Big Bang: Cientista Simula o Som do Momento da Criação do Universo

thumb__bigbangA matéria do site apolo11, informando que os cientistas teriam criado “sons” que seria similares ao do universo, durante o período da sua “explosão e espansão” para o início do exato (começo de tudo) de um passado totalmente distante para o homem da atualidade.

Depois que os dados fornecidos pelo telescópio espacial Planck permitiram a criação do mais detalhado mapa do início do Universo, um novo estudo simulou como seria o possível som desse momento, produzido por ondas de compressão através do plasma. 

O trabalho de simulação foi feito pelo cientista estadunidense John Cramer, ligado à Universidade de Washington, que usou os mesmos dados que foram empregados recentemente na elaboração do mapa do início do Universo, produzidos pelo telescópio espacial Planck, da Agência Espacial Europeia.

bigbang_20130409-094347A simulação retrata a propagação das ondas de compressão se deslocando através do plasma ou hidrogênio durante o período entre 100 mil e 700 mil anos após o Bigbang. Para se tornar audível, o evento foi acelerado 100 septilhões de vezes e compactado em um clipe de áudio de 200 segundos através de um programa de conversão.

Clique aqui para ouvir o som do Bigbang

Esse tipo de processo – aceleração de eventos com ondas de frequências extremamente baixas – também é empregado em sismologia e permite aos especialistas “ouvir” o som dos terremotos. 

O resultado audível da simulação de Cramer é muito parecido com aqueles produzidos por megaterremotos terrestres, que fazem o planeta todo ressoar por alguns dias. No caso do Bigbang o tremor durou cerca de 700 mil anos.

A missão do telescópio é analisar a Radiação Cósmica de Fundo, identificando tênues variações na temperatura nos momentos iniciais do Universo. De acordo com os pesquisadores, essas tênues variações seriam o DNA do Universo e que deu origem às galáxias, estrelas, planetas e toda a forma de vida.

A análise dos dados mostra um grande pico de radiação em 379 mil anos após o Bigbang, com queda de 60% na intensidade aos 269 mil anos e 489 mil anos.

Como os dados gerados pelo Planck representam as variações de temperatura, a primeira conclusão é que o áudio da simulação representa o resfriamento do Universo (ou variação de frequência da Radiação Cósmica de Fundo), mas segundo Crammer o som original não era de variações de temperatura, mas de ondas sonoras reais que se propagaram pelo Universo.

Fonte: http://www.apolo11.com/

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