astronáuticos e sobretudo parapsicológicos. Essa equipe estava particularmente interessada em certas escrituras denominadas Kanggyur, que sabiam existir cuidadosamente preservadas há milênios nos subterrâneos secretos de Potala, abordando temas sobre telepatia, cápsulas do tempo, “carros dos deuses”, levitação e demais fenômenos metafísicos, tecnológicos e parapsíquicos. Nem todos puderam chegar às altas montanhas onde se situavam os santuários dos monges tibetanos, mas aqueles que conseguiram estiveram diretamente em contato com um deles, um monge muito especial, habitante do mosteiro de Galdan. Incrivelmente versado em Astronomia, o ancião era também perito em astronáutica! O velho lama admitiu que podia inclusive manter contato visual com criaturas extraterrestres e os soviéticos logo se interessaram pelo assunto.

Contudo, apenas dois deles foram escolhidos e puderam participar de uma estranha experiência: após uma pequena preparação, ambos se recolheram à pequena cela do monge, na qual um desconhecido aparelho emitia estranhos sons e curiosos ecos. O ancião tomou as mãos dos militares e subitamente surgiu no ambiente a incrível imagem de uma criatura nebulosa que, ficando cada vez mais nítida, mostrou ser dotada de formato humanóide, com membros segmentados. A estranha imagem, tal qual uma moderna projeção holográfica, estava imóvel e silenciosa, tendo diante de si uma reprodução animada em miniatura do nosso sistema solar, com todos os seus planetas conhecidos e MAIS UM ALÉM DE PLUTÃO!

O monge tibetano negou-se a dizer de onde provinha tão estranha imagem, recusando-se a responder a todas as perguntas dos atônitos soviéticos, contudo declarou enfaticamente que existiria um outro planeta no nosso sistema e ainda um outro satélite de plutão saído de sua órbita, que seriam descobertos alguns anos depois. No relatório oficial dos soviéticos, um dos participantes da inusitada experiência declarou que a tal figura vista por ambos nada tinha de terrestre e era muito real, impossível portanto que a fantasia humana tenha podido conceber algo tão estranho. Curioso? Sim, mas realmente 27 anos depois, precisamente em 1986, a Sociedade de Astronomia e Geodésia da extinta URSS descobriu mais dois corpos celestes além do longínquo Plutão, precisamente aqueles que seriam planetas, provisoriamente denominados de X-1 e X-2 pelo astrônomo Radzievsky, do Instituto de Astronomia Gorki!

Seria a nossa Terra realmente oca, como afirmou o almirante da US NAVY Richard Byrd que em 9 de maio de 1926 e posteriormente em 1946 e 1947, sobrevoou os Pólos tendo avistado estranhas e enormes aberturas, que se dirigiam ao interior do planeta e de onde, assim como suspeitam os estudiosos do assunto, parecem de provir certos tipos de OVNI? A teoria da Terra Oca, ridicularizada como sempre pelos pretensos sábios, teve uma espantosa reviravolta quando em 1970 o satélite ESSA-7 – lançado pela Administração de Serviço de Ciência do Meio Ambiente do Departamento de Comércio dos EUA – obteve uma espantosa fotografia, numa raríssima ocasião em que o Pólo Norte estava sem a sua densa e impenetrável cobertura de nuvens: nela se vê, nitidamente, uma enorme abertura exatamente na região central-superior da esfera em que habitamos há tanto tempo e, no entanto, ainda nos é totalmente estranha e desconhecida! Podemos, de fato, pensar (e não duvidemos disso!) que até mesmo as calotas polares sejam um excelente disfarce para tais entradas onde os OVNI teriam as suas bases secretas.

Possivelmente, em tempos muito recuados, alguma raça desconhecida teria feito um excelente trabalho de engenharia, colocando, por exemplo, por sob a espessa camada de gelo dos Pólos uma fantástica espécie de entradas móveis, as quais periodicamente se abririam quando delas necessitassem. E, em complemento, reunindo assim o útil ao agradável, que melhor tipo de camuflagem natural do que as eternas nuvens que os cobrem?

aaaaaaaA impressionante foto obtida pelo satélite ESSA-7
mostrando a misteriosa abertura no Pólo Norte.

Nesse particular, seria importante lembrar que em fevereiro de 1947 uma missão militar norte-americana denominada High Jump, sofreu pesadas baixas em aviões e soldados, devido a uma “força misteriosa” que literalmente os impediu de se estabelecerem, ou talvez bisbilhotarem, por aquelas bandas, dessa feita no Pólo Sul. O próprio almirante Byrd, naquele mesmo ano, declarou a um jornal de Chicago que “resulta em uma verdade muito amarga admitir, mas em caso de um novo conflito bélico, podemos ser agredidos por aeronaves que têm a capacidade de voar vertiginosamente de um Pólo ao outro. Precisamos tomar medidas urgentes e adequadas para interceptar tais aeronaves inimigas, provenientes das regiões polares. Especialmente interessa e necessitamos cercar a Antártida com uma zona de defesa e segurança”. A coisa se torna mais reveladora quando se sabe que, bem antes disso, precisamente em 1938, os nazistas descobriram na Antártida, em uma local para além da posição geográfica conhecida como Terras da Rainha Maud, uma região sem céu, com lagos e dotada de um acesso cujo diâmetro era de 30 milhas (cerca de 48,5 quilômetros!).

Várias equipes militares e científicas do Terceiro Reich foram para lá enviadas, destinadas a se estabelecerem, ou manterem contato com aquelas entidades, obviamente alienígenas, que lá estivessem estabelecidas – bem naquelas “promissoras” terras as quais denominaram de NEU-SCHWABENLAND. O certo é que os nazistas estiveram sofregamente à busca do auxílio alienígena no Brasil, Tibet e finalmente no Pólo, onde parecem ter obtido algum êxito. Talvez bastante êxito! Sabe-se que estavam, inclusive, desenvolvendo um “pires voador” (baseado na tecnologia dos OVNI), como também a bomba nuclear, os caças supersônicos, os mísseis (que chegaram a utilizar nas bombas V-1 e V-2), foguetes para viagens espaciais e outras demonstrações de uma ciência tecnológica que não era da sua época e do seu tempo e que, sem dúvida alguma, foi fornecida pelos tais “superiores desconhecidos”, obviamente os pervertidos e não os verdadeiros, que tanto reverenciavam.

Suspeitas muito fortes dão conta de que talvez ainda hoje os remanescentes do Terceiro Reich, controlados por um grupo de elite da SS mantidos ainda vivos através de avançadas técnicas científicas alienígenas e cuja denominação seria ULTRA, estariam em atividade precisamente no Pólo Sul, conjuntamente com os alienígenas do tipo grays, ou cinzas, e, diz-se, com a conivência do aparato de encobrimento norteamericano, todos associados a um certo tratado de cooperação Terra-Aliens, que somente atenderia aos seus escusos interesses e que decididamente não é nada benéfico para os habitantes deste pequeno planeta. Um verdadeiro, e além de tudo espúrio, domínio temporal do nosso mundo!

Mas, felizmente e ao que parece, naquilo que seria uma verdadeira luta silenciosa pela preservação da Terra, uma outra força, muito mais poderosa, a isso tudo se contrapõe:

aaaaaaaaAntártida, Pólo Sul, sendo visível a região
conhecida como “Terra da Rainha Maud”, onde se acredita
estejam situadas, no interior de uma outra abertura polar,
instalações controladas por alienígenas malévolos em estreita
cooperação com remanescentes do nazismo.

Fonte: Insólito! Mistérios do Céu, da Terra, do Espaço e do Tempo – Sérgio Russo

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