CIA Desenvolveu VANTs na Área 51

O ekranoplano KM, apelidado de Monstro do Mar Cáspio, deu origem a uma classe de aeronaves como o A-90 Orlyonok da foto. Crédito: Arquivo

O ekranoplano KM, apelidado de Monstro do Mar Cáspio, deu origem a uma classe de aeronaves como o A-90 Orlyonok da foto. Crédito: Arquivo

Os Vants era alguma das coisas que eram feita na área que deixou de ser um mistério, passado a ser oficializa da pelo governo Americano:

Interesse era espionar a União Soviética; objetivo era uma imensa aeronave russa apelidada de Monstro do Mar Cáspio

Em 1974 a Agência Central de Inteligência (CIA), cedeu o controle da Área 51, mas seu envolvimento com a base secreta prosseguiu, embora em menor escala. Na época, o maior programa ali ocorrendo era o Have Blue, o projeto de uma aeronave que aparecesse muito pouco nos radares, que deu origem ao Lockheed F-117 Nighthawk.

A CIA prosseguia suas pesquisas na base secreta concentrando-se em veículos aéreos não tripulados (VANTs, ou UAVs em inglês). A partir de 1969 foi desenvolvido o projeto do Aquiline, uma pequena aeronave de cerca de 1,8 m que seria disfarçada para se parecer com uma ave, tal como uma águia. Levaria uma câmera de TV no nariz, câmeras e sensores atmosféricos sob as asas. Algumas fontes afirmam que o VANT poderia ser usado em missões de espionagem eletrônica, conhecida no meio militar como ELINT.

Entretanto, outras fontes apontam como maior incentivo do projeto Aquiline uma série de fotos obtidas pos satélites espiões. Sobrevoando o Mar Cáspio, foram obtidas imagens de uma colossal aeronave pousada na água, equipada com vários motores e voando rente a superfície. NInguém fazia a menor idéia do propósito do gigante, apelidado de Monstro do Mar Cáspio, e evidentemente a CIA precisava de respostas.

Uma das idéias era lançar o drone Aquiline a uma distância segura a partir de um submarino, e fazê-lo voar até a base do gigante russo. O desenvolvimento do VANT prosseguiu na Área 51 com lentidão, e problemas orçamentários levaram a seu cancelamento. A CIA, entretanto, envolveu-se em diversos outros projetos de drones, como ornitópteros de pequeno porte que voavam como pássaros, batendo as asas.

Houve até mesmo o Projeto Insectothopter, também ele um ornitóptero (aeronave que voa batendo as asas como um pássaro), destinado a áreas urbanas e quase imperceptível para as pessoas. Quanto à imensa aeronave soviética, foi pelos russos batizada como Ekranoplano KM, com 92 m de comprimento e 37,60 de envergadura, foi projetado para voar rente a superfície da água a cerca de 500 km/h, com peso total superior a 1000 toneladas.

Esse tipo de aeronave aproveita o chamado efeito solo, podendo se deslocar com muita rapidez. A União Soviética chegou a operar uma frota de cinco A-90 Orlyonok, ekranoplano de transporte militar, e nos anos 80 chegou a operar o ekranoplano lançador de misseis Lun, de 73 m de comprimento. Com a queda da União Soviética nos anos seguintes, todos esses programas foram abandonados. O único exemplar do Lun repousa abandonado em uma doca seca.

Fonte: http://www.ufo.com.br

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